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	<title>perspectivas</title>
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	<description>Não tenho verdades, apenas convicções.</description>
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		<title>perspectivas</title>
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		<title>Ainda sobre Claude Lévi-Strauss e a antropologia</title>
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		<pubDate>Sun, 08 Nov 2009 03:49:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>O. Braga</dc:creator>
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		<description><![CDATA[

« A antropologia é a ciência que trata as diversas tribos do Homem, enquanto bandidos, ladrões, escroques, miseráveis, lunáticos, idiotas, estúpidos e antropólogos. » 
― Ambrose Bierce

Posted in cultura, Sociedade Tagged: antropologia, Claude Lévi-Strauss, etnologia      <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=espectivas.wordpress.com&blog=552949&post=13700&subd=espectivas&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p></p>
<div style="margin-left:10em;width:700px;font-weight:550;border:1px dashed black;font-size:12px;text-align:justify;background-color:white;line-height:18px;padding:10px;">
<b>« A antropologia é a ciência que trata as diversas tribos do Homem, enquanto bandidos, ladrões, escroques, miseráveis, lunáticos, idiotas, estúpidos e antropólogos. » </b></p>
<p>― <a href="http://google.com/search?q=Ambrose+Bierce" target="_blank">Ambrose Bierce</a></div>
<p></p>
Posted in cultura, Sociedade Tagged: antropologia, Claude Lévi-Strauss, etnologia <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/espectivas.wordpress.com/13700/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/espectivas.wordpress.com/13700/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/espectivas.wordpress.com/13700/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/espectivas.wordpress.com/13700/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/espectivas.wordpress.com/13700/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/espectivas.wordpress.com/13700/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/espectivas.wordpress.com/13700/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/espectivas.wordpress.com/13700/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/espectivas.wordpress.com/13700/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/espectivas.wordpress.com/13700/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=espectivas.wordpress.com&blog=552949&post=13700&subd=espectivas&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>O Europeísmo</title>
		<link>http://espectivas.wordpress.com/2009/11/08/o-europeismo/</link>
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		<pubDate>Sun, 08 Nov 2009 01:23:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>O. Braga</dc:creator>
				<category><![CDATA[A vida custa]]></category>
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		<category><![CDATA[Vaclav Klaus]]></category>

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		<description><![CDATA[A partir de 1 de Janeiro de 2010, deixaremos de viver, em termos práticos e objectivos, em uma democracia representativa. 

O nosso governo passará a impôr as leis mais importantes como sendo directamente emanadas da sacrossanta União Europeia, retirando assim a legitimidade da discussão pública nacional e limitando a importância do nosso parlamento no debate [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=espectivas.wordpress.com&blog=552949&post=13692&subd=espectivas&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><b>A partir de 1 de Janeiro de 2010, deixaremos de viver, em termos práticos e objectivos, em uma democracia representativa. </b><br />
<span id="more-13692"></span><br />
O nosso governo passará a impôr as leis mais importantes como sendo directamente emanadas da sacrossanta União Europeia, retirando assim a legitimidade da discussão pública nacional e limitando a importância do nosso parlamento no debate das leis. </p>
<p><img src="http://espectivas.files.wordpress.com/2009/11/euccp.jpg?w=124&#038;h=124" alt="euccp" title="euccp" width="124" height="124" class="alignright size-full wp-image-13696" />Dou um exemplo: se José Sócrates quiser impôr a eutanásia em Portugal, bastará que convença os outros 26 chefes de governo dos países da UE que compõem o Conselho Europeu ― que é o “governo” da Europa ― para que a eutanásia seja aprovada a nível europeu, e depois basta a Sócrates apresentar esse facto consumado em Portugal como sendo <i>“uma decisão sacrossanta e irrevogável da União Europeia”</i>. Já não será de todo necessário um debate nacional acerca de esta como de todas as outras questões realmente importantes ― como a economia, a educação, a saúde pública, cultura, costumes, religião, etc. </p>
<p><b>E o nosso parlamento pode se opor a uma lei da UE? Não pode!</b>  </p>
<p>De acordo com o Tratado de Lisboa que tanto orgulha José Sócrates, os parlamentos nacionais são obrigados <span style="background:yellow;" /><i>“a contribuir <b>activamente</b> para o bom funcionamento da União”</i></span>, o que significa a implementação da “lei da rolha”: em primeiro lugar vêm os interesses da UE, e só depois vêm os interesses de Portugal.</p>
<p>A partir de 1 de Janeiro de 2010, deixaremos de viver em uma democracia representativa porque a <b>União Europeia não é uma democracia</b> e na medida em que a nossa democracia nacional passa a ser meramente simbólica. </p>
<p><b>Vamos passar a viver numa ditadura</b>. Embora o parlamento europeu seja eleito, este não tem poderes legislativos nem controla as instituições políticas da UE, o que na prática torna redundante e até ridícula a eleição dos deputados para o parlamento europeu. </p>
<p>A União Europeu transformou-se num cartel gerido ― nas palavras do presidente checo Vaclav Klaus ― por uma <i><b> “doutrina neo-socialista que não só não acredita na liberdade como não acredita na evolução espontânea da sociedade”</i></b>.  Vaclav Klaus classificou assim a União Europeia:</p>
