perspectivas

Quarta-feira, 12 Março 2014

O semanário SOL é mentiroso

Filed under: me®dia,Política,politicamente correcto — orlando braga @ 8:01 pm
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Reparem no título do SOL:

Alemanha aprova co adopção por casais homossexuais   Economia   Sol

Agora, vamos aos factos (cliquem nas imagens para ler as notícias):

German court rejects case to allow gay adoption on technicality   Reuters

German court rules against allowing same sex couples to adopt   News   DW.DE   21.02.2014

O semanário SOL está cada vez mais parecido com o pasquim Público.

Quinta-feira, 20 Fevereiro 2014

O preconceito está na causa da SIDA nos gays — dizem os me®dia

Filed under: A vida custa,Esta gente vota,me®dia — orlando braga @ 1:48 pm
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Segundo os me®dia, a razão por que um gay apanha a SIDA é devida ao preconceitos dos odientos heterossexuais: acontece uma espécie de milagre modernista: um homófobo odeia um gay, e vai daí, ele apanha “tomaticamente” a SIDA.

Gay people Mail Online

Por isso é que os gays morrem mais cedo do que os não-gays: é por causa dos porcos odientos heterossexuais que lançam pragas aos gays e, por isso, em função dessas pragas inclassificáveis, estes apanham a SIDA e outras doenças mortais, como por exemplo o cancro anal. Portanto, a única forma de acabar com a SIDA entre os gays é combater o heterossexismo e os cabrões dos heterossexuais odientos que estão na causa da morte prematura dos coitados dos gays.

Segunda-feira, 10 Fevereiro 2014

Touradas: um recado para os me®dia portugueses: o povo não pode comer lagosta!

 

anti-tourada

Os me®dia portugueses alinham vergonhosa e despudoradamente à esquerda — principalmente aquele pasquim Púbico e gay de Belmiro de Azevedo. E é também por isso é que os portugueses cada vez menos lêem jornais. Por mim, jornais como o Público não fazem falta nenhuma: já deveriam ter fechado ontem.

A intoxicação me®diática politicamente correcta contra as touradas vem de uma pseudo-elite que diz que não come carne mas come certamente lagosta. Mas os estudos de opinião dizem que a esmagadora maioria do povo português come carne e não pode comer lagosta.

Domingo, 2 Fevereiro 2014

O Silêncio dos Culpados

 

«Durant ces jours, j’ai pensé amèrement que si les machinations diaboliques des idéologies et des systèmes totalitaires ont été brutalement imposées aux peuples, comme la majeure partie des peuples européens, qui avaient été mûris par des siècles d’une authentique et profonde éducation humaine et chrétienne; que si, malgré cela, les peuples ont subi cette violence, résistant de nombreuses fois dans leur conscience et dans de nombreux autres cas aussi dans l’expression de leur vie culturelle et sociale. Donc, si certains systèmes ont été imposés à l’époque, quelle résistance pourra-t-il y avoir à la dictature qui se prépare?

C’est une dictature des médias de masse, du politiquement et culturellement correct, qui trouve une tradition catholique ignorée par la majorité des jeunes, ignorée parce que la plupart de ceux qui auraient dû leur en parler ne l’ont pas fait d’une manière appropriée; elle trouve une trame de vie sociale extrêmement faible sur le plan personnel, sur le plan de la conscience humaine, sur le plan de la sensibilisation aux valeurs éthiques fondamentales; en somme, elle trouve un peuple qui se désintègre, qui risque de subir une dictature sans même la noblesse de l’opposition.»

La dictature avance. Dans le silence.

o silencio dos culpados web

Quinta-feira, 12 Dezembro 2013

A grave doença espiritual das elites

 

O suicídio de Kate Barry (filha de Jane Birkin) chocou-me, como me chocam todos os suicídios. Mas tratando-se de uma figura pública que não vivia propriamente na pobreza, o seu suicídio torna-se ainda mais incompreensível.

(more…)

Um país civilizado

Filed under: me®dia — orlando braga @ 9:41 am
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kate-barryÉ em pequenas coisas que vemos que um país é civilizado. É o caso da Austrália. Em uma notícia acerca do suicídio de Kate Barry, filha da actriz Jane Birkin, o jornal online australiano acrescenta o seguinte no fim da notícia:

* Readers seeking support and information about suicide prevention can contact Lifeline on 13 11 14 or the Suicide Call Back Service on 1300 659 467.

