perspectivas

Sábado, 21 Junho 2014

José Pacheco Pereira “bota a boca no trombone” (parte II)

Filed under: josé sócrates,Passos Coelho — orlando braga @ 6:19 pm
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dupont et dupondAfinal não foram os blasfemos; foram “os que cortam fitas” que ficaram irritadiços. Parece que os blasfemos já se habituaram.

A escriba que corta fitas incorre em uma falácia do espantalho — porque o José Pacheco Pereira não se referiu, no seu artigo, ao plano de recapitalização da Banca. Ou seja, o José Pacheco Pereira fala de alhos e ela de bugalhos (para disfarçar); é nisto que consiste a falácia do espantalho.

Do que José Pacheco Pereira fala é de outra coisa: de compadrio e de promiscuidade entre a política e a Banca — nos consulados de José Sócrates e de Passos Coelho.

Um exemplo da falácia do espantalho:

Corta Fitas: “ A Troika pretende cortar nas despesas do Estado em 5 mil milhões de euros”.
Pacheco Pereira: “E o que é que vamos fazer?!”
Corta Fitas: “Eu acho que devemos cortar nas despesas com a saúde e a educação”.
Pacheco Pereira: “Mas poderíamos cortar nas despesas com as PPP (Parcerias Público-privadas), nos monopólios da energia, no aborto grátis, e nas despesas de funcionamento do governo… etc..”
Corta Fitas: “Meu caro Pacheco Pereira!!!!!: não percebo por que razão queres levar este país à falência!”

José Pacheco Pereira “bota a boca no trombone”

Filed under: A vida custa,josé sócrates,Passos Coelho — orlando braga @ 5:32 pm
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Os blasfemos devem estar irritadiços.

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Sábado, 1 Fevereiro 2014

O Bandalho

 

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Terça-feira, 30 Abril 2013

Um Porto Vintage para um bom exame

Filed under: A vida custa,Esta gente vota,josé sócrates — orlando braga @ 8:10 pm

Qualquer estudante lisboeta com alguma imaginação sonha fazer um exame no Bairro Alto, ou no Intendente; outros, mais do avesso, não se importariam de fazer exames no Parque Eduardo VII, à noitinha. Em Coimbra, um exame no Penedo da Saudade, acompanhado por uma guitarradas, viria mesmo a calhar. Cá por mim, aqui no Porto, um exame digno desse nome só na Ribeira com vista para o Rio Douro e na companhia de um bom vinho do Porto Vintage.

Segunda-feira, 8 Abril 2013

A herança venenosa de Miguel Relvas que João César das Neves não viu

Filed under: josé sócrates,Passos Coelho,Pernalonga — orlando braga @ 7:11 pm
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João César das Neves desanca aqui em José Sócrates.

O que é estranho é que ainda seja necessário desancar em José Sócrates. Parece que alguém se lembrou de ressuscitar um fantasma para tornar o seu exorcismo em um acto sempiterno. Parece que a assombração socratina era necessária para o bom funcionamento do sistema coelhista. Parece que Passos Coelho não vive sem o espectro socratino e que se alimenta dele.

Diz João César das Neves que o regresso do avejão socratino é “um espantoso feito de técnica política”, cuja autoria implicitamente atribui ao Partido Socialista ou à oposição em geral. É o que se depreende do que ele escreve.

Mas a verdade é que toda a gente sabe que a avantesma socratina foi convidada a assombrar os lares dos portugueses através da RTP que foi tutelada, até há pouco tempo, por uma alma do outro mundo que também fazia umas aparições fantasmagóricas nas pantalhas dos telejornais. A sombra apavorante de José Sócrates está directamente ligada à visão aterradora da imagem de Miguel Relvas.

Mas o que me espanta é que João César das Neves não se dê conta dessa ligação. Ou se calhar dá-se conta, mas faz de conta. Portugal vive hoje no “mundo do faz de conta”.

Sexta-feira, 5 Abril 2013

José Sócrates só teve uma única conta bancária: na Caixa Geral de Depósitos

Filed under: josé sócrates — orlando braga @ 12:58 pm

Dos 1.273 cheques, 263 são de uma conta de José Sócrates no Totta, 110 são de uma conta do tio, António Pinto de Sousa, e 75 de uma conta da irmã, Ana Maria. À época (1991), Sócrates era deputado e cortara o vínculo à Sovenco, empresa na área dos combustíveis, na Amadora, que fundara com Armando Vara, entre outros sócios.

