perspectivas

Sexta-feira, 4 Junho 2010

O lóbi gay brasileiro censura na Wikipédia

Rozângela Justino

Há muito tempo que não frequento o Wikipédia em português (só visito a Wikipédia de língua inglesa) porque se trata de um local mal frequentado. A Wikipédia em português — muito por influência política dos censores “revolucionários” brasileiros politicamente correctos e gayzistas — é um antro de sociopatas e esquerdistas.

A última da Wikipédia é a censura ao verbete da psicóloga brasileira Rozângela Alves Justino.

O verbete está para ser censurado pelos arautos brasileiros da liberdade e da tolerância que coordenam a Wikipédia em português. Caso o artigo seja censurado e retirado da rede, entretanto, mantenho aqui uma cópia do verbete em ficheiro PDF.

É uma vergonha que se censure em nome da liberdade! Vergonha, Brasil !!!

Domingo, 12 Julho 2009

Exigimos o direito ao sado-masoquismo!

Filed under: Gayzismo,Hydra gay,politicamente correcto — O. Braga @ 11:14 am

Querid@s :

Eu fiquei surpreendido com esta notícia no Público: “Violência entre casais homossexuais é maior do que nos heterossexuais”. Quando vi a parangona, achei imediatamente que um governo de esquerda que se preze, através da maçonaria, deverá tomar as medidas necessárias e urgentes para castigar os responsáveis pela notícia e, através de uma punição exemplar pavloviana, inibir quaisquer arremedos heréticos ao politicamente correcto no futuro por parte desse jornal.

Não é admissível que se diga a verdade. A verdade é relativa, e por isso, não existe. A verdade é apenas um truque político de que esse jornal usa e abusa. A verdade é aquilo que nós quisermos que seja, e mormente aquilo que quisermos impôr através da força e da lei da mordaça.

A dita “verdade” revelada desta forma só serve a homofobia, e portanto deve ser ocultada. É necessária a censura nos jornais nestas matérias ― censura que permita a legitimação moral da perseguição política aos homófobos, porque são estes os únicos e exclusivos culpados da violência entre duplas de gays. Se existe muito mais violência entre duplas de gays do que nos casais anormais e heteronormativos doentios, a culpa é dos homófobos ― não só daqueles que existem como daqueles que já morreram, e principalmente dos homófobos que vierem a nascer.

Viva o sado-masoquismo!
Viva o amor batidinho!
Abaixo a verdade homofóbica e heteronormativa!

J. Socas – PhD, PhD, PhD, PhD, PhD.
Secretário-geral na (in) clandestinidade

Engenheiro, licenciado em engenharia, PhD em Engenharia e engenheiro. Adicionalmente, engenheiro especializado em instalações aeroportuárias.
PhD em “Dialéctica da Semiótica Marxista Cultural” (Madrid – 1945)
PhD em “Naturalismo Profiláctico nas Relações Ibéricas” (Salamanca – de 11 de Agosto de 1935 a 30 de Fevereiro de 1911)
PhD em “Semântica da Fenomenologia do Estruturalismo Aplicado ao Diálogo Inter-cultural” (Constantinopla e Bagdad – 125 a.C.)
PhD em “Dinâmica do Misticismo Marxista na Relação com a Fé Neoliberal Hayekiana” – (Lisboa, UNI, com a preciosa colaboração de Estradas de Portugal SA, 2099)

Quinta-feira, 25 Junho 2009

Os lituanos não brincam em serviço

Filed under: ética,cultura,Gayzismo,Hydra gay,Política — O. Braga @ 6:01 pm

Lituânia aprova lei contra a propaganda homossexual nas escolas e meios de comunicação

VILNIUS, Lituânia 18 de junho de 2009 (Notícias Pró-Família) — O Parlamento da Lituânia deu aprovação final a uma lei que proíbe os meios de comunicação e as escolas de promoverem condutas adversas ao desenvolvimento dos jovens, inclusive exposição pública à violência, suicídio e propaganda homossexual.

