perspectivas

Sexta-feira, 22 Agosto 2014

Meets de me®dia

Filed under: me®dia — orlando braga @ 7:54 am
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Se um grupo de 500 jovens brancos, porventura alguns com cabeças rapadas, entrasse de rompante no centro comercial Vasco da Gama em Lisboa, fazendo alarido e provocando uma comoção pública, a polícia de choque seria chamada e os me®dia não lamentariam a porrada aplicada.

Mas quando um grupo de 500 jovens, na sua esmagadora maioria negros, entra de rompante no centro comercial Vasco da Gama em Lisboa, fazendo alarido e provocando uma comoção pública, os me®dia consideram que a acção da polícia foi exagerada quando expulsou o grupo do centro comercial.

Para os me®dia, é diferente ser negro ou branco; e, a seguir, dizem que “os racistas são os outros”.

meets

Terça-feira, 24 Junho 2014

Começo a pensar que faz todo o sentido impôr a censura à comunicação social

 

O semanário SOL publicou uma “notícia” acerca um “estudo científico” segundo o qual o sexo sem compromisso faz bem à saúde mental:

Um estudo da Universidade de Nova Iorque, publicado no início deste mês, mostra que ter relações sexuais com alguém com quem não mantemos uma ligação duradoura não só não dá cabo da nossa auto-estima, como faz bem à saúde mental.

Os investigadores pediram a alunos daquele estabelecimento de ensino para, durante 12 semanas, manterem um ‘diário’ da sua vida sexual e escreverem o que sentiam após terem feito ‘casual sex’ (em português seria ‘sexo casual’ ou ‘sexo sem compromisso’), lê-se no site Metro.

Segundos os autores do estudo, aqueles que mantinham relações sexuais deste género tinham níveis mais altos de auto-estima e de satisfação pessoal, bem como uma probabilidade mais baixa de desenvolverem problemas relacionados com depressões e ansiedade.

“Normalmente, os indivíduos que mantêm relações sociosexuais sem restrições sentem menos angústia e mais felicidade após as relações sexuais, o que sugere que este tipo de relacionamento pode trazer vários benefícios”, referem os investigadores.

O estudo mostra ainda que não existem diferenças quanto ao género: Tantos as mulheres como os homens são adeptos desta prática.

O artigo é assinado pela jornaleira do SOL Joana Marques Alves.

Ou seja, o sexo sem compromisso é dissociado da emoção, por um lado, e por outro lado, decorrendo dessa dissociação, o praticante do sexo sem compromisso fica em boa condição emocional.

Qualquer pessoa com dois dedos de testa vê aqui uma contradição em termos; o problema é que há muita gente que não tem dois dedos de testa, porque o “estudo” é apresentado como sendo “científico” — tal como os “estudos científicos” behaviouristas que dizem que a educação de crianças por parte de pares de homossexuais é melhor do que a educação de crianças por parte de casais.

Por outro lado, a tentativa de colocar na mesma situação as mulheres e os homens é um absurdo, desde logo por razões biológicas (já nem falo em razões emocionais).

Muito sinceramente, começo a dar razão a Salazar. A comunicação terá que começar a ser censurada. Temos que voltar a impôr a censura nos me®dia. Se os jornalistas não têm discernimento e preparação para serem jornalistas, a sociedade será forçada a impôr uma censura à imprensa.

Sexta-feira, 20 Junho 2014

Os me®dia portugueses gostam da monarquia dos outros

Filed under: me®dia,Portugal — orlando braga @ 8:30 am
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Foi ver os canais de televisão ocupar grandes partes dos telejornais para falar do charme da monarquia espanhola. “O que é estrangeiro é que é bom”. Do nosso próprio charme monárquico, os me®dia portugueses falam pouco ou quase nada.

casal real

Quinta-feira, 5 Junho 2014

O maçon inveterado Nuno Magalhães, a SICn, e a eleição de Jean-Claude Juncker

 

O deputado do CDS/PP e maçon inveterado, Nuno Magalhães, afirmou ontem na SICn em um debate com o João Soares (filho de Mário Soares), que “o luxemburguês Jean-Claude Juncker tinha sido eleito pelos europeus para presidente da Comissão Europeia nas últimas eleições europeias”, e que “não compreendia a hesitação de Angela Merkel” (entre outros primeiro-ministros e chefes-de-estado europeus) em lhe reconhecer o direito a ser o próximo presidente da Comissão.

O João Soares nem pestanejou e até apoiou a ideia do maçon inveterado Nuno Magalhães. E a própria entrevistadora e pivô da SICn, a Ana Lourenço, fez “ouvidos de mercador”. Aliás, teria que fazer “ouvidos de mercador”, não vá o patrão do grupo de Bilderberg e patrão dela, Pinto Balsemão, acordar com uma indisposição qualquer.

