perspectivas

Sexta-feira, 28 Fevereiro 2014

O “irmão” Miguel Relvas ainda pertence à Maçonaria?

Filed under: Maçonaria — orlando braga @ 1:36 pm
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miguel relvas maçon moti web

Quinta-feira, 27 Fevereiro 2014

O maçon inveterado e corrupto Luís Montenegro está contra a suspensão do Acordo Ortográfico

Filed under: acordo ortográfico,Maçonaria — orlando braga @ 4:55 pm
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O problema do Partido Social Democrata é o da influência da maçonaria corrupta no partido. O Partido Social Democrata é hoje mais vulnerável à corrupção maçónica do que o Partido Socialista. Quando a maçonaria constitui uma força política não-democrática formidável, e simultaneamente torna-se profundamente corrupta, pode levar um país inteiro à degradação moral, cultural e civilizacional.

luis montenegro acordo ortografico

Domingo, 23 Fevereiro 2014

Armadilha legalista da maçonaria

Filed under: Maçonaria — orlando braga @ 11:13 am
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“No domínio do Direito, nenhuma dedução científica é possível”S. Boaventura

A eutanásia foi legalizada na Bélgica em 2002, e agora surge a primeira litigância judicial contra um “médico” que assassinou uma “cliente”. Mas o problema de qualquer litigância judicial é que parte do princípio de que a lei (da eutanásia, neste caso) deve ser respeitada, ou seja, parte do pressuposto de que a lei (da eutanásia) é aceitável e legítima.

A única forma de combater uma lei maçónica iníqua — como, por exemplo, a lei da eutanásia ou do aborto — é não a considerar legal porque é ilegítima. Não há como considerar um quadro legal iníquo para uma qualquer litigância judicial: essa lei simplesmente não existe porque deve ser recusada enquanto lei ilegítima. E sendo que uma determinada lei não existe de facto (porque não é legítima), não faz sentido qualquer litigância judicial em torno dela.

Quarta-feira, 19 Fevereiro 2014

A base ideológica da maçonaria é a “evolução”, mas não admite que a sua própria mundividência evolua

Filed under: Maçonaria — orlando braga @ 2:34 pm
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Este artigo é interessante:

“Masonry is not godless. But the concept of God they have adopted is different from that of religion. The god of Masonry is an exalted principle. It is at the apex of the evolution. By criticizing our inner being, knowing ourselves and deliberately walking in the path of science, intelligence and virtue, we can lessen the angle between him and us. Then, this god does not possess the good and bad characteristics of human beings. It is not personified. It is not thought of as the guide of nature or humanity. It is the architect of the great working of the universe, of its unity and harmony. It is the totality of all the creatures in the universe, a total power encompassing everything, an energy. Despite all this, it cannot be accepted that it is a beginning this is a great mystery.”

panteismo webEm termos filosóficos, o conceito de “evolução” defendido pela maçonaria corresponde aproximadamente ao conceito dialéctico de Hegel, que é um processo de evolução rumo a um Absoluto perfeito e prometaico que é imanente (e, por isso, não é transcendente à realidade da natureza material), ou seja, trata-se de um monismo ou panteísmo, em que não existe um Deus criador mas apenas um demiurgo que, alegadamente, é o arquitecto das leis da natureza, e ele próprio (o demiurgo) é a totalidade das partes do universo (o conceito de “Deus sive Natura”, de Espinoza). O demiurgo maçónico — que substitui, na maçonaria, o Deus criador dos monoteísmos — é a totalidade do mundo natural. É de supôr que, em algumas associações maçónicas, e na sequência das influências da gnose da Antiguidade Tardia, o demiurgo (ou seja, o “arquitecto do universo”) seja identificado com a figura bíblica/judaica de Lúcifer.

Tal como em Espinoza, a mundividência maçónica é, essencialmente, uma forma de materialismo, na medida em que condiciona qualquer outra realidade existencial à condição material determinista — o universo material é o paradigma da mundividência existencial maçónica.