<ol>
<li>Uma visão económica baseada no conceito de “economia-social de mercado” que é o oposto de “economia de mercado”;</li>
<li>Uma Europa baseada em visões sobre a liberdade, democracia e sociedade baseadas no colectivismo, partenariado social e corporativismo, e não numa visão clássica de democracia parlamentar;</li>
<li>Uma visão de integração europeia que favorece uma unificação e um supra-nacionalismo;</li>
<li>Uma visão da política externa e política internacional baseada no internacionalismo, cosmopolitismo, universalismo abstracto, multiculturalismo e desnacionalização. </li>
</ol>
<p>A este conjunto de características do leviatão europeu, Vaclav Klaus chamou de <b>“Europeísmo”</b>. </p>
<div style="font-size:10px;" /><b>A ler:</b></p>
<ul>
<li><a href="http://espectivas.wordpress.com/o-que-e-o-tratado-de-lisboa/">O que é o Tratado de Lisboa ?</a></li>
</ul>
</div>
<p></p>
Posted in A vida custa, Esta gente vota, Europa, Política, Portugal Tagged: democracia, Europa, Europeísmo, liberdade, Portugal, Tratado de Lisboa, União Europeia, Vaclav Klaus <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/espectivas.wordpress.com/13692/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/espectivas.wordpress.com/13692/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/espectivas.wordpress.com/13692/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/espectivas.wordpress.com/13692/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/espectivas.wordpress.com/13692/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/espectivas.wordpress.com/13692/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/espectivas.wordpress.com/13692/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/espectivas.wordpress.com/13692/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/espectivas.wordpress.com/13692/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/espectivas.wordpress.com/13692/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=espectivas.wordpress.com&blog=552949&post=13692&subd=espectivas&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">euccp</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>É contraditório defender a &#8220;retirada do Estado do casamento&#8221; e defender a propriedade privada</title>
		<link>http://espectivas.wordpress.com/2009/11/07/e-contraditorio-defender-a-retirada-estado-do-casamento-e-defender-a-propriedade-privada/</link>
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		<pubDate>Sat, 07 Nov 2009 22:58:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>O. Braga</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Como é possível o Estado retirar-se do casamento? 

« Mais do que discutirmos o casamento entre pessoas do mesmo sexo, aproveitemos a oportunidade para falar do casamento. No final, talvez venhamos a concluir que mais do que a abertura do casamento a pessoas do mesmo sexo, o que realmente favoreceria os homossexuais (e os hetero [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=espectivas.wordpress.com&blog=552949&post=13682&subd=espectivas&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Como é possível o Estado retirar-se do casamento? </p>
<div style="margin-left:10em;width:700px;font-weight:550;border:1px solid black;font-size:11px;text-align:justify;background-color:antiquewhite;line-height:16px;padding:10px;">
« Mais do que discutirmos o casamento entre pessoas do mesmo sexo, aproveitemos a oportunidade para falar do casamento. No final, talvez venhamos a concluir que mais do que a abertura do casamento a pessoas do mesmo sexo, o que realmente favoreceria os homossexuais (e os hetero também, embora isso importe pouco) seria <b>a retirada do Estado do casamento</b>. »</div>
<p><span id="more-13682"></span><br />
</p>
<div style="font-size:11px;line-height:18px;">
Podemos definir o Estado como um conjunto de instituições ― políticas, jurídicas, militares, administrativas, económicas ― que organizam uma sociedade em um determinado território. Vamos tentar imaginar de que forma o Estado, segundo a definição acima, se pode “retirar do casamento”.</p>
<p>Sabemos que desde John Locke se defende que o poder do Estado e a sua esfera de competência não deve exceder o domínio público, embora o inglês não tivesse ido tão longe a ponto de dissociar o contrato do casamento da “testemunha estatal” ― para Locke, o Estado funcionava como uma espécie de “testemunha” de um contrato privado de casamento. Portanto, a ideia de “retirar o casamento do Estado” significa transformar o casamento em coisa <b>exclusivamente</b> privada a que o Estado é <b>totalmente alheio</b> ― coisa que nem Locke nem os liberais clássicos terão alguma vez pensado. E se eles não pensaram, quem pensou?</p>
<p>A ideia do <strong><a href="http://oinsurgente.org/2009/11/07/falemos-de-casamento/" rel="nofollow" target="_blank">insurgente</a></strong> ― que já antes tinha visto no blogue “blasfémias” ― não é original; nada que se pareça. Duas correntes defenderam o alheamento do Estado em relação ao casamento: </p>
<ul>
<li>o Anarquismo ― de Bakunin, Proudhon, Stirner, etc. ― para quem o Estado representava o <i>“mal político”</i> absoluto, sonhando com uma sociedade sem Estado em que as relações entre as pessoas seriam exclusivamente baseadas em associações mútuas ou em contratos privados;</li>
<li>e o Marxismo que identifica o Estado com a classe dominante, e que por isso, para que essa classe dominante seja destruída, seria necessário a supressão do Estado, sendo que a “ditadura do proletariado” teria um <i>“Estado provisório”</i> até que, no final da luta de classes, este fosse completamente abolido. </li>
</ul>
<p>Portanto, a questão lançada pelo insurgente ou pelo blasfémias acerca da retirada da “testemunha” do Estado do contrato de casamento entre duas pessoas [de sexo diferente, na minha opinião] tende a equiparar o contrato de casamento a um contrato privado de negócios entre duas pessoas [<span style="background:yellow;" />e porquê só entre <b>duas</b> pessoas?</span>]</p>
