perspectivas

Quarta-feira, 6 Agosto 2014

O Acordo Ortográfico e o terrorismo do Estado português contra a cultura portuguesa

Filed under: acordo ortográfico,educação,Maçonaria — O. Braga @ 8:37 am
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« 14,4% de “reprovados” na “prova de avaliação dos professores contratados” por “erros ortográficos”. Aliás, 62,8% do total de examinandos registaram “mais de três erros ortográficos” nesta “prova”. »

“Ninguém será abatido, preso ou punido”

O que estamos a assistir é um terrorismo de Estado contra a cultura portuguesa.

O Estado português reprova professores por não respeitarem o Acordo Ortográfico. Quem se recusa a escrever em brasileiro não tem lugar no ensino da língua e da cultura portuguesas. Estamos em presença de uma tentativa do Estado português em colonizar o seu próprio povo.

Isto tem que ter um fim, nem que seja seguindo o método dos anarquistas do princípio do século XX.

Quinta-feira, 3 Julho 2014

Fernando Pessoa, a Maçonaria e os Templários

Filed under: Maçonaria — O. Braga @ 6:41 pm
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Um leitor enviou-me a seguinte mensagem electrónica (vulgo “email”):

«

só hj li um texto antigo seu Fernando pessoa e a era da Gnose

Nele vc escreve o seguinte trecho:

“…Com o advento da revolução francesa e do Positivismo, entramos todos na Era da Gnose, o tempo de predomino cultural e social dos novos gnósticos, em que se misturou a Gnose da antiguidade tardia, com a nova Gnose cientificista. É assim, por exemplo, que Fernando Pessoa consegue ser um acérrimo defensor da ciência positivista e, simultaneamente, anunciar o seu místico apoio à maçonaria, por um lado, e por outro lado defender a veracidade absoluta das profecias do Bandarra e de Nostradamus — para além de se dizer, ele próprio, membro da Ordem dos Templários que, como sabemos, foi o esteio medieval da maçonaria operativa. …”

Nunca levei a sério essa questão dos templários com a maçonaria, mas como vc é uma pessoa de confiança, gostaria de uma sugestão sua de bibliografia/textos sobre o assunto.

»

Um dos livros que é absolutamente essencial para se compreender a história da maçonaria — se bem que relata essa história de uma forma apologética — é o livro “A Maçonaria Universal — Uma Irmandade de Carácter Secreto”, Lisboa 2003, de autoria do maçon Miguel Martín-Albo. O livro não nos diz tudo, mas diz-nos o essencial acerca da maçonaria. O conteúdo do livro é insuspeito porque foi escrito por um maçon inveterado e lobotomizado.

No livro, chamo à atenção das páginas 60 a 69, em que Miguel Martín-Albo se refere ao papel dos Templários na formação da maçonaria. Portanto, ou o maçon Miguel Martín-Albo mente, ou existe uma ligação entre os Templários e a maçonaria.

Fernando Pessoa, de burro não tinha nada. Ele conhecia a ligação dos Templários à “formatação” da maçonaria. Para se conhecer o pensamento de Fernando Pessoa sobre este assunto, há que ler as “Obras em Prosa” de Fernando Pessoa.

Por último: eu não sou uma “pessoa de confiança”; aliás, ninguém é.

Terça-feira, 1 Julho 2014

O retorno do jacobinismo na Europa

 

Ao contrário do que acontece com a maioria dos escribas do blogue Blasfémias, a Helena Matos entende perfeitamente a ligação estreita entre a cultura antropológica e a economia. Eu tenho boa memória, e lembro-me de ler o João Miranda a defender o “casamento” gay, ou pelo menos dizendo que “cada um é livre de casar com quem quiser”. O problema dos libertários da direita é que são os idiotas úteis da esquerda.

Edmund Burke chamou aos jacobinos “a encarnação do mal”. E o jacobinismo, em Portugal, é alimentado pelo GOL (Grande Oriente Lusitano) que controla o Partido Socialista e que, por sua vez, mantém ligações estreitas com o Grande Oriente de França que alimenta a política do socialista François Hollande. E não podemos separar o jacobinismo, por um lado, do positivismo, por outro lado. Jacobinismo e positivismo são duas faces da mesma moeda, e estão na base do actual cientismo.