Sexta-feira, 19 Junho 2009

Lá vem a palhaçada carnavalesca gayzista outra vez…

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Terça-feira, 9 Junho 2009

Estudo científico revela que as crianças adquirem a homossexualidade por aculturação e educação

adopcaoUma das bandeiras da propaganda gayzista protagonizada pelo activismo gay da ILGA, da Ex-aequo e outras organizações patrocinadas pelo governo de José Sócrates, é o slogan segundo o qual “a homossexualidade não se pega” e que, portanto, as crianças podem perfeitamente ser educadas por duplas de gays, e o homófobo é “lélé da cuca”.

O argumento segundo o qual “a homossexualidade não se pega” foi recentemente utilizado pelos gayzistas patrocinados pelos governo de Sócrates e pelo Bloco de Esquerda para defender não só o “casamento” gay como a adopção de crianças por duplas de avantesmas.
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Segunda-feira, 1 Junho 2009

O activismo gayzista não quer um referendo; prefere um plebiscito de auto-celebração


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Quinta-feira, 12 Fevereiro 2009

O “casamento” gay vai contra a Constituição da República Portuguesa e contra a Declaração Universal dos Direitos Humanos

“A Tirania, na Idade Média, começou pela liberdade. Tudo começa por ela.” ― Jules Michelet

O constitucionalista Jorge Miranda já o disse e repetiu: o artigo 13 da Constituição não garante nenhum direito especial aos gays que eles já não tenham representado na lei ordinária, isto é, não há nada na Constituição que não esteja a ser cumprido em relação aos direitos dos gays. Em Portugal, existe a lei ordinária nº 7/2001 que garante os direitos cívicos das pessoas que vivam em união-de-facto (incluindo os gays).

Vejamos o que diz a Constituição:

Artigo 13, alínea 2:

“Ninguém pode ser privilegiado, beneficiado, prejudicado, privado de qualquer direito ou isento de qualquer dever em razão de ascendência, sexo, raça, língua, território de origem, religião, convicções políticas ou ideológicas, instrução, situação económica, condição social ou orientação sexual.

  1. Como podemos ler, o artigo 13 diz expressamente que “ninguém pode ser privado de qualquer direito ou isento de qualquer dever”, isto é, os deveres devem ser tidos em consideração, e não só os direitos;
  2. Os direitos e deveres devem ser confrontados num mesmo âmbito ou matéria em apreciação.

    Por exemplo, podemos dizer que uma pessoa tem o dever de trabalhar para poder vir a ter o direito a receber o dinheiro da reforma. Porém, ninguém pode dizer que uma pessoa tem o dever de trabalhar para ter o direito a votar; a relação entre o “trabalho” e o “dinheiro da reforma” é directa e lógica, enquanto que a relação entre o “trabalho” e o “voto” não é. Quando falamos de “trabalho” e de “voto”, falamos de matérias de direitos e deveres em âmbitos diferentes.

“Toda a tolerância se torna, com o tempo, num direito adquirido.” ― Georges Clemenceau

Portanto, José Sócrates confunde propositadamente “alhos com bugalhos” quando interpreta este artigo da Constituição, isto é, alia direitos de um determinado âmbito (o casamento) a deveres (a procriação que decorre também do âmbito do casamento) que ― no caso particular dos gays ― não existem no mesmo âmbito. Isto significa que os gays, no âmbito do casamento, e segundo José Sócrates, passam a ter direitos sem terem os respectivos deveres.

Repare-se que existe uma diferença entre “dever” e “obrigação” (1). Um casal (obviamente constituído por uma mulher e um homem) não é obrigado a ter filhos, mas tem o dever ― perante a sociedade ― de contribuir para o futuro da sociedade com as suas crianças. No caso dos gays, esse dever cívico não existe por natureza, e José Sócrates pretende que os gays tenham o direito a “casar” sem terem o dever cívico da procriação, que quer se queira quer não queira, está implícito na instituição do casamento. Estamos, portanto, em presença de um tratamento especial e elitista: os gays passam a ter direitos sem terem os respectivos deveres.
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Quarta-feira, 3 Setembro 2008

Olavo de Carvalho, o esquerdismo e o lobby político gay

Filed under: Hydra gay — O. Braga @ 6:39 pm
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Ver mais aqui.

