- Recuso-me a viver num país em que a uma mulher pobre, como é por exemplo o caso de Liliana Melo, e apenas por ela ser pobre, a justiça retira-lhe os filhos para adopção; e nesse mesmo país, a classe política concede a adopção de crianças a uma elite de invertidos.
- Recuso-me a viver num país em que o Estado paga, com o dinheiro dos contribuintes, os abortos que custam ao erário público cerca de 100 milhões de Euros por ano; e nesse mesmo país, um governo dito de “direita” prefere cortar nas pensões dos reformados e aumentar as taxas moderadoras nos hospitais públicos para equilibrar a despesa do Estado.
- Recuso-me a viver num país em que o infanticídio foi despenalizado, ou seja, em que uma mulher que mata o seu filho recém-nascido não é condenada a pena efectiva de cadeia.
- Recuso-me a viver num país em que o Estado penaliza fortemente com impostos as famílias numerosas, e os casais com filhos em geral, ao mesmo tempo que alivia de impostos às mães solteiras; e nesse mesmo país, a classe política legalizou e celebrou o “casamento” gay, que por definição, não dá filhos.
- Recuso-me a viver num país em que o consumo de drogas é despenalizado, e um fumador de tabaco é perseguido politicamente.
- Recuso-me a viver num país em que os meios de comunicação social privados são detidos por capitalistas, mas os chefes de redacção, nomeados por esses capitalistas, são comunistas e/ou de esquerda.
- Recuso-me a viver num país em que o dinheiro é o critério único da liberdade.
- Recuso-me a viver num país em que um homem é obrigado pela justiça a perfilhar uma criança em relação à qual é comprovadamente pai biológico; e nesse mesmo país a classe politica legaliza a adopção de crianças por pares de invertidos, retirando à criança adoptada, o pai ou mãe biológicos e o direito à sua árvore genealógica.
- Recuso-me a viver num país em que a classe política combate a cultura nacional e ancestral, em favor de uma total desnacionalização e alienação, importando da União Europeia aberrações culturais como a eutanásia “a pedido do cliente” (porque o cliente tem alegadamente uma dor de cabeça, ou coisa do género), o aborto livre, a adopção de crianças por duplas de fanchonos, a legalização das “barriga de aluguer”, ou a procriação medicamente assistida para mulheres irresponsáveis.
- Recuso-me a viver num país politicamente controlado pela maçonaria.
- Recuso-me a viver num país em que a classe política tem medo da democracia e do povo, e por isso, tem medo dos mecanismos de democracia directa. E esta recusa, pela classe política, dos mecanismos de democracia directa justifica, por si mesma, a abolição desta democracia representativa por intermédio de um golpe-de-estado.
Ora, neste país, toda a classe política, sem excepção, é responsável. Portanto, há que mudar a classe política na totalidade. A mudança neste país terá que ser radical. A democracia representativa deveria servir para representar o povo e a maioria sociológica, por um lado, e por outro lado deveria servir para garantir o futuro da sociedade. E quando uma classe política não representa o povo e aliena o futuro da sociedade, essa classe política terá que ser destituída e substituída por outra.
Acontece que nenhum partido político português representado no parlamento defende simultaneamente todas estas premissas. Por exemplo, tenho notícia de que o CDS/PP dá liberdade de voto aos seus deputados em algumas das áreas supracitadas, nomeadamente no que diz respeito à adopção de crianças por pares de homossexuais.


Lembram-se a cantiga do Quim Barreiros, “Deixa-me meter só a cabecinha?” O Partido Socialista de António José Seguro está igual:


diz o que pensa, doa a quem doer, e eu aprecio essa característica. Manuela Ferreira Leite não está à venda nem se compra; não está a soldo da estranja por um prato de lentilhas ou por promessas de um “tacho” num areópago qualquer da União Europeia. É sempre bom saber que ainda há pessoas deste calibre, neste país; ficamos melhor da alma; sentimos algum conforto que nos faz tanta falta…!