Portanto, é preciso apontar o dedo à maçonaria em geral, e ao GOL (Grande Oriente Lusitano) em particular. Existe, de facto, um retorno ao jacobinismo na Europa e por falta de comparência dos seus adversários. Até o “papa Francisco” se esconde por detrás do politicamente correcto, quando afirma, por exemplo, que “os comunistas são cristãos que não saíram do armário”. Comparar um comunista com um cristão propriamente dito, só lembra ao “papa Francisco”!

O que os jacobinos pretendem é radicalizar posições; cortar a sociedade a meio, dividir a sociedade para poder reinar — tal como fez o Afonso Costa na I república. E o Partido Socialista actual não é já um partido de consenso, mas antes é um partido radical que sofreu a infiltração de gente proveniente do Bloco de Esquerda e continua sob forte influência do GOL (Grande Oriente Lusitano).

Domingo, 29 Junho 2014

Quando os democratas são contra a democracia

Filed under: Maçonaria,Política,Portugal — O. Braga @ 10:06 am
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“Se Portugal hoje é uma Nação de rastos e incapaz de resistir à demência neoliberal que nos tomou a todos de assalto, é graças em grande parte à escumalha marxista que destruiu os alicerces económicos da soberania nacional logo durante o PREC.

Pessoas que não tinham a mínima noção de como um País se governa ou de como se gere uma economia, foram de um momento para o outro projectadas para o poder. Mercenários e traidores à Pátria que num outro qualquer País decente seriam presos ou fuzilados, não tardaram a apossar-se de cargos-chave essências ao funcionamento da Nação.”

Varela, Cravo e Canela

A Esquerda, em geral, utiliza hoje uma estratégia política similar à do partido republicano depois de 1890 (depois do Ultimato inglês) e até 1910; optou pela imbecilização da opinião. A imbecilização da opinião é feita por políticos — que se dizem democratas — que combatem a democracia em nome da democracia.

Por exemplo, em 1899 aconteceu um surto de peste negra na cidade do Porto, surto esse provocado pelo tráfego de navios do Oriente que traziam a doença. Depois de alguma hesitação, e para evitar a contaminação geral da doença, a cidade foi isolada e o comércio fechado.

O desemprego disparou na cidade; começou a fome; e o partido republicano dizia então que a culpa do surto da peste negra na cidade do Porto era do Rei Dom Carlos! Mas não se ficou por aqui! O republicano Afonso Costa declarou no parlamento1:

“Os cento e onze óbitos motivados pela epidemia [de peste negra] não valem os milhares de contos perdidos pelo comércio e pela indústria [da cidade do Porto], e os mil contos gastos com as medidas adoptadas”.

Colocar em uma mesma categoria de análise política a vida de seres humanos, por um lado, e o dinheiro gasto para a salvar ou para a proteger, por outro lado, é próprio de gente inqualificável eticamente — e foi esta gente que governou Portugal durante a I república e que ainda hoje são eminência parda do Poder que se esconde pelas lojas maçónicas do país.

E não é que a imbecilização da opinião deu resultado?! Nas eleições que se seguiram, o partido republicano conseguiu eleger, pela primeira vez, três deputados.

E se analisarmos o que se passou nos 16 anos da I república, não sabemos se rir ou chorar; mas podemos afirmar sem rebuço que foi vergonhosa! A I república foi uma vergonha nacional! Ao lermos a história da I república, temos a sensação de que estamos a ler uma obra de ficção — aquilo não pode ter sido real! — e uma tragicomédia que explora o absurdo até ao insuportável. Mas o absurdo da I república vem de quase todos os quadrantes da política portuguesa, incluindo algumas seitas de monárquicos: parecia que a política portuguesa se tinha transformado em um manicómio aberto ao público.

Nota
1. “História de Portugal”, José Hermano Saraiva, Volume VIII, Lisboa, 2004

Segunda-feira, 23 Junho 2014

O bi-partidarismo da monarquia constitucional e a entrada do Portugal republicano na I Guerra Mundial

Filed under: Europa,Maçonaria,Política — O. Braga @ 7:51 pm
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Este verbete no Corta-fitas “embrulha” uma série de ideias.

1/ A ideia de Pulido Valente segundo a qual “a monarquia caiu por duas razões. Primeiro, porque os partidos “rotativos”, o Regenerador e o Progressista, que não podiam sobreviver numa sociedade urbana (no fundo, Lisboa, e um pouco o Porto), se começaram a dividir no reinado de D. Carlos”, não está correcta, conquanto que a segunda razão esteja.