Ora, o povo sabe que as eleições europeias não contam para o totobola. E por isso é que cerca de 66% dos eleitores portugueses não foram votar. E bem! E o povo sabe também que não existem eleições directas para a Comissão Europeia. Portanto, o maçon inveterado Nuno Magalhães  tentou fazer dos portugueses um bando de estúpidos — como é, aliás, característica da estupidez maçónica.

No meio disto tudo, quem foi honesta foi a Angela Merkel (pasme-se!), porque disse ao povo alemão a verdade: não existem eleições directas para os cargos de gestão da União Europeia! E os deputados eleitos para o parlamento europeu são uma espécie de palhaços que fazem recomendações políticas a mando dos dirigentes das potências do directório europeu.

Quinta-feira, 24 Abril 2014

Um exemplo do jornalismo do semanário SOL

Filed under: me®dia — orlando braga @ 9:50 am
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jornalismo do Sol web
Vejam bem o comentário do jornalista do semanário SOL:

“Três mortos e cinco feridos, um deles em estado grave, após a derrocada de um muro na sequência de uma praxe”.

Depreende-se que “o muro caiu por causa da praxe”: estavam, por ali perto do muro, uns estudantes a praxar, e vai daí, o muro incomodou-se com tamanha indignidade estudantil e resolveu agir, caindo sobre eles e matando três. “Até os muros são contra a praxe”, infere o jornalista do SOL.

Ou, visto de outra maneira: se os estudantes não estivessem a praxar, não estariam perto do muro que caiu. Ou seja, a culpa da tragédia é dos estudantes porque estavam perto do muro. Não é suposto que um muro situado em um sítio público esteja em condições de segurança: o que é suposto é que os estudantes não tenham ido praxar, para não provocar as derrocadas dos muros deste país.

Corolário: as praxes causam quedas de muros, desabamentos de terras, e ondas gigantes.

Quarta-feira, 12 Março 2014

O semanário SOL é mentiroso

Filed under: me®dia,Política,politicamente correcto — orlando braga @ 8:01 pm
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Reparem no título do SOL:

Alemanha aprova co adopção por casais homossexuais   Economia   Sol

Agora, vamos aos factos (cliquem nas imagens para ler as notícias):

German court rejects case to allow gay adoption on technicality   Reuters

German court rules against allowing same sex couples to adopt   News   DW.DE   21.02.2014

O semanário SOL está cada vez mais parecido com o pasquim Público.

Quinta-feira, 20 Fevereiro 2014

O preconceito está na causa da SIDA nos gays — dizem os me®dia

Filed under: A vida custa,Esta gente vota,me®dia — orlando braga @ 1:48 pm
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Segundo os me®dia, a razão por que um gay apanha a SIDA é devida ao preconceitos dos odientos heterossexuais: acontece uma espécie de milagre modernista: um homófobo odeia um gay, e vai daí, ele apanha “tomaticamente” a SIDA.

Gay people Mail Online

Por isso é que os gays morrem mais cedo do que os não-gays: é por causa dos porcos odientos heterossexuais que lançam pragas aos gays e, por isso, em função dessas pragas inclassificáveis, estes apanham a SIDA e outras doenças mortais, como por exemplo o cancro anal. Portanto, a única forma de acabar com a SIDA entre os gays é combater o heterossexismo e os cabrões dos heterossexuais odientos que estão na causa da morte prematura dos coitados dos gays.

Segunda-feira, 10 Fevereiro 2014

Touradas: um recado para os me®dia portugueses: o povo não pode comer lagosta!

 

anti-tourada

Os me®dia portugueses alinham vergonhosa e despudoradamente à esquerda — principalmente aquele pasquim Púbico e gay de Belmiro de Azevedo. E é também por isso é que os portugueses cada vez menos lêem jornais. Por mim, jornais como o Público não fazem falta nenhuma: já deveriam ter fechado ontem.

A intoxicação me®diática politicamente correcta contra as touradas vem de uma pseudo-elite que diz que não come carne mas come certamente lagosta. Mas os estudos de opinião dizem que a esmagadora maioria do povo português come carne e não pode comer lagosta.

Domingo, 2 Fevereiro 2014

O Silêncio dos Culpados

 

«Durant ces jours, j’ai pensé amèrement que si les machinations diaboliques des idéologies et des systèmes totalitaires ont été brutalement imposées aux peuples, comme la majeure partie des peuples européens, qui avaient été mûris par des siècles d’une authentique et profonde éducation humaine et chrétienne; que si, malgré cela, les peuples ont subi cette violence, résistant de nombreuses fois dans leur conscience et dans de nombreux autres cas aussi dans l’expression de leur vie culturelle et sociale. Donc, si certains systèmes ont été imposés à l’époque, quelle résistance pourra-t-il y avoir à la dictature qui se prépare?