Quarta-feira, 13 Agosto 2008

A verdade incomoda

Um dos postais recentes mais lidos deste blogue é este: Activista gay: “sexo com animais é legítimo”. Relata o facto de um dos activistas gay mais conhecidos dos Estados Unidos defender a ideia de que o sexo com animais é legítimo desde que “os animais dêem o seu consentimento” (sic).

Note-se que eu não escrevi nenhuma mentira: um dos activistas gay mais conhecidos dos Estados Unidos defende a ideia de que o sexo com animais é legítimo desde que “os animais dêem o seu consentimento (sic).

Quando escrevi o postal não me passou pela cabeça tanta “popularidade”, e estranhei ― dada a quantidade de visitas ao post ― que não existissem comentários. Finalmente, chegou um comentário de alguém que se sentiu incomodado com a verdade:

«Você, de facto, é um destes “pseudo-intelectualóides” que existem nestes país, com um discurso muito bem escrito mas sem nenhuma consistência, e que fazem o país estar como está. Tenha vergonha na cara e pare de categorizar e generalizar uma “comunidade” de muitos milhões de pessoas espalhadas por todo o mundo de “pervertidos”.»

Assina: “estudante de psicologia” (estamos mal com a psicologia que temos; razão tem o Olavo de Carvalho — outro “pseudo-intelectual”)

O comentário é, assim, aqui parcialmente transcrito mas não será publicado na posta.

Quinta-feira, 7 Agosto 2008

O Sr. Pinto de Sousa e os seus amigos gays

Prometi afastar este blogue de notícias que digam respeito à besta socretina, mas abro aqui uma excepção.

«O debate tem de começar a ser feito na sociedade civil, para que em 2009 a legalização do casamento entre homossexuais possa ser uma realidade.»


Acham isto normal?

A coisa que mais me irrita no PS socretino é a pesporrência celebrada e vangloriada. Se a decisão está tomada pelo Partido Socialista, para quê o debate na “sociedade civil” (existirá uma “sociedade não-civil”?). O Sr. Pinto Sousa quer pôr uma matéria à discussão pública, mas como tem o Poder, a discussão é uma mera formalidade. Será que o PS pensa que vai ganhar eleições com os votos dos homossexuais que pretendem adoptar crianças de instituições como a Casa Pia?

A adopção é concebida para dar uma família a uma criança, e não para dar uma criança a uma família.

A lei 7/2001 que regula as uniões de facto, poderia ser revista — caso seja necessária a sua revisão para acomodar algumas das reivindicações invertidas — mas sempre de modo a que não fosse possível a adopção de crianças por duplas de homossexuais e por casais heterossexuais em união-de-facto, à semelhança do que acontece na lei francesa (1) (PACS).

A estratégia do PS é a da domesticação da sociedade através da produção de falsas necessidades. O Poder socretino age substituindo a opressão totalitária tradicional nas ditaduras por uma opressão que nos dá a ilusão de liberdade, e a “discussão pública” com a decisão já tomada é sinónimo desse totalitarismo sedutor.

É extremamente importante que esta escumalha saia do Poder.


(1) France Overruled on Gay Adoption

PACSPacte civil de solidarité

Ler também: Recortes sobre José Sócrates

Sexta-feira, 18 Julho 2008

Brasil: cinco anos de cadeia para quem ofender um homossexual

Professores e pastores enfrentando a ‘criminalização da homofobia’. Cinco anos de cadeia para quem ofender um homossexual.


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Quinta-feira, 17 Julho 2008

Californians cleared to vote on same-sex “marriage” ban

The California Supreme Court has cleared the way for Californians to vote in November on whether to ban same-sex marriages in the state. The court on Wednesday denied a petition to remove the initiative from the state’s general election ballots. The unanimous decision was handed down without elaboration.

Californians cleared to vote on same-sex marriage ban | Alternative News Sources.

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