Recorde-se que, na entrevista à RTP, Sócrates assegurou aos portugueses nunca ter tido acções nem offshores e de ser, precisamente há 25 anos, senhor de “uma única conta, na Caixa Geral de Depósitos”. E, uma vez que nunca fez poupanças, foi obrigado a contrair um empréstimo na Caixa para fazer um mestrado em Paris.

via Agricultor ribatejano descobre 263 cheques de Sócrates | iOnline.

bin socas web

Terça-feira, 2 Abril 2013

Em Espanha, a cada quatro minutos há um divórcio

É o resultado do “divórcio na hora” que foi instituído por Zapatero para acomodar, na lei espanhola, o “casamento” gay, e que serviu de exemplo ao famigerado José Sócrates: de quatro em quatro minutos há um divórcio unilateral e expresso em Espanha — e isto para além de já não ocorrerem muitos casamentos, e apesar da crise económica em Espanha.

Zapatero e José Sócrates ficarão para a história como criminosos lesa-sociedade. Se não forem julgados por um tribunal de Direito, serão certamente julgados pelo tribunal da História.

Quinta-feira, 28 Março 2013

O essencial da entrevista de ontem de José Sócrates à RTP

Filed under: A vida custa,Esta gente vota,josé sócrates,Política — orlando braga @ 7:16 am

socrates malabarista1/ Existe uma grande diferença entre austeridade, por um lado, e austerismo, por outro lado. É evidente que a austeridade é necessária agora, e sempre foi; mas o austerismo — que é defendido por Passos Coelho e companhia limitada — é por definição um excesso de austeridade e configura-se como uma ideologia ou como uma certa mundividência característica, por exemplo, dos diversos puritanismos ao longo da História. Daí poder falar-se, em metáfora, de um “calvinismo ideológico” por parte de Passos Coelho.

Se José Sócrates, na entrevista de ontem, criticou o austerismo, estou de acordo com ele; mas o problema é que eu não sei, ou tenho muitas dúvidas, se foi isso que ele criticou. Parece-me mesmo que ele criticou não só o austerismo mas também a própria austeridade que é necessária, e neste caso estamos em presença de demagogia.

2/ Transformar José Sócrates no “chefe da oposição”, como se diz por aí nos blogues radicais (os da direita bovinotécnica e os da esquerda caviar) , é uma burrice na medida em que se pretende passar um atestado de estupidez ao povo português. Quando a mentira sistemática é vista pelos analistas políticos como uma virtude, já estamos enterrados na merda (do latim merda, plural = merdæ ) até ao nariz.

3/ De resto, não vi mais nada que seja relevante na entrevista de José Sócrates. Não consigo ver.

Domingo, 24 Março 2013

O Eixo do Mal e o abominável homem das neves

Estava eu sintonizado na SICn, à espera do resultado das eleições do Sporting Clube de Portugal — que é das poucas coisas que me interessam em política — quando entro pelo Eixo do Mal adentro.

clara-ferreira-alves 400 webE todas aquelas criaturas maléficas estiveram de acordo com o putativo facto segundo o qual a petição pública contra a contratação do ex-primeiro-ministro José Sócrates pela RTP para fazer comentário político foi uma má ideia — alegadamente porque “ninguém deve coarctar a liberdade de opinião a outrem”.

Convém lembrar aquelas cabeças chôchas — principalmente a de Clara Ferreira Alves — que a RTP não é uma empresa privada de televisão. A RTP pertence ao Estado, e por isso depende do financiamento dos contribuintes. E neste contexto, a petição pública referida faz todo o sentido.

Se uma estação privada de televisão tivesse contratado, por exemplo, o abominável homem das neves para comentar o estado da Nação, neste caso qualquer petição pública seria menos justificável, embora pudesse não perder toda a sua justificação (dependeria, por exemplo, do facto de o abominável homem das neves ser um pedófilo inveterado, entre outras coisas).

