Há muitíssimos portugueses que, nomeadamente, pensam o seguinte:
- Portugal tem direito à sua soberania que não deve ser alienada a favor da soberania de outros países, nomeadamente da Alemanha que comanda esta União Europeia. Portugal não deve ser transformado numa colónia.
- Há determinados costumes que advêm da lei natural que não podem ser colocados em causa pelo Direito Positivo, nomeadamente, o direito de uma criança a ter um pai e uma mãe, e a conhecer a sua árvore genealógica e as linhagens de pai e mãe.
- O aborto livre é um atentado à vida humana e prejudica objectivamente o futuro nacional.
- A legalização da eutanásia, para além de provocar um mimetismo na cultura antropológica com suicídios em cadeia, vai contra a lei natural.
Acontece que nenhum partido político português representado no parlamento defende simultaneamente todas estas premissas. Por exemplo, tenho notícia de que o CDS/PP dá liberdade de voto aos seus deputados em algumas das áreas supracitadas, nomeadamente no que diz respeito à adopção de crianças por pares de homossexuais.
A esses portugueses, encurralados pelo espectro político existente, não resta outra alternativa senão o voto no PNR (Partido Nacional Renovador) que, por sua vez, terá que “polir” algumas ideias por forma a que consiga representação parlamentar nas próximas eleições legislativas. Note-se que eu nunca votei nesse partido, mas estou seriamente a considerar não só o voto, mas também o apoio neste blogue.
Pelo que vemos, o CDS/PP e o Partido Social Democrata já não se distinguem grande coisa do Partido Socialista. As diferenças são formais, e não de conteúdo.

Nós, no Bloco de Esquerda, depois de termos tido a iniciativa de legalizar a IVG (Interrupção Voluntária da Gravidez), estamos totalmente de acordo com o Tribunal Europeu dos Direitos Humanos que 
Chamo à atenção dos leitores para 