<p>Porém, mesmo os contratos privados de negócios apoiam-se na lei criada pelo Estado através do desenvolvimento moderno da <i>justiça comutativa</i> que baliza e estipula os limites dos contratos entre privados. Não existe nem nunca existiu no mundo ― senão em uma sociedade hipotética onde existiria eventualmente o <i>Estado Natural</i> e em contraponto ao <i>Estado Civil</i> ―  uma situação tal em que os contratos entre privados estivessem totalmente alheados de premissas legais estabelecidas pelo Estado. Os contratos de negócios entre privados existem delimitados por uma estrutura legal, e portanto não são totalmente livres. </p>
<p>Por outro lado, não podemos confundir um contrato de casamento com um contrato de negócios porque o que está em causa com o contrato de casamento é a estrutura-base da sociedade: a família. Se existem laços sociais que um ser humano <b>nunca</b> pode anular durante a sua vida, são os laços familiares e <b>genéticos</b> ― podemos anular um negócio privado mas não podemos nunca anular o facto que constitui uma paternidade [comprovada por testes de ADN, bem-entendido] ou uma maternidade. </p>
<p>O facto de o casamento ser anterior ao Estado não significa que o Estado possa viver sem uma qualquer forma de casamento, porque o Estado nada mais é do que a sequência lógica de uma sociedade que retirou o poder ao chefe tribal para  colocar esse poder no Contrato Social. Defender o retorno ao <i>Estado Natural</i> ― que consiste na situação do Homem anteriormente a qualquer sociedade organizada, se é que esta é ou foi alguma vez possível  ― não significa que o casamento deixe de ter a mesma essência da que tem hoje. </p>
<p>Em suma: a retirada do Estado do casamento é uma ideia de origem anarquista, uma espécie de mistura de Bakunin, Proudhon e Stirner ― não é marxista porque o marxismo mantém a validade de um “Estado provisório” que regula os casamentos até ao fim da luta de classes que nunca acontece ― e não é uma ideia liberal no sentido clássico (no sentido do individualismo económico). Mais: quem defende a retirada do Estado do casamento não pode defender uma sociedade capitalista pelas mesmas razões que o anarquismo também não defendia a propriedade privada. </p>
<p><b><span style="background:yellow;" />Defender a retirada do <i>Estado Civil</i> do casamento e simultaneamente defender a propriedade privada, é uma contradição.</span> </b></p>
<ul>
<li><a href="http://espectivas.wordpress.com/2009/08/09/o-argumento-da-nao-obrigacao-da-reproducao-no-casamento/">O argumento da “não-obrigação” da reprodução no casamento natural e tradicional como legitimação moral e jurídica do “casamento” gay</a></li>
</ul>
</div>
<p></p>
Posted in cultura, Política, politicamente correcto, Sociedade Tagged: anarquismo, casamento, casamento gay, casamento homossexual, Contrato Social, Estado Civil, politicamente correcto <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/espectivas.wordpress.com/13682/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/espectivas.wordpress.com/13682/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/espectivas.wordpress.com/13682/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/espectivas.wordpress.com/13682/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/espectivas.wordpress.com/13682/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/espectivas.wordpress.com/13682/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/espectivas.wordpress.com/13682/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/espectivas.wordpress.com/13682/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/espectivas.wordpress.com/13682/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/espectivas.wordpress.com/13682/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=espectivas.wordpress.com&blog=552949&post=13682&subd=espectivas&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>A Igreja Católica não pode continuar amordaçada</title>
		<link>http://espectivas.wordpress.com/2009/11/07/a-igreja-catolica-nao-pode-continuar-amordacada/</link>
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		<pubDate>Sat, 07 Nov 2009 04:12:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>O. Braga</dc:creator>
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		<description><![CDATA[

« Os princípios inegociáveis, os absolutos morais, não são evidentemente referendáveis, e a sua vigência não pode estar dependente de maiorias flutuantes, ao sabor da astúcia e do poder dos mais fortes. »

p style=&#8221;line-height:21px;text-align:justify;&#8221;>Eu estou de acordo com esta proposição respigada no blogue do Padre Nuno Serras Pereira. Todos os valores relativos ― aqueles a [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=espectivas.wordpress.com&blog=552949&post=13671&subd=espectivas&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p></p>
<div style="margin-left:10em;width:700px;font-weight:550;border:1px solid black;font-size:11px;text-align:justify;background-color:antiquewhite;line-height:16px;padding:10px;">
« Os princípios inegociáveis, os absolutos morais, não são evidentemente referendáveis, e a sua vigência não pode estar dependente de maiorias flutuantes, ao sabor da astúcia e do poder dos mais fortes. »</div>
<p></p>
<p><div id="attachment_8065" class="wp-caption alignright" style="width: 168px"><img src="http://espectivas.files.wordpress.com/2009/04/o-absurdo-com-pernas.jpg?w=158&#038;h=249" alt="o-absurdo-com-pernas" title="o-absurdo-com-pernas" width="158" height="249" class="size-full wp-image-8065" /><p class="wp-caption-text">Absurdo com pernas</p></div>