Mas tratando-se de uma estação pública e estatal de televisão, os cidadãos que votarem petições contra e a favor da presença do abominável homem das neves — em comentários obscenos numa televisão do Estado — nada mais fazem do que cumprir um dever.

Quinta-feira, 21 Março 2013

Vergonha na RTP!

Filed under: Coelhismo,josé sócrates — orlando braga @ 2:54 pm
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Petição Recusamos a presença de José Sócrates como comentador da RTP

http://www.peticaopublica.com/?pi=P2013N37935

Quarta-feira, 6 Março 2013

O relatório de Patrícia Morgan acerca do “casamento” gay

A especialista britânica de política familiar e professora da universidade de Buckingham, Patrícia Morgan, apresentou recentemente um relatório ao parlamento inglês acerca das consequências da legalização do “casamento” gay. O relatório foi efectuado mediante a análise da experiência dos Estados onde o “casamento” gay foi legalizado — Suécia, Noruega, Dinamarca, Holanda, Espanha, o Canadá e os Estados Unidos; Portugal está fora da lista porque o “casamento” gay em Portugal não permite a adopção de crianças. O relatório, em inglês, pode ser lido aqui (PDF), e resume-se no seguinte:

  • a ideia segundo a qual o “casamento” gay reforça a instituição do casamento revelou-se, pela experiência, falsa;
  • na medida em que o casamento é redefinido na lei para acomodar os relacionamentos gay, passa para a cultura antropológica a ideia segundo a qual o casamento não tem nada a ver com a paternidade e com a maternidade;
  • o “casamento” gay tem como consequência, na cultura antropológica, a banalização das uniões heterossexuais e a separação entre o casamento, por um lado, e a maternidade e paternidade, por outro lado;
  • em Espanha, após a introdução do “casamento” gay, verificou-se uma aceleração marcada do declínio do casamento (o número de casamentos celebrados, em geral na sociedade, baixou);
  • nos países com “casamento” gay, as relações nos casais (de sexo oposto, obviamente) tendem a identificar-se com as normas comportamentais gay, e não o contrário;
  • o “casamento” gay não impede a efemeridade endógena e idiossincrática dos relacionamentos gay;
  • o “casamento” gay é um direito negativo, ou seja, o que interessa à comunidade minoritária gay é que o casamento esteja disponível, embora a participação na instituição do casamento não tenha interesse para os gays;
  • o “casamento” gay faz parte de uma política anti-família e anti-casamento, de que a Suécia é o exemplo típico;
  • o “casamento” gay desencadeia o desmembramento das estruturas familiares nas sociedades tradicionalmente favoráveis à família (como é o caso de Portugal e Espanha).

[ via ]

Segunda-feira, 4 Março 2013

A estaurofobia do ex-ministro da saúde, António Correia de Campos

“Um ministro da saúde de um governo que não este, há poucos anos, recusou-se a entrar num hospital enquanto não retiraram um Crucificado (= Crucifixo) do espaço de entrada do mesmo.”

via Logos: O escândalo insano de uma loucura colossal – por Nuno Serras Pereira.

O Padre Nuno Serras Pereira tem o condão de nos dar informações de que não tínhamos a mínima ideia. Desta feita, ficamos a saber que o ex-ministro da saúde do governo de José Sócrates, António Correia de Campos, é um neurótico que se manifesta — por entre outras eventuais e prováveis maleitas do foro psiquiátrico — através de uma estaurofobia gravíssima que lhe tolda o espírito.

antonio correia de campos bw webUm segundo problema é o de saber se o ex-ministro da saúde tem consciência da sua condição neurótica, porque se tem consciência do seu estado patológico, e apesar do seu sofrimento, teria uma maior probabilidade de cura. Mas tudo indica que se operou nele uma metanóia aventaleira, o que indicia uma condição psicopatológica ainda mais grave: o ex-ministro junta a neurose a uma psicose, o que indicia um caso gravíssimo de histeria — o que não é um vulgar distúrbio em pessoas do sexo masculino.

Um psicótico é caracterizado por um desfasamento em relação à realidade e nega sempre que está doente; e se juntarmos à psicose do ministro, uma neurose estaurofóbica aguda, obtemos um psicopata agraciado com a Grã Cruz da Ordem do Infante pelo presidente da república das bananas, Jorge Sampaio.

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