(os leitores que procurem apoio e informação acerca da prevenção do suicídio podem contactar a Linha da Vida através das linhas telefónicas mencionadas)

Este é um detalhe que é praticamente impossível de ser ver num jornal português, a não ser que seja obrigado por lei. Em Portugal, a maioria dos directores dos me®dia não possui uma sensibilidade ética adequada.

Domingo, 17 Novembro 2013

O jornal Público diz que “os leitores deixaram-nos ficar mal”

 

Se há jornal que pratica sistematicamente a pseudo-informação é o jornal Público; e depois vem aqui queixar-se dos putativos ataques ad Hominem dos leitores nos comentários “on line”.

A crítica ao ad Hominem  por intermédio do Ignoratio Elenchi 

Para exemplificar o ataque ad Hominem nas caixas de comentários dos jornais, o jornal Público foi buscar o debate do século XIX entre o Bispo anglicano Wilberforce, por um lado, e o buldogue de Darwin, Thomas Huxley…! Mais uma vez, a pseudo-informação no seu melhor!, como se aquele debate fosse televisionado e pudesse ser comentado por qualquer pessoa. Ademais, o escriba do jornal Público serve-se de um putativo ataque ad Hominem para entrar pela falácia Ignoratio Elenchi  adentro, ao tentar por este meio legitimar, no sentido de dá-la como uma certeza, a teoria de Darwin.

O Quarto Poder e a espiral do silêncio 

media-spoonfeedingFace ao poder quase absoluto de formatação ideológica da opinião por parte dos me®dia, por um lado, e face ao fenómeno avassalador da espiral do silêncio que os me®dia provocam intencionalmente na sociedade, por outro lado, muitas vezes aquilo que o jornal Público classifica de ataque ad Hominem é apenas a utilização da ironia para reduzir ao absurdo uma determinada tese ideológica — “A ironia é a melhor das armas”, escreveu G. K. Chesterton. Um comentário irónico não tem que ser necessariamente um ataque ad Hominem, mas também não estamos à espera que um escriba do jornal Público reconheça esse facto.

Educação do povo = imposição da convergência de opinião

O jornal Público classifica os jornais de esquerda, como é o caso do The Guardian ou o NYT, como paradigmas do debate correcto. Ou seja, quando as opiniões apenas divergem em pequenos detalhes, o jornal Público conclui que o debate é civilizado. Se colocarmos um militante do Bloco de Esquerda a debater com um militante do Partido Comunista, iremos certamente assistir a um debate politicamente correcto. Ou seja, para o jornal Público, o debate deve ser politicamente correcto. E para que o debate seja politicamente correcto, conclui o escriba do jornal Público que o povo deve ser educado no sentido da eliminação das grandes divergências de opinião que reduzam qualquer hipótese de utilização da ironia do tipo da de Wilberforce em relação ao buldogue de Darwin. Enfim, para o jornal Público, educação do povo é sinónimo de opinião convergente.

Confrangedor

Os me®dia, em geral, e o jornal Público, em particular, são confrangedores. A opinião publicada, salvo raras excepções, faz-me “pele de galinha”. Por exemplo, a utilização de um debate do século XIX entre um darwinista e um Bispo anglicano — num tempo em que se supunha que a célula viva evoluiu a partir da lama composta de matéria inerte — para exemplificar o trolling actual nos comentários dos jornais, revela bem o nível medíocre dos jornalistas que temos. Confunde-se o reductio ad absurdum de Wilberforce com o ad Hominem de um insulto. Essa gente não faz a mínima ideia do que sabe e do que escreve, e no entanto são eles que formatam a opinião pública e impõem a espiral do silêncio. E depois admiram-se por serem insultados.

Domingo, 10 Novembro 2013

Nunca utilizem o sarcasmo com um jornalista português

Filed under: A vida custa,Esta gente vota,me®dia — orlando braga @ 9:07 am
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Se um jornalista português perguntar se o Papa vai aprovar o "casamento" gay nas igrejas, e se você responder: “Sim!, e também vai tornar-se muçulmano!”, no dia seguinte aparecem as parangonas:

 

papa nos merdia

Sexta-feira, 30 Agosto 2013

A filosofia causa “pele de galinha”

A Helena Damião escreve aqui um verbete (que comentarei a seguir a uma breve nota) em que cita Karl Popper e classificando-o de “epistemólogo”. Epistemólogo deriva de epistemologia. Ora, epistemologia é um termo ambíguo, porque no mundo anglo-saxónico (Estados Unidos, Reino Unido, etc.) significa “teoria do conhecimento”, e na Europa continental – sobretudo em França – significa “história da ciência”.