<p style="line-height:21px;text-align:justify;">Eu estou de acordo com esta proposição respigada no <a href="http://nova-evangelizacao.blogspot.com/2009/11/refererndo-sodomita-as-megeras-do.html" target="_blank">blogue do Padre Nuno Serras Pereira</a>. Todos os valores relativos ― aqueles a que nos agarramos na nossa subjectividade ― referem-se a valores absolutos. Todos os fins particulares ― incluídos, obviamente,  o meu e o teu ― são apenas os meios ou fases do fim supremo que é o progresso da “consciência” entendida individualmente e colectivamente. Porém, existe a necessidade ― que é fruto da nossa liberdade e por esta determinada ― de contribuirmos para a formação de uma sociedade entre todas as consciências, de modo tal que cada uma delas dê e receba de forma a que, por mútua mediação se estabeleça, por assim dizer, uma criação recíproca da qual depende o despertar das existências mais primitivas. </p>
<p>Quando sabemos que a mentira é o principal meio de acção da política modernista, é sempre um risco submeter a razão à opinião. O princípio do referendo faz parte do “método discursivo” de  definição da universalidade da moral proposto pelo marxista cultural Habermas e de que falei <strong><a href="http://espectivas.wordpress.com/o-estado-da-etica/">aqui</a></strong>. O “método discursivo” é falacioso porque não existe necessariamente uma intenção <i>a priori</i> interior e solidificada no cidadão que afirma um compromisso moral ― um ladrão pode afirmar perante todos nós, a comunidade inteira, que é imoral roubar e continuar a fazê-lo. Portanto, Habermas está errado e o seu “método discursivo” pode-se tornar em mais um instrumento da mentira como principal meio de acção política. Porém, esse método dá-nos ao menos a possibilidade do contraditório em um tempo em que as elites políticas e culturais cada vez mais tendem a impôr as suas vontades e “verdades” sem sequer já olhar ao discurso da opinião ― chegamos a uma situação tal que o próprio “método discursivo” de Habermas já é colocado de parte e desprezado pelas elites.</p>
<p>Uma coisa é certa: a Igreja católica não pode continuar a lavar as mãos como Pilatos, constrangida pelas invectivas irracionais daqueles que pretendem impôr a lei da rolha a uma comunidade da sociedade civil ― como é a ICAR ― que tem todo o direito, não só à opinião individualizada e colectiva dos seus membros (que são todos os <strong>cidadãos </strong>católicos), como à plena acção política no seio da sua comunidade e da sociedade em geral. A Igreja é o conjunto de <strong>cidadãos </strong>católicos e ninguém tem o direito de coarctar a liberdade de expressão e de acção política desses <strong>cidadãos </strong>―  do mais humilde servidor ou crente ao mais alto representante da hierarquia católica. </p>
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		<title>Activismo (gay) desonesto</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 23:49:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>O. Braga</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O inquérito aqui ao lado foi fechado porque descobri que anda gente a limpar os cookies dos browsers para votar várias vezes. Irei substituir a sondagem por uma outra igual que, para além dos cookies, identifica também os votantes pelos IP&#8217;s.
Actualização: o inquérito foi retomado a partir do zero com controlo de IP&#8217;s.
Posted in Geral [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=espectivas.wordpress.com&blog=552949&post=13663&subd=espectivas&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>O inquérito aqui ao lado foi fechado porque descobri que anda gente a limpar os <em>cookies </em>dos browsers para votar várias vezes. Irei substituir a sondagem por uma outra igual que, para além dos <em>cookies</em>, identifica também os votantes pelos IP&#8217;s.</p>
<p><ins datetime="2009-11-07T00:13:11+00:00">Actualização</ins>: o inquérito foi retomado a partir do zero com controlo de IP&#8217;s.</p>
Posted in Geral  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/espectivas.wordpress.com/13663/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/espectivas.wordpress.com/13663/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/espectivas.wordpress.com/13663/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/espectivas.wordpress.com/13663/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/espectivas.wordpress.com/13663/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/espectivas.wordpress.com/13663/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/espectivas.wordpress.com/13663/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/espectivas.wordpress.com/13663/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/espectivas.wordpress.com/13663/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/espectivas.wordpress.com/13663/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=espectivas.wordpress.com&blog=552949&post=13663&subd=espectivas&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>A seguir ao aborto, vem aí o infanticídio a pedido da mulher</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 23:19:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>O. Braga</dc:creator>
				<category><![CDATA[Darwinismo]]></category>
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		<description><![CDATA[p style=&#8221;line-height:21px;&#8221;>O mais famoso bioeticista do mundo, o conhecido utilitarista Peter Singer, escreveu o seguinte no seu livro “Rethinking Life and Death” (Repensando a vida e a morte):
« Uma vez que nem uma criança recém-nascida nem um peixe são pessoas, o grau de gravidade em matar tanto a primeira como o segundo não é o [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=espectivas.wordpress.com&blog=552949&post=13653&subd=espectivas&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><div id="attachment_13656" class="wp-caption alignleft" style="width: 138px"><img src="http://espectivas.files.wordpress.com/2009/11/peter-singer.jpg?w=128&#038;h=77" alt="peter-singer" title="peter-singer" width="128" height="77" class="size-full wp-image-13656" /><p class="wp-caption-text">Singer, divertido</p></div>