O bi-partidarismo, entendido em si mesmo, é um sistema tão bom ou melhor do que o multi-partidarismo (ver a opinião de Karl Popper acerca do bi-partidarismo). O problema da monarquia constitucional do século XIX esteve no tipo de cultura política, e não no sistema político entendido em si mesmo.

“A tirania do Senhor Dom Carlos procede de feras mais obesas: do porco. Que o porco esmague o lodo é natural. O que é inaudito é que o ventre de um porco esmague uma nação e dez arrobas de cebo achatem 4 milhões de almas”. — Guerra Junqueiro, publicado no jornal “Voz Pública”, de Lisboa.

O texto supracitado revela a cultura política dos intelectuais portugueses daquela época. “Liberdade” era sinónimo de “possibilidade de insulto público e publicado sem reservas e sem lei”. Aliás, a esmagadora maioria dos intelectuais portugueses ou era republicana, ou pertencia à maçonaria, ou as duas coisas. E quando não eram republicanos ou/e maçónicos, os poucos intelectuais portugueses faziam o jogo político do inimigo.

Por exemplo, em 1876, o partido Reformista, liderado pelo Bispo de Viseu, e o partido Histórico, liderado pelo duque de Palmela, celebraram o Pacto da Granja, através do qual os dois partidos se fundiam e fundavam um novo partido: o partido Progressista (um dos dois partidos do futuro rotativismo). Repare-se que os dois partidos eram liderados por um membro do alto clero português e por um alto membro da nobreza!

Nos dias seguintes ao nascimento do partido Progressista, o governo “caiu”, e o novo Partido Progressista tentou influenciar o Rei D. Luís no sentido de que preferisse a sua política à de Fontes Pereira de Melo; porém, o Rei optou novamente pelo Fontes. Seguiu-se que o partido Progressista, liderado por um Bispo e por um duque, entrou por uma série de impropérios publicados contra o Rei que fariam corar um carroceiro! Portanto, este é um dos muitos exemplos de como os monárquicos foram igualmente responsáveis pela queda monarquia.

Por outro lado, embora os dois partidos do rotativismo tivessem uma implantação nacional, a política real e efectiva era feita em Lisboa — e por isso é que a ideia segundo a qual os partidos “rotativos”, o Regenerador e o Progressista, que não podiam sobreviver numa sociedade urbana, é simplista.

2/ Estou de acordo com a segunda ideia de Pulido Valente: a corrupção do sistema político — a começar pela Casa Real na famigerada querela dos “adiantamentos”. Os monárquicos actuais (como eu) têm que reconhecer os erros próprios cometidos no passado. “A verdade liberta”.

3/ A ameaça da Alemanha (e outros países continentais) em relação aos territórios ultramarinos portugueses foi real, e foi a principal razão por que Portugal entrou na I Guerra Mundial.

“A Alemanha apossa-se de Quionga e o conde alemão de Azfeld entra em combinações com o ministro inglês Balfour sobre a partilha do nosso património (colonial português). Como os Estados Unidos também quisessem parte do espólio, sobretudo desejando o arquipélago açoriano de tão grande importância estratégica, a operação foi adiada para melhor oportunidade, não sem a intervenção do Marquês de Soveral, nosso ministro em Londres, imensamente facilitada por aquela pretensão da grande república. As ameaças não cessavam, todavia.

Alguns anos depois, quando, em 1904, decorria a guerra russo-japonesa, parece que um acordo secreto entre a Itália, França, Alemanha e Rússia, que procuravam evitar a intervenção da Inglaterra a favor do Japão, fazia de Portugal e da Bélgica os bodes expiatórios. A Alemanha ficaria com as nossas colónias, enquanto a Espanha nos limitaria na metrópole a soberania”.

→ “História de Portugal”, José Hermano Saraiva, 2004, volume VII.

É claro que a entrada do Portugal republicano — e independentemente das querelas com os monárquicos — na I Guerra Mundial teve como principal razão a manutenção das colónias.