Quando a Helena Damião diz que Karl Popper foi um “epistemólogo”, ficamos sem saber exactamente se ele foi um especialista na área da teoria do conhecimento, ou se foi um especialista na área da história da ciência – porque as duas áreas não são coincidentes.

A verdade é que Karl Popper foi um filósofo, porque para além da história da ciência, abordou também a metafísica (por exemplo, a teoria dos “três mundos”), um pouco a ética, muita filosofia política (podemos concordar com ela ou não), etc.. Mas, para algumas pessoas, a palavra “filosofia” causa pele de galinha e suores frios. E por isso é que Karl Popper é classificado de “epistemólogo”.


Em relação aos me®dia – no caso vertente do verbete de Helena Damião, falamos da televisão -, simpatizo com a opinião da Helena Damião pela coragem dela em negar a lógica da espiral do silêncio . A política editorial dos me®dia não se rege apenas pela lógica do lucro: em vez disso, existe sempre uma qualquer agenda política e cultural que impõe à sociedade uma espiral do silêncio. Essa agenda política e cultural pode ser, por exemplo, neoliberal, ou pode ser neomarxista – o que no fundo vai dar no mesmo, porque o neoliberalismo faz parte do processo revolucionário.

A indução do gosto do feio é uma forma de degradação moral da sociedade, porque a ética está intimamente ligada à estética. Quando alguém gosta do feio, podemos imediatamente inferir as características básicas da sua ética. A indução do gosto do feio, por parte dos me®dia, não é só parte de um negócio: faz sobretudo parte de uma agenda política específica que, utilizando a espiral do silêncio, acaba por homogeneizar a cultura antropológica e enraizá-la na barbárie.

[ ficheiro PDF ]

Sábado, 24 Agosto 2013

O tipo de informação do jornal Público

« A organização não governamental Médicos Sem Fronteiras (MSF) revelou neste sábado que três hospitais com os quais colabora na Síria receberam, três horas depois do supostos ataque com armas químicas nos arredores de Damasco, mais de 3600 pessoas com sintomas neurotóxicos, das quais 355 acabaram por morrer.

A oposição síria acusou na quarta-feira o regime de Bashar Al-Assad de ser o responsável pela morte de mais de 1300 pessoas, muitas delas crianças, nos arredores de Damasco, alegadamente com recurso a armas químicas.

O Governo sírio, por sua vez, também acusa os rebeldes de usarem armas químicas. »

Médicos Sem Fronteiras confirmam mortes provocadas por armas químicas na Síria


Vamos ver agora aquilo que o jornal Público não quis publicar:

Syrian rebels use toxic chemicals against govt troops near Damascus – state média

«Syrian rebels have used chemical weapons against regime forces in the Damascus suburb of Jobar, where soldiers discovered stockpiles of toxic poisoning antidotes, state media reports.

According to SANA citing “an official source” suffocation cases among army soldiers have been reported.

The source told the agency that army unit pushed into the area, where soldiers were attacked, and seized a warehouse containing material labeled ‘Made in KSA’ as well as a large number of protective masks.»

É caso para dizer: ganhe vergonha!, Sr. Engº Belmiro de Azevedo!

Segunda-feira, 19 Agosto 2013

Sr. Engº Belmiro de Azevedo: tenha vergonha !

Sr. Engº Belmiro de Azevedo: até quando vamos ter “notícias” destas no seu jornal (ver ficheiro em PDF)? Até quando o senhor vai continuar a patrocinar a negação sistemática do Estado de Direito através do seu jornal? Até quando o senhor vai continuar a alinhar com a esquerda radical travestida de jornalismo? Desde quando quem prevarica é considerado herói?

Ganhe vergonha, sr. Engº.!

Quinta-feira, 25 Julho 2013

A comunicação social portuguesa é parôla e provinciana

Filed under: me®dia,Portugal — orlando braga @ 3:32 pm
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Os me®dia televisivos portugueses passam todos os dias notícias e imagens acerca do nascimento do bebé herdeiro do trono de Inglaterra. Eu não tenho nada contra essa difusão noticiosa; pelo contrário, penso que o nascimento do bebé George Alexander Louis merece atenção noticiosa.

Mas existe nos me®dia portugueses um duplo critério de notícia, porque nunca o nascimento de qualquer um dos três filhos de SAR D. Duarte Pio e de SAR D. Isabel de Herédia causou tanta comoção me®diática. Temos uma comunicação social parôla e provinciana, digna de um país da América Central.

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Família Real Portuguesa

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