<p style="line-height:21px;">O mais famoso bioeticista do mundo, o conhecido utilitarista <strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Peter_Singer" rel="nofollow" target="_blank">Peter Singer</a></strong>, escreveu o seguinte no seu livro <i>“Rethinking Life and Death”</i> (Repensando a vida e a morte):</p>
<blockquote><p style="color:red;font-weight:700;font-size:14px;">« Uma vez que nem uma criança recém-nascida nem um peixe são pessoas, o grau de gravidade em matar tanto a primeira como o segundo não é o mesmo do que a gravidade de se matar uma pessoa. »</p>
</blockquote>
<p>Peter Singer compara uma criança nascida a um peixe. </p>
<p><b>Na Holanda, <span style="background:yellow;" />8%</span> dos óbitos de crianças são assassinadas pelos próprios médicos nos hospitais.</b> Pela primeira vez, em toda a História, foi constituída a figura jurídica e cultural do “humano não pessoa” (HNP). O feto é um HNP. A partir do conceito de HNP chegaremos ao conceito de PNH (Pessoa Não Humana). É uma questão de tempo enquanto as elites poderosas se movem e apontam o caminho da política, da cultura e das ideias do futuro. </p>
Posted in aborto, ética, cultura, Darwinismo, feminismo, politicamente correcto, Sociedade Tagged: aborto, ateísmo, ética, criança, crianças, cultura da morte, gnosticismo, infanticídio, marxismo cultural, Modernismo, Moral, naturalismo, niilismo, Peter Singer, politicamente correcto, utilitarismo <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/espectivas.wordpress.com/13653/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/espectivas.wordpress.com/13653/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/espectivas.wordpress.com/13653/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/espectivas.wordpress.com/13653/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/espectivas.wordpress.com/13653/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/espectivas.wordpress.com/13653/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/espectivas.wordpress.com/13653/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/espectivas.wordpress.com/13653/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/espectivas.wordpress.com/13653/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/espectivas.wordpress.com/13653/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=espectivas.wordpress.com&blog=552949&post=13653&subd=espectivas&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>Bardamerda para o povo italiano</title>
		<link>http://espectivas.wordpress.com/2009/11/06/bardamerda-para-o-povo-italiano/</link>
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		<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 17:47:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>O. Braga</dc:creator>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<description><![CDATA[
« O desejo de igualdade levado ao extremo acaba no despotismo [de uma única pessoa] » 
&#8212; Montesquieu (&#8220;O espírito das leis&#8221;)


Em Itália, sondagens diversas feitas ao povo italiano dão uma maioria que ronda os 80% contra a decisão do Tribunal Europeu dos “Direitos Humanos” de fazer retirar coercivamente os crucifixos das escolas públicas italianas. [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=espectivas.wordpress.com&blog=552949&post=13640&subd=espectivas&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p></p>
<div style="margin-left:10em;width:700px;font-weight:550;border:1px solid black;font-size:11px;text-align:justify;background-color:antiquewhite;line-height:16px;padding:10px;"><strong>« O desejo de igualdade levado ao extremo acaba no despotismo [de uma única pessoa] » </strong></p>
<p>&#8212; Montesquieu (&#8220;O espírito das leis&#8221;)
</p></div>
<p></p>
<p>Em Itália, sondagens diversas feitas ao povo italiano dão uma maioria que ronda os 80% contra a decisão do Tribunal Europeu dos “Direitos Humanos” de fazer retirar coercivamente os crucifixos das escolas públicas italianas. Berlusconi já fez saber que não irá cumprir a decisão de um tribunal europeu que é um tigre de papel: basta que uma só nação lhe faça frente para que todo o “prestígio” artificial construído politicamente desabe como um baralho de cartas em equilíbrio precário. </p>
<p>Em defesa da decisão do tribunal europeu, uma senhora de seu nome Anabela Cabral Ferreira, que penso que seja jurista porque faz comentários jurídicos na TSF,  afirmou hoje nesta estação de rádio mais ou menos isto:</p>
<blockquote><p><strong><span style="font-size:14px;color:red;">“A lei serve a todos e não só a uma maioria”</span></strong></p></blockquote>
<p>Podemos, desde já, reduzir esta proposição ao absurdo partindo do princípio de que, na sequência do desenvolvimento político do Tratado de Lisboa que pretende construir uma federação europeia, um dia destes, um polaco que viva em Portugal poderá apelar para o tribunal europeu dos direitos humanos reclamando a retirada da bandeira nacional portuguesa dos edifícios públicos, uma vez que a presença do símbolo nacional não se compaginaria com a existência de uma federação transnacional europeia. E aqui teríamos uma só pessoa ― o polaco ― a colocar em causa a vontade da esmagadora maioria dos portugueses. E a Anabela Cabral Ferreira faria um editorial na TSF a aplaudir tal decisão do &#8220;tribunal europeu dos direitos humanos&#8221;.</p>
<p>Adiante.<br />
<span id="more-13640"></span></p>
<div style="margin-left:10em;width:700px;font-weight:550;border:1px solid black;font-size:11px;text-align:justify;background-color:antiquewhite;line-height:16px;padding:10px;">
<strong>« Mais vale que alguns sejam infelizes do que ninguém seja feliz, o que seria o caso se a igualdade fosse geral » </strong></p>
<p>&#8212; Boswell (&#8220;A vida de Samuel Johnson&#8221;)</p></div>
<p></p>