Sexta-feira, 13 Junho 2014

A maçonaria terá que ser responsabilizada pelo sangue que se irá verter na Europa

 

«O melhor lugar para realizar esta transformação é a escola, e [Vincent] Peillon confirma: “A revolução implica estabelecer o esquecimento de tudo o que antecedeu a nova revolução. Então a escola passa a ter um papel importante, porque a escola deve fazer com que a criança corte todas as suas ligações pré-republicanas para ensiná-la a ser um verdadeiro cidadão. É como um novo nascimento, uma transubstanciação para trabalhar na escola e para a escola. Precisamos de uma nova igreja com os seus novos ministros, a sua nova liturgia e as suas novas Tábuas da Lei”.»

A quarta revolução secularista


Uma coisa é o que nós lemos acerca da maçonaria, e outra coisa, bem diferente, é o que ela é na realidade; e nós temos que julgar a maçonaria pelas acções, e não por aquilo que ela diz publicamente que é.

Quando a maçonaria diz que não é uma religião, porque alegadamente aceita pessoas de quaisquer credos, trata-se de um sofisma, porque o que se passa na realidade é que uma desqualificação implícita das outras religiões implica uma sobrevalorização da religião maçónica: as religiões em geral são desvalorizadas, e por isso é que a maçonaria aceita membros de outras religiões.

De resto, a maçonaria possui templos; altares; código moral; rituais de adoração; vestimentas e apetrechos para os ritos; dias festivos; hierarquia; rituais de iniciação; rituais fúnebres; promessas de eterna recompensa e/ou punição. E depois vêm os iluminados tentar enganar o povo dizendo que “a maçonaria não é uma religião”…

O que está a acontecer em França, com o crescimento da Front Nationale de Marine Le Pen, também é um fenómeno anti-maçónico.

É a reacção a um poder não democrático e mesmo anti-democrático que controla hoje as instituições da União Europeia e sobretudo as instituições de França. À medida em que a maçonaria vai radicalizando a sua política irracional, a reacção agudiza-se; e é possível e até provável que venha a ser vertido sangue. Direi mais: pessoas como Peillon têm já a sua vida em sério risco (até porque ele não vai ser ministro toda a vida); não me admiraria nada que acontecesse uma tragédia em França.

O conhecido realizador de cinema, o francês Jean-Luc Godard, já veio dizer que François Hollande deveria nomear Marine Le Pen como primeira-ministra:

« Interrogé sur la situation politique en Europe, il répond sans mâcher ses mots: “J’espérais que le Front national arriverait en tête. Je trouve que Hollande devrait nommer – je l’avais dit à France Inter, mais ils l’ont supprimé – Marine Le Pen premier ministre. (…) Pour qu’on fasse semblant de bouger, si on ne bouge pas vraiment”. »

A maçonaria, instalada no Poder de uma forma não democrática, está a gerar anti-genes que tendem a uma radicalização da vida política, não só em França como em toda a Europa. E à medida em que a Maçonaria radicaliza, justificam-se todas as acções para não só a deter, mas também para a desmantelar utilizando meios inéditos na História. O problema da maçonaria não é apenas religioso: transformou-se em um enorme problema político.

Quinta-feira, 5 Junho 2014

O maçon inveterado Nuno Magalhães, a SICn, e a eleição de Jean-Claude Juncker

 

O deputado do CDS/PP e maçon inveterado, Nuno Magalhães, afirmou ontem na SICn em um debate com o João Soares (filho de Mário Soares), que “o luxemburguês Jean-Claude Juncker tinha sido eleito pelos europeus para presidente da Comissão Europeia nas últimas eleições europeias”, e que “não compreendia a hesitação de Angela Merkel” (entre outros primeiro-ministros e chefes-de-estado europeus) em lhe reconhecer o direito a ser o próximo presidente da Comissão.

O João Soares nem pestanejou e até apoiou a ideia do maçon inveterado Nuno Magalhães. E a própria entrevistadora e pivô da SICn, a Ana Lourenço, fez “ouvidos de mercador”. Aliás, teria que fazer “ouvidos de mercador”, não vá o patrão do grupo de Bilderberg e patrão dela, Pinto Balsemão, acordar com uma indisposição qualquer.

Ora, o povo sabe que as eleições europeias não contam para o totobola. E por isso é que cerca de 66% dos eleitores portugueses não foram votar. E bem! E o povo sabe também que não existem eleições directas para a Comissão Europeia. Portanto, o maçon inveterado Nuno Magalhães  tentou fazer dos portugueses um bando de estúpidos — como é, aliás, característica da estupidez maçónica.