C’est une dictature des médias de masse, du politiquement et culturellement correct, qui trouve une tradition catholique ignorée par la majorité des jeunes, ignorée parce que la plupart de ceux qui auraient dû leur en parler ne l’ont pas fait d’une manière appropriée; elle trouve une trame de vie sociale extrêmement faible sur le plan personnel, sur le plan de la conscience humaine, sur le plan de la sensibilisation aux valeurs éthiques fondamentales; en somme, elle trouve un peuple qui se désintègre, qui risque de subir une dictature sans même la noblesse de l’opposition.»

La dictature avance. Dans le silence.

o silencio dos culpados web

Quinta-feira, 12 Dezembro 2013

A grave doença espiritual das elites

 

O suicídio de Kate Barry (filha de Jane Birkin) chocou-me, como me chocam todos os suicídios. Mas tratando-se de uma figura pública que não vivia propriamente na pobreza, o seu suicídio torna-se ainda mais incompreensível.

(more…)

Um país civilizado

Filed under: me®dia — orlando braga @ 9:41 am
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kate-barryÉ em pequenas coisas que vemos que um país é civilizado. É o caso da Austrália. Em uma notícia acerca do suicídio de Kate Barry, filha da actriz Jane Birkin, o jornal online australiano acrescenta o seguinte no fim da notícia:

* Readers seeking support and information about suicide prevention can contact Lifeline on 13 11 14 or the Suicide Call Back Service on 1300 659 467.

(os leitores que procurem apoio e informação acerca da prevenção do suicídio podem contactar a Linha da Vida através das linhas telefónicas mencionadas)

Este é um detalhe que é praticamente impossível de ser ver num jornal português, a não ser que seja obrigado por lei. Em Portugal, a maioria dos directores dos me®dia não possui uma sensibilidade ética adequada.

Domingo, 17 Novembro 2013

O jornal Público diz que “os leitores deixaram-nos ficar mal”

 

Se há jornal que pratica sistematicamente a pseudo-informação é o jornal Público; e depois vem aqui queixar-se dos putativos ataques ad Hominem dos leitores nos comentários “on line”.

A crítica ao ad Hominem  por intermédio do Ignoratio Elenchi 

Para exemplificar o ataque ad Hominem nas caixas de comentários dos jornais, o jornal Público foi buscar o debate do século XIX entre o Bispo anglicano Wilberforce, por um lado, e o buldogue de Darwin, Thomas Huxley…! Mais uma vez, a pseudo-informação no seu melhor!, como se aquele debate fosse televisionado e pudesse ser comentado por qualquer pessoa. Ademais, o escriba do jornal Público serve-se de um putativo ataque ad Hominem para entrar pela falácia Ignoratio Elenchi  adentro, ao tentar por este meio legitimar, no sentido de dá-la como uma certeza, a teoria de Darwin.

O Quarto Poder e a espiral do silêncio 

media-spoonfeedingFace ao poder quase absoluto de formatação ideológica da opinião por parte dos me®dia, por um lado, e face ao fenómeno avassalador da espiral do silêncio que os me®dia provocam intencionalmente na sociedade, por outro lado, muitas vezes aquilo que o jornal Público classifica de ataque ad Hominem é apenas a utilização da ironia para reduzir ao absurdo uma determinada tese ideológica — “A ironia é a melhor das armas”, escreveu G. K. Chesterton. Um comentário irónico não tem que ser necessariamente um ataque ad Hominem, mas também não estamos à espera que um escriba do jornal Público reconheça esse facto.

Educação do povo = imposição da convergência de opinião

O jornal Público classifica os jornais de esquerda, como é o caso do The Guardian ou o NYT, como paradigmas do debate correcto. Ou seja, quando as opiniões apenas divergem em pequenos detalhes, o jornal Público conclui que o debate é civilizado. Se colocarmos um militante do Bloco de Esquerda a debater com um militante do Partido Comunista, iremos certamente assistir a um debate politicamente correcto. Ou seja, para o jornal Público, o debate deve ser politicamente correcto. E para que o debate seja politicamente correcto, conclui o escriba do jornal Público que o povo deve ser educado no sentido da eliminação das grandes divergências de opinião que reduzam qualquer hipótese de utilização da ironia do tipo da de Wilberforce em relação ao buldogue de Darwin. Enfim, para o jornal Público, educação do povo é sinónimo de opinião convergente.

Confrangedor

Os me®dia, em geral, e o jornal Público, em particular, são confrangedores. A opinião publicada, salvo raras excepções, faz-me “pele de galinha”. Por exemplo, a utilização de um debate do século XIX entre um darwinista e um Bispo anglicano — num tempo em que se supunha que a célula viva evoluiu a partir da lama composta de matéria inerte — para exemplificar o trolling actual nos comentários dos jornais, revela bem o nível medíocre dos jornalistas que temos. Confunde-se o reductio ad absurdum de Wilberforce com o ad Hominem de um insulto. Essa gente não faz a mínima ideia do que sabe e do que escreve, e no entanto são eles que formatam a opinião pública e impõem a espiral do silêncio. E depois admiram-se por serem insultados.

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