<p>Vindo de uma jurista, esta proposição revela a que ponto chegou a concepção da “lei” e de “justiça”. Essa senhora parece ignorar uma coisa muito simples: os diferentes direitos positivos variam como varia a consciência moral e social, segundo os tempos e os lugares. <span style="background:yellow;" />O fundamento do direito só pode ser um ramo superior da lógica <strong>aplicada à realidade concreta</strong> e tendente a fazer prevalecer um mínimo de princípios</span>. <b>Retirar direitos a uma maioria para dar direitos acrescidos a uma pequena minoria não é lógico ― é mesmo irracional.</b> O raciocínio de Anabela Cabral Ferreira é ilógico, irracional; diria mesmo: asinino. </p>
<p>A “lei” no sentido jurídico ― ou no sentido moral, que tem exactamente a mesma lógica ― é coisa diferente de “lei” no sentido científico, porque a primeira estabelece a <i>ordem da regra</i> (que admite excepções) e a segunda estabelece a <i>ordem da necessidade</i> (que nunca comporta excepções). Ora, a visão asinina de Anabela Cabral Ferreira acerca da “lei” é uma visão científica, e não jurídica ou moral. A lei científica pertence ao domínio da natureza; a lei humana pertence ao domínio da liberdade que a asinina Anabela Cabral Ferreira não reconhece à maioria do povo italiano.</p>
<div style="margin-left:10em;width:700px;font-weight:550;border:1px solid black;font-size:11px;text-align:justify;background-color:antiquewhite;line-height:16px;padding:10px;"><strong>[Os Franceses] querem a igualdade na liberdade e, não podendo obtê-la, continuam a desejá-la na escravidão »</strong></p>
<p>&#8212; Alexis De Tocqueville</p></div>
<p></p>
<p>O argumento da <i>abstracção da lei</i>, que pode ser invocado a partir do conceito de “vontade geral” de Rousseau, não é compaginável com o desprezo pela vontade da maioria do povo. Já lá vai o tempo das ditaduras em que o conceito de “vontade geral” servia para tudo incluindo para a instituição de um capo-de-fila ou de um cacique nacional. </p>
<p>A separação das  leis ― emanadas pelo sacrossanto tribunal europeu e de outras instituições do leviatão ― das vontades expressas pelos diversos povos da Europa faz parte de uma série de ensaios para a implantação de um totalitarismo a nível europeu. Anabela Cabral Ferreira não vê isso  talvez porque a ideologia lhe tolda o raciocínio ― se é que ela tem algum raciocínio. </p>
<p>Se a lei é feita para todos não pode, por maioria de razão, sacrificar os direitos uma maioria esmagadora para que uma minoria tenha os seus direitos acrescidos na medida em que não só essa minoria vê os seus direitos garantidos como retira direitos à maioria. <b>Pior do que uma ditadura da maioria é uma ditadura de uma minoria. </b></p>
<p>Diria mais a Anabela Cabral Ferreira : bardamerda para vontade do povo!</p>
<p><ins datetime="2009-11-06T17:52:03+00:00">Adenda</ins>: Berlusconi, que estava em cotação negativa, subiu bastante na minha consideração.</p>
Posted in ética, cultura, Justiça, Política, politicamente correcto Tagged: cristianismo, crucifixo, estaurofobia, Europa, Itália, Justiça, totalitarismo, União Europeia <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/espectivas.wordpress.com/13640/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/espectivas.wordpress.com/13640/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/espectivas.wordpress.com/13640/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/espectivas.wordpress.com/13640/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/espectivas.wordpress.com/13640/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/espectivas.wordpress.com/13640/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/espectivas.wordpress.com/13640/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/espectivas.wordpress.com/13640/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/espectivas.wordpress.com/13640/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/espectivas.wordpress.com/13640/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=espectivas.wordpress.com&blog=552949&post=13640&subd=espectivas&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>A coragem do pensamento em detrimento do desespero da bravura</title>
		<link>http://espectivas.wordpress.com/2009/11/05/a-coragem-do-pensamento-em-detrimento-do-desespero-da-bravura/</link>
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		<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 22:34:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>O. Braga</dc:creator>
				<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[ateísmo]]></category>
		<category><![CDATA[religião]]></category>
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		<description><![CDATA[Este blogue criou uma ligação para o meu blogue, o que é sinal de coragem ou de bravura. Napoleão dizia que a bravura provém do sangue ― no sentido da irreverência, do afrontamento ― e a coragem provém do pensamento. Se a civilização é, em certo sentido, a luta contra o medo, a coragem é [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=espectivas.wordpress.com&blog=552949&post=13632&subd=espectivas&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><a href="http://dignidaderebelde.blogspot.com/" rel="nofollow" target="_blank">Este blogue</a> criou uma ligação para o meu blogue, o que é sinal de coragem ou de bravura. Napoleão dizia que a bravura provém do sangue ― no sentido da irreverência, do afrontamento ― e a coragem provém do pensamento. Se a civilização é, em certo sentido, a luta contra o medo, a coragem é o medo vencido ― a coragem é a revelação da civilização plena e fecunda. Mas só podemos vencer o medo se nos interessarmos em saber a origem das coisas que nos rodeiam, e esse conhecimento não nos pode ser servido em um “pronto-a-vestir” ou “fast-food”. A cultura não se improvisa.</p>