No meio disto tudo, quem foi honesta foi a Angela Merkel (pasme-se!), porque disse ao povo alemão a verdade: não existem eleições directas para os cargos de gestão da União Europeia! E os deputados eleitos para o parlamento europeu são uma espécie de palhaços que fazem recomendações políticas a mando dos dirigentes das potências do directório europeu.

Terça-feira, 29 Abril 2014

O CDS/PP de Paulo Portas pretende ser uma espécie de “Partido Socialista da direita”

Filed under: Maçonaria,Política,politicamente correcto — O. Braga @ 7:51 pm
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O deputado do CDS/PP Nuno Magalhães (na foto), para além de ser o líder parlamentar do CDS/PP, é um maçon inveterado, como é sabido e parece evidente; e é também o que há de mais politicamente correcto dentro do CDS/PP, na linha política de Paulo Portas e do deputado João Almeida.

 

nuno_magalhaes_cds_webO CDS quer a criminalização das praxes violentas, mas coloca no Governo o “ónus político” de definir a moldura penal.

Os centristas apresentaram esta tarde, em conferência de imprensa, um projecto de resolução que recomenda ao Governo a criação de um regime sancionatório aplicável à prática de “actos humilhantes ou degradantes” a propósito de situações ligadas aos meios escolares.

“Queremos que o Governo pondere a possibilidade de criminalização de praxes violentas. Achamos pertinente a proposta, mas num acto de modéstia sabemos que o Governo tem mais informação e melhor poderá estudar a matéria”, afirma o líder parlamentar do CDS, Nuno Magalhães, que aponta para uma coordenação entre os vários ministérios: Educação, Administração Interna e Justiça.

 

Qualquer pessoa com dois dedos de testa (coisa que os dirigentes do CDS/PP não têm!) questiona-se como se pode criminalizar a intenção sem indícios. Ou ¿qual é o critério que defina “praxe violenta”? Por exemplo, obrigar um caloiro, que não fume, a fumar um cigarro, ¿pode ser considerado “praxe violenta”? Forçar um caloiro a fazer o pino (mesmo que ele não o consiga fazer) ¿é “praxe violenta”?

¿Qual é o critério que defina “práticas de natureza violenta, humilhante e degradante”? ¿Será que, para este CDS/PP politicamente correcto, esse critério é subjectivo?

Ninguém é obrigado a participar nas praxes. ¿Será tão difícil perceber isto?!

 

 

 

 

Sexta-feira, 28 Fevereiro 2014

O “irmão” Miguel Relvas ainda pertence à Maçonaria?

Filed under: Maçonaria — O. Braga @ 1:36 pm
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miguel relvas maçon moti web

Quinta-feira, 27 Fevereiro 2014

O maçon inveterado e corrupto Luís Montenegro está contra a suspensão do Acordo Ortográfico

 

O problema do Partido Social Democrata é o da influência da maçonaria corrupta no partido. O Partido Social Democrata é hoje mais vulnerável à corrupção maçónica do que o Partido Socialista. Quando a maçonaria constitui uma força política não-democrática formidável, e simultaneamente torna-se profundamente corrupta, pode levar um país inteiro à degradação moral, cultural e civilizacional.

luis montenegro acordo ortografico

Domingo, 23 Fevereiro 2014

Armadilha legalista da maçonaria

Filed under: Maçonaria — O. Braga @ 11:13 am
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“No domínio do Direito, nenhuma dedução científica é possível”S. Boaventura

A eutanásia foi legalizada na Bélgica em 2002, e agora surge a primeira litigância judicial contra um “médico” que assassinou uma “cliente”. Mas o problema de qualquer litigância judicial é que parte do princípio de que a lei (da eutanásia, neste caso) deve ser respeitada, ou seja, parte do pressuposto de que a lei (da eutanásia) é aceitável e legítima.

A única forma de combater uma lei maçónica iníqua — como, por exemplo, a lei da eutanásia ou do aborto — é não a considerar legal porque é ilegítima. Não há como considerar um quadro legal iníquo para uma qualquer litigância judicial: essa lei simplesmente não existe porque deve ser recusada enquanto lei ilegítima. E sendo que uma determinada lei não existe de facto (porque não é legítima), não faz sentido qualquer litigância judicial em torno dela.