Algumas seitas maçónicas admitem a metamorfose órfica: os fragmentos escritos órficos (de Orfeu) sobre o Além referem-se a uma “metamorfose da alma humana”, depois da morte do ser humano físico, em uma divindade (não se trata aqui de um conceito de “metempsicose”). Mas essa divindade órfica e maçónica está sujeita à mesma lógica determinista das leis do demiurgo ou “arquitecto”, a que Fernando Pessoa chamava maçonicamente “O Destino” — e que mais não era senão o determinismo exarado do conjunto das leis naturais “arquitectadas” pelo demiurgo.

Por tudo isto, a maçonaria não vê no surgimento do ser humano na Terra senão uma espécie de processo dialéctico hegeliano de evolução imanente e material, rumo a uma perfeição absoluta e prometaica (rumo a uma espécie de paraíso na Terra). Ou seja, qualquer intervenção directa de um Deus criador na dinâmica da evolução, está colocada fora de hipótese, porque a “evolução” é entendida como um processo autónomo da vontade de um qualquer ser supra-natural — ou seja, a evolução é um processo que se desenrola por si mesmo e a uma “velocidade de cruzeiro”, e em função das leis deterministas arquitectadas pelo demiurgo.

Aqui, a maçonaria diverge do ateísmo naturalista puro: enquanto que, por exemplo, para Richard Dawkins, a evolução não tem qualquer finalismo 1 , para a maçonaria, esse finalismo existe em função de um determinismo que resulta de um “processo evolucionista” que se fundamenta nas leis naturais exaradas pelo demiurgo. Enquanto que, para o naturalismo de Richard Dawkins, a natureza é provida por um “relojoeiro cego” (a natureza é uma “máquina” que funciona sem um fim em si mesma), para a maçonaria, a natureza é uma “máquina” provida por “relojoeiro demiurgo e inteligente” e que tem, em si mesma, uma finalidade determinista e determinada.

Embora a teoria quântica tenha destruído totalmente, sem apelo nem agravo, a mundividência determinista maçónica, a maçonaria continua a defender o evolucionismo determinista para os outros, negando qualquer evolução para si mesma.

Nota
1. A recusa do finalismo na natureza: Descartes defendeu uma coisa semelhante: para Descartes só existia finalismo na ética, mas não na natureza; para Richard Dawkins, não existe nem finalismo na ética, nem finalismo na natureza.

Domingo, 16 Fevereiro 2014

O silêncio dos defensores portugueses da eutanásia

 

A notícia segundo a qual a Bélgica legalizou a eutanásia para crianças sem qualquer limite de idade, foi recebida com um silêncio de morte por parte dos defensores portugueses da eutanásia, na sua maioria da esquerda maçónica, mas também do Bloco de Esquerda e de uma certa “direita” libertária. Não vi nada escrito sobre o assunto, e não sei explicar esse silêncio senão pelo total absurdo que a eutanásia de crianças implica.

bandeira belgaPerante os critérios de inimputabilidade moral e jurídica que o Direito contempla o estatuto da criança, estamos, atónitos, perante uma contradição fundamental que roça a irracionalidade mais abjecta: por um lado, as crianças não podem ser juridicamente e moralmente responsabilizadas se cometerem um acto de assassínio; mas, por outro lado, já podem ser juridicamente e moralmente responsáveis para decidirem a sua própria morte. O legislador belga não responsabiliza (integralmente) as crianças se estas atentarem contra a integridade física de outrem, por um lado; mas, por outro lado, dá às crianças liberdade total para atentarem contra a sua própria integridade física.

Como escreveu Christian Vanneste, a esquerda europeia e maçónica (com o beneplácito da “direita” libertária, acrescento eu) desistiu das reformas no âmbito da economia e passou à revolução da moral — nomeadamente através da inversão e perversão dos tabus tradicionais na esfera da família e da concepção da pessoa. Essa inversão, maçónica, esquerdista, alegadamente “libertária” e perversa, dos tabus, passa pela exaltação da autonomia individual mas sempre desprovida de qualquer culpa: é um sistema que permite a eutanásia de crianças inocentes de 12 anos, por exemplo, mas já não permite a punição da culpa de um adolescente de 17 anos.