<p>Sobre <a href="http://dignidaderebelde.blogspot.com/2009/10/concordo.html" rel="nofollow" target="_blank">este postal em particular</a>, não sei se se refere às religiões transcendentes e espirituais ou às “religiões imanentes” que são as ideologias. Os factos falam por si: entre finais do século 19 e finais do século 20, foram assassinadas pelas “religiões imanentes” ― as ideologias ― perto de 200 milhões de pessoas, incomparavelmente mais do que todas as guerras religiosas que aconteceram desde o século III antes de Cristo até ao século XIX da nossa era. Há que ter a coragem de assumir a realidade porque os <i>“factos são teimosos”</i> [Lenine]. Mas se olharmos para a barra lateral do dito blogue, vemos que quem critica as religiões é quem segue uma das ideologias políticas mais desumanas e sangrentas que existiram.</p>
<p>Mas nem tudo é negativo. No princípio do século XX as religiões deparavam-se com a detracção de três vultos com reconhecida autoridade de direito: Marx, Freud e Darwin. Já só resta o último e instala-se o desespero que afoga a razão, e os salvadores contemporâneos recrutados pela loucura debatem-se com as suas próprias contradições.  </p>
<p>Quando o autor do referido blogue, um dia, tiver o interesse ― que decorre apenas da atenção que damos às coisas ― de investigar a origem das religiões, talvez eu me sinta então obrigado a devolver-lhe a ligação a partir deste blogue. </p>
Posted in cultura Tagged: ateísmo, religião, religiões <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/espectivas.wordpress.com/13632/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/espectivas.wordpress.com/13632/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/espectivas.wordpress.com/13632/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/espectivas.wordpress.com/13632/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/espectivas.wordpress.com/13632/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/espectivas.wordpress.com/13632/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/espectivas.wordpress.com/13632/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/espectivas.wordpress.com/13632/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/espectivas.wordpress.com/13632/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/espectivas.wordpress.com/13632/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=espectivas.wordpress.com&blog=552949&post=13632&subd=espectivas&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>Insultar os políticos aumenta a nossa capacidade de suportar as suas incompetências</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 09:00:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>O. Braga</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[curiosidades]]></category>

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		<description><![CDATA[Um estudo científico realizado pela universidade de Keele, no Reino Unido, coordenado pelo professor de psicologia Richard Stephens, e publicado pela revista &#8220;NeuroReport&#8221; em Julho p.p., revelou que pelo facto de dizermos palavrões aumentamos em 50% a nossa capacidade de suportar a dor. O estudo não explica exactamente por que é que essa capacidade de [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=espectivas.wordpress.com&blog=552949&post=13626&subd=espectivas&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Um estudo científico realizado pela universidade de Keele, no Reino Unido, coordenado pelo professor de psicologia Richard Stephens, e publicado pela revista &#8220;NeuroReport&#8221; em Julho p.p., revelou que pelo facto de dizermos palavrões aumentamos em 50% a nossa capacidade de suportar a dor. <span id="more-13626"></span>O estudo não explica exactamente por que é que essa capacidade de suportar a dor acontece; apenas constatou o facto. </p>
<p>Por isso é que quando um político estiver a atentar contra a tua inteligência, a tua acção política mais inteligente é insultá-lo ― mesmo que ele não te esteja a ouvir. E por isso é que muitas vezes vemos na blogosfera expressões de “<em>grande pulha do Freeport”</em>, <em>“ladrão de merda da Face Oculta”</em>, “<em>casamenteiro gay”</em>, <em>“grande paneleiro”</em>, <em>“filho-da-puta de pedófilo”</em>, etc., quando se refere a <strong>alguns </strong>políticos. </p>
<p>Não há nada de negativo nisto: trata-se apenas de aumentar em 50% a nossa capacidade de suportar a dor. </p>
Posted in curiosidades, Política  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/espectivas.wordpress.com/13626/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/espectivas.wordpress.com/13626/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/espectivas.wordpress.com/13626/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/espectivas.wordpress.com/13626/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/espectivas.wordpress.com/13626/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/espectivas.wordpress.com/13626/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/espectivas.wordpress.com/13626/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/espectivas.wordpress.com/13626/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/espectivas.wordpress.com/13626/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/espectivas.wordpress.com/13626/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=espectivas.wordpress.com&blog=552949&post=13626&subd=espectivas&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>Claude Lévi-Strauss</title>
		<link>http://espectivas.wordpress.com/2009/11/04/claude-levi-strauss/</link>
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		<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 21:23:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>O. Braga</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[casamento]]></category>
		<category><![CDATA[Claude Lévi-Strauss]]></category>
		<category><![CDATA[estruturalismo]]></category>
		<category><![CDATA[incesto]]></category>
		<category><![CDATA[Robert Edgerton]]></category>

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		<description><![CDATA[
« Tudo o que é universal no Homem, resulta da natureza e caracteriza-se pela espontaneidade; tudo o que é adstrito a uma norma pertence à cultura e apresenta os atributos do relativo e do particular ». 