Quarta-feira, 19 Fevereiro 2014

A base ideológica da maçonaria é a “evolução”, mas não admite que a sua própria mundividência evolua

Filed under: Maçonaria — O. Braga @ 2:34 pm
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Este artigo é interessante:

“Masonry is not godless. But the concept of God they have adopted is different from that of religion. The god of Masonry is an exalted principle. It is at the apex of the evolution. By criticizing our inner being, knowing ourselves and deliberately walking in the path of science, intelligence and virtue, we can lessen the angle between him and us. Then, this god does not possess the good and bad characteristics of human beings. It is not personified. It is not thought of as the guide of nature or humanity. It is the architect of the great working of the universe, of its unity and harmony. It is the totality of all the creatures in the universe, a total power encompassing everything, an energy. Despite all this, it cannot be accepted that it is a beginning this is a great mystery.”

panteismo webEm termos filosóficos, o conceito de “evolução” defendido pela maçonaria corresponde aproximadamente ao conceito dialéctico de Hegel, que é um processo de evolução rumo a um Absoluto perfeito e prometaico que é imanente (e, por isso, não é transcendente à realidade da natureza material), ou seja, trata-se de um monismo ou panteísmo, em que não existe um Deus criador mas apenas um demiurgo que, alegadamente, é o arquitecto das leis da natureza, e ele próprio (o demiurgo) é a totalidade das partes do universo (o conceito de “Deus sive Natura”, de Espinoza). O demiurgo maçónico — que substitui, na maçonaria, o Deus criador dos monoteísmos — é a totalidade do mundo natural. É de supôr que, em algumas associações maçónicas, e na sequência das influências da gnose da Antiguidade Tardia, o demiurgo (ou seja, o “arquitecto do universo”) seja identificado com a figura bíblica/judaica de Lúcifer.

Tal como em Espinoza, a mundividência maçónica é, essencialmente, uma forma de materialismo, na medida em que condiciona qualquer outra realidade existencial à condição material determinista — o universo material é o paradigma da mundividência existencial maçónica.

Algumas seitas maçónicas admitem a metamorfose órfica: os fragmentos escritos órficos (de Orfeu) sobre o Além referem-se a uma “metamorfose da alma humana”, depois da morte do ser humano físico, em uma divindade (não se trata aqui de um conceito de “metempsicose”). Mas essa divindade órfica e maçónica está sujeita à mesma lógica determinista das leis do demiurgo ou “arquitecto”, a que Fernando Pessoa chamava maçonicamente “O Destino” — e que mais não era senão o determinismo exarado do conjunto das leis naturais “arquitectadas” pelo demiurgo.

Por tudo isto, a maçonaria não vê no surgimento do ser humano na Terra senão uma espécie de processo dialéctico hegeliano de evolução imanente e material, rumo a uma perfeição absoluta e prometaica (rumo a uma espécie de paraíso na Terra). Ou seja, qualquer intervenção directa de um Deus criador na dinâmica da evolução, está colocada fora de hipótese, porque a “evolução” é entendida como um processo autónomo da vontade de um qualquer ser supra-natural — ou seja, a evolução é um processo que se desenrola por si mesmo e a uma “velocidade de cruzeiro”, e em função das leis deterministas arquitectadas pelo demiurgo.

Aqui, a maçonaria diverge do ateísmo naturalista puro: enquanto que, por exemplo, para Richard Dawkins, a evolução não tem qualquer finalismo 1 , para a maçonaria, esse finalismo existe em função de um determinismo que resulta de um “processo evolucionista” que se fundamenta nas leis naturais exaradas pelo demiurgo. Enquanto que, para o naturalismo de Richard Dawkins, a natureza é provida por um “relojoeiro cego” (a natureza é uma “máquina” que funciona sem um fim em si mesma), para a maçonaria, a natureza é uma “máquina” provida por “relojoeiro demiurgo e inteligente” e que tem, em si mesma, uma finalidade determinista e determinada.

Embora a teoria quântica tenha destruído totalmente, sem apelo nem agravo, a mundividência determinista maçónica, a maçonaria continua a defender o evolucionismo determinista para os outros, negando qualquer evolução para si mesma.

Nota
1. A recusa do finalismo na natureza: Descartes defendeu uma coisa semelhante: para Descartes só existia finalismo na ética, mas não na natureza; para Richard Dawkins, não existe nem finalismo na ética, nem finalismo na natureza.

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