Estamos a lidar com uma classe política perversa e próxima da “loucura” aqui entendida em termos do senso-comum. Esta gente é louca, e como tal deve ser tratada. Não devemos dar um “palmo de terreno” à maçonaria, por exemplo: essa gentalha deve ser combatida sem quartel e através de todos os meios considerados adequados.

Sexta-feira, 24 Janeiro 2014

A paranóia maçónica em França

Filed under: Maçonaria,politicamente correcto — orlando braga @ 11:57 am
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Um homem foi condenado a quatro anos de prisão por “racismo contra brancos”, ao ter atacado e agredido um homem branco na estação da Gare du Nord, em Paris, França. Acontece que o agressor e agora condenado também é branco.

“A man was sentenced this week to four years behind bars for an “anti-white racist” attack on a Frenchman on the platform of a Paris train station. The convicted man was also white.”

Na medida em que o branco-agressor insultou o branco-vítima, chamando-o de “branco porco” e “francês”, os juízes da república maçónica de François Hollande condenaram-no por racismo. É a primeira vez, em todo o mundo e em toda a História, que um branco é condenado por ser racista em relação a outro branco; e isto só poderia acontecer em um país totalmente controlado pela maçonaria jacobina.

Terça-feira, 14 Janeiro 2014

Para a União Europeia, “tolerância” é a proibição da liberdade de expressão

 

Hate crimes” means: any criminal act however defined, whether committed against persons or property, where the victims or targets are selected because of their real or perceived connection with – or support or membership of – a group as defined in paragraph (a).

(d) “Tolerance” means: respect for and acceptance of the expression, preservation and development of the distinct identity of a group as defined in paragraph (a). This definition is without prejudice to the principle of coexistence of diverse groups within a single society.

A “tolerância”, segundo a União Europeia, é “o respeito e a aceitação da expressão, preservação e desenvolvimento da distinta identidade de um determinado grupo”.

Sendo que “grupo” significa “um número de pessoas unidas por raízes raciais ou culturais, descendência ou origem étnica, filiação religiosa ou ligações linguísticas, identidade de género ou orientação sexual, ou outra qualquer característica de natureza similar”.

E sendo que “libelo acusatório a um grupo” é, segundo a União Europeia, comentários difamatórios feitos em público e contra um grupo (conforme definição supra) ou seus membros, com a intenção de incitamento à violência, ridicularização do grupo, ou sujeição a falsas acusações”.

Trata-se de uma proposta do parlamento europeu para promover a “tolerância” na União Europeia.


(more…)

Segunda-feira, 7 Outubro 2013

Lampedusa, Francisco I, o aborto e a Igreja Católica

 

Mais um excelente texto do Padre Nuno Serras Pereira.

«Se alguém me dissesse que a Igreja anda obcecada com os já nascidos porque quotidianamente, e até várias vezes no mesmo dia, não cessa de falar neles eu, provavelmente, logo pensaria, independentemente da minha vontade, que esse fulano era um enorme imbecil, claro que imediatamente suplicaria interiormente a Deus que me perdoasse, e responderia a essa pessoa, com aquela frase típica dos jovens em Portugal: “Pá, não estás mesmo a ver o filme”.»

Vamos colocar o problema da tragédia de Lampedusa em perspectiva:

1/ Se tunisinos, sírios, líbios, sudaneses, deixam os seus países em massa, é porque são aterrorizados por grupos islâmicos que destroem as economias dos seus respectivos países.

2/ A chamada “Primavera Árabe”, que provocou o terror islâmico e destruiu as economias dos países do norte de África, é obra de Obama que tanto admira o cardeal Bergoglio (presumo que a admiração seja mútua).

3/ A União Europeia é responsável pela tragédia de Lampedusa na medida em que seguiu os passos de Obama (e da maçonaria) e encorajou a Primavera Árabe.

Ler mais, com 545 palavras

Domingo, 6 Outubro 2013

Os me®dia politicamente correctos estão todos de acordo: é preciso censurar a voz do povo!


«Entre o Marquês de Pombal e o Rossio, em Lisboa, desfilaram mil a duas mil pessoas. Afirmaram o direito à vida e promoveram em Portugal uma petição dirigida à Comissão Europeia, que, para ser válida e eficaz, tem de reunir um milhão de subscritores nos 28 países da União Europeia até 1 de Novembro próximo.