&#8212; Claude Lévi-Strauss



Claude Lévi-Strauss ― juntamente com o inglês Radcliffe-Brown ― foi o primeiro a aplicar o estruturalismo aos [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=espectivas.wordpress.com&blog=552949&post=13610&subd=espectivas&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p></p>
<div style="margin-left:10em;width:700px;font-weight:550;border:1px dotted black;font-size:12px;text-align:justify;background-color:white;line-height:18px;padding:10px;"><strong>« Tudo o que é universal no Homem, resulta da natureza e caracteriza-se pela espontaneidade; tudo o que é adstrito a uma <em>norma pertence à cultura</em> e apresenta os atributos do relativo e do particular ». </strong></p>
<p>&#8212; Claude Lévi-Strauss</p></div>
<p>
<span id="more-13610"></span><br />
<img src="http://espectivas.files.wordpress.com/2009/11/claude-levi-strauss.jpg?w=270&#038;h=294" alt="claude-levi-strauss" title="claude-levi-strauss" width="270" height="294" class="alignleft size-full wp-image-13615" />
<p style="line-height:21px;">Claude Lévi-Strauss ― juntamente com o inglês Radcliffe-Brown ― foi o primeiro a aplicar o <i>estruturalismo</i> aos organismos vivos ― neste caso ao ser humano através da antropologia cultural e da etnologia. Sobre a vida e obra de Claude Lévi-Strauss, podem ler a versão oficial e politicamente correcta na Wikipédia. </p>
<p>O <i>estruturalismo</i> não é uma doutrina científica, como por exemplo a mecânica quântica ou a teoria de cordas, nem é uma doutrina filosófica, como por exemplo o existencialismo. É antes uma <i>tendência metodológica</i> no sentido em que pretende descobrir e classificar os métodos segundo os quais os sistemas ou estruturas se organizam de forma teleológica, ou seja, no sentido de atingirem os seus próprios fins. Por exemplo, Ferdinand Saussure aplicou o <i>estruturalismo</i> à linguagem, assim como Noam Chomsky. </p>
<p>Em termos gerais, o que o <i>estruturalismo</i>, como <i>tendência metodológica</i>, pretende é tentar estabelecer, se possível, um determinismo absoluto (causa-efeito) ― ou de pelo menos reduzir a um mínimo a casualidade dos fenómenos ―  nos campos de investigação ou experiência a que se dedica. E aqui começa o meu “problema” com o <i>estruturalismo</i>.</p>
<p>Claude Lévi-Strauss sustentava que na estrutura das sociedades humanas ― como em todo o tipo de <i>estruturalismo</i> aplicado ― existe o “acaso” e a “ordem”. Por razões que não vêm agora ao caso, eu penso que o “acaso” não existe senão como “desordem” (segundo o conceito de Eric Voegelin) e como sendo uma forma alienada da “ordem”. Porém,  Claude Lévi-Strauss tem razão quando sublinha a importância da “ordem” na estruturação da cultura de uma sociedade, na medida em que sem a “ordem”, a cultura não pode desempenhar o seu papel agregador e de garantia de existência da sociedade enquanto grupo social. </p>
<p>É celebre o papel da <i>regra social</i> e da “ordem” que Claude Lévi-Strauss atribuiu à proibição do incesto ― ao tabu do incesto. A proibição do incesto é absolutamente racional porque nela assenta a ordem da família, e portanto, da sociedade: se os filhos casassem com as suas mães, deixava de ser possível a distinção entre gerações; deixaria de se saber quem são os pais, filhos, maridos ― as categorias fundamentais da família e da sociedade ruiriam e qualquer hierarquia como pressuposto da autoridade tornar-se-ia impossível. No sentido de permitir a sobrevivência da sociedade, o grupo social estabeleceu a <i>regra cultural</i> ― o tabu do incesto ― que permitiria à cultura garantir a existência do grupo como grupo, e de substituir a “desordem” ― que  Lévi-Strauss chama de “acaso” ― pela “ordem”.</p>
<p>Contudo,  Lévi-Strauss <b>não</b> tentou reduzir a sociedade a um modelo sistemático e estrutural que pudesse <i>prever</i> o comportamento da sociedade em função de uma alteração de um dos seus elementos, como seria o fim de um <i>estruturalismo</i> puro. Ele foi (talvez) alvo de má interpretação que tem justificado algumas das engenharias sociais a que temos assistido ultimamente. </p>
<p>Se partirmos do princípio de que o ser humano é um robô ― coisa que Lévi-Strauss não fez porque se distanciou do estruturalismo puro ―, ou seja, a partir do momento em que se lhe aplica o  <i>método estruturalista</i> que condiciona a sua liberdade através de um sistema  que tenha a pretensão de <i>prever</i> o seu comportamento em sociedade em função de uma alteração nos padrões culturais, caímos no actual absurdo do “casamento” gay ― mas não foi essa a mensagem de  Lévi-Strauss quando ele escreveu que <i>“a antropologia não faz outra coisa senão demonstrar a homologia [a correspondência] de estrutura entre o pensamento humano em exercício e o objecto humano a que se aplica”</i>  ― a estrutura do pensamento humano corresponde ao próprio objecto humano como portador da “ordem” que garante a sobrevivência do grupo através de uma espécie de <i>metafísica do Ser</i> que inspirou Heidegger. </p>
<p>O mesmo princípio metodológico que  levou Lévi-Strauss a caucionar  a <i>regra social</i> do tabu do incesto como um <i>princípio de ordem</i> cultural que mantém a sociedade coesa e assegura a sua sobrevivência, esse mesmo princípio sancionatório é aplicável ao “casamento” gay. </p>
<p>Em relação à crítica de  Lévi-Strauss ao humanismo cristão, aconselho a leitura do livro do antropólogo Robert Edgerton com o título <b><i>“Sick Societies: Challenging the Myth of Primitive Harmony”</i></b> (1992), em que  Edgerton põe a nu <span style="background:yellow;" />a hipocrisia paternalista da antropologia moderna</span> que também foi seguida por  Lévi-Strauss. Enquanto que a auto-crítica sempre foi uma tradição central da cultura ocidental desde Platão a Kant e Husserl, a antropologia moderna transformou esse legado cultural da auto-crítica em um “auto-ódio” cultural que se transmitiu às elites e que difere radicalmente da introspecção tradicional na cultura europeia anterior à Idade Moderna.</p>
Posted in cultura, Sociedade Tagged: casamento, Claude Lévi-Strauss, cultura, estruturalismo, incesto, Robert Edgerton, Sociedade <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/espectivas.wordpress.com/13610/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/espectivas.wordpress.com/13610/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/espectivas.wordpress.com/13610/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/espectivas.wordpress.com/13610/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/espectivas.wordpress.com/13610/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/espectivas.wordpress.com/13610/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/espectivas.wordpress.com/13610/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/espectivas.wordpress.com/13610/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/espectivas.wordpress.com/13610/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/espectivas.wordpress.com/13610/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=espectivas.wordpress.com&blog=552949&post=13610&subd=espectivas&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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