O ambiente foi de festa e alegria, com muitos, muitos jovens a participar. Houve um pequeno comício no final, no Rossio. As imagens falam por si.

E, amanhã, domingo, 6 de Outubro, decorre em todo o país o dia nacional de recolha de assinaturas na petição UM DE NÓS, como aí foi anunciado e promovido.
Silêncio. Omissão. Ocultação. Censura. Para quem se informa pela televisão, nada aconteceu

O regresso da Censura


um de nos 1um de nos 2um de nos 3

Pinto Balsemão deve estar feliz, depois de ter dito, em directo num programa de televisão, que se Portugal tivesse metade da população que tem hoje, não haveria problemas económicos (como se isso tivesse um mínimo de fundamento).

(imagens retiradas do FaceBook / clique para ampliar a fotografia)

Segunda-feira, 15 Julho 2013

A Universidade Católica de Lovaina vai formar imãs islâmicos

A Universidade Católica de Lovaina, na Bélgica, vai criar um curso de Teologia Islâmica no sentido de formar imãs muçulmanos que possam dirigir as mesquitas da Bélgica. Segundo o ministro socialista belga da Juventude e da Educação, trata-se de “uma etapa importante para a criação de um quadro académico para o Islão da Flandres”.

« À la rentrée 2014, le master « Religions du monde, dialogue interreligieux et études religieuses » proposé par l’Université catholique de Louvain comportera une nouvelle option de « théologie islamique ». C’est ce qu’a indiqué vendredi 12 juillet 2013 le ministre flamand de la jeunesse et de l’enseignement, Pascal Smet (socialiste), qui a présenté cette mesure comme « une étape importante dans la création d’un cadre académique pour l’islam en Flandre », rapporte le quotidien De Morgen . »

Eu não posso afirmar com certeza, mas a julgar pela tendência, a Universidade Católica de Lovaina irá brevemente abrir um curso de Religião Antropofágica do Bornéu e da Papua-Nova Guiné, para acomodar culturalmente os canibais imigrantes na Bélgica.

Domingo, 2 Junho 2013

Os desígnios do lóbi político invertido e da teoria de género: dinamitar a ordem biológica

 

lobotomia-satanica-web

Pour les lobbies homosexuels et les promoteurs de la théorie du genre qui font cause commune pour dissocier corps sexué, procréation et orientation sexuelle, la technologie des cellules souches reprogrammées serait l’occasion rêvée de dynamiter l’« ordre biologique » à la base du modèle procréatif classique et d’affranchir la filiation de toute référence à l’altérité sexuelle.

En se servant de l’artifice des cellules iPS – ce qui conduit à détourner l’objet même de cette invention scientifique qui est celui de soigner des malades en évitant le recours à la recherche sur l’embryon -, on aboutirait à ce que la reproduction humaine elle-même devienne en quelque sorte asexuée. Deux femmes ou deux hommes pourraient « se reproduire » génétiquement.

Fabriquer artificiellement un enfant à partir de deux adultes de même sexe via les iPS ne serait finalement que l’aboutissement logique du projet constructiviste du mouvement « homosexuel » et des théoriciens du gender dont le but ultime est de désexualiser radicalement la filiation et d’inventer une humanité nouvelle libérée de « ses conditionnements biologiques ».

- “Homoparentalité” : la piste des cellules souches (ler o resto)

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Quarta-feira, 29 Maio 2013

Contra a violência do Estado maçónico

O problema da violência da guerra cultural das elites políticas contra o povo só pode ser revertido quando se começar a deitar fogo às lojas maçónicas.

Só depois vem o resto. A maçonaria, como máfia organizada, é a inimiga número um do povo português. Contra a violência da maçonaria — que, manipulando o Estado, utiliza a sua força bruta no sentido de impor ao povo uma nova forma de despotismo politicamente correcto — não há outro meio senão o uso da violência.

Adenda:

O Líder do Grande Oriente de França diz que quem é contra o “casamento” gay e contra a adopção de crianças por pares de invertidos, é da extrema-direita radical, e nazi. Ou seja, a maçonaria considera que mais de metade do povo francês é inimiga do povo francês.

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