perspectivas

Quarta-feira, 15 Outubro 2014

Teresa Leal Coelho e o Direito casuístico

 

“Teresa Leal Coelho, que esteve esta terça-feira numa conferência sobre direito da família e dos menores na Universidade Lusíada de Lisboa, explicou que, quando tiverem de decidir sobre casos concretos, mesmo com a lei actual, os juízes podem sempre alegar que a proibição de co-adopção pelos casais do mesmo sexo viola a Constituição.”

Teresa Leal Coelho desafia juízes a permitirem co-adopção

Uma coisa é a opinião pessoal que Teresa Leal Coelho tenha da Constituição; outra coisa é a defesa da aplicação casuística do Direito.

A casuística actual é um retorno ao pior da Idade Média. Por exemplo, S. Bernardo de Claraval defendeu a ideia segundo a qual seria legítimo que um homem se deitasse com a mulher de outro, “se assim fosse o desígnio de Deus”. Ou seja, cornear o parceiro não seria eticamente reprovável se correspondesse aos “desígnios de Deus”. O problema é o de saber se, neste caso, os desígnios de Deus são verdadeiros e, por isso, se são legítimos.

A casuística é isto: cada um pode invocar um qualquer “deus” para justificar subjectivamente uma excepção à regra normativa. No caso da casuística de Teresa Leal Coelho, os deuses são os juízes.

Eu não sei se a Teresa Leal Coelho é burra ou se é uma espécie de peça de decoração de um lupanar de banlieue.

Segunda-feira, 13 Outubro 2014

Um texto de uma feminista inteligente

 

Nem tudo está perdido: ainda há mulheres inteligentes:

“The “unfit mother” trope is very important, because it helps justify taking women’s children, eggs, or the use of their uteri. Darnelle is right. Many families headed by gay male couples are built upon exploitation of women. Practically speaking, Scott Rose and his compatriots have formed a men’s rights group that seeks to use women as breeders. These egg donors and surrogate mothers supply infants for a bustling market full of same-sex couples, for whom reproduction is naturally and biologically impossible.

In the name of equality, groups such as GLAAD (which employs Jeremy Hooper as a consultant) have pushed through gender identity laws that have legally erased women. The term “woman” now legally can refer to the way that a man chooses to identify himself. Once women have been erased legally as a group and as individuals, it is not hard to erase “mothers.” This lends support to the practice of using one woman’s eggs and another woman’s womb to supply children for gay male couples, obscuring the concept of motherhood and making it seem dispensable.”

Ruthless misogyny

Domingo, 12 Outubro 2014

A Esquerda caviar, a Direita salmão, e adopção de crianças por pares de invertidos

 

Para além da Esquerda caviar, existe em Portugal uma Direita salmão-rosa que defende o casamento anfíbio: a reprodução anfíbia é externa e a desova é feita em ambiente adequado e politicamente correcto para que a “prole” se mantenha viva.

“Temos uma dinâmica familiar em que ambos assumimos o papel de pais, a lei só me reconhece a mim, mas o nosso filho não tem dúvidas”, revela Diogo Infante.

Há uma dúvida que o filho adoptivo dele não tem: é a de que não tem mãe conhecida.

foi cesarianaNão ter mãe ou pai conhecidos, é uma infelicidade. Mas uma coisa é admitirmos que existem casos de crianças que, por infelicidade, não têm mãe conhecida; e outra coisa é apoiar um movimento político homossexualista que fomente a proliferação e vulgarização de mães desconhecidas. Uma coisa é constatar que as desgraças existem; outra coisa é tentar promover e normalizar a desgraça das crianças em nome de putativos “direitos” de adultos.

Ademais, há aqui um detalhe que não é despiciendo: o facto de a lei permitir, por hipótese e por exemplo, que um homem se “case” com o seu cão, não se depreende dessa permissão legal que exista de facto um “casamento”. A lei pode ser o que qualquer doente mental quiser; o casamento, não.

Esta gente mete nojo! — não porque sejam homossexuais (cada um come do que gosta), mas porque apresentam sintomas claros de psicopatia: não conseguem colocar-se no lugar de uma criança a quem é apagado, do registo civil, o nome da mãe e de todo o ramo familiar materno.

E, não contentes com isso, pretendem levar a sociopatia mais longe através das “barriga de aluguer” que será a próxima guerra destas bestas com forma humana.

Quinta-feira, 21 Agosto 2014

¿O que é o homofascismo?

 

Saiba a resposta: → 300 Articles You Have to Read to Understand What Is Meant by the Term “Homofascism”

homofascism

Quarta-feira, 20 Agosto 2014

"Faz sentido o Nuno morrer para levantar a questão da coadoção"

 

A lobotomia cultural anti-natura continua nos me®dia de Pinto Balsemão.

É uma narrativa comparável à dos fascistas do período temporal anterior à II Guerra Mundial. É a lógica de uma ideia (ideologia): da mesma forma que os fascistas do século XX defendiam a ideia segundo a qual os judeus eram seres natural e ontologicamente inferiores, os novos fascistas defendem a ideia — utilizando a propaganda nos me®dia — de que os homossexuais são seres natural e ontologicamente superiores a ponto de ser legítimo que desafiem as leis da natureza, e tenham privilégios em lugar de direitos.


Entretanto, em Itália:

« La loi de pénalisation de l’homophobie va introduire “pour la première fois depuis la fin du fascisme il y a 70 ans, un crime d’opinion évocateur des temps noirs et troublés, longtemps vaincus et que l’on a cru révolus, des idéologies d’Etat. Des temps où l’Etat identifiait des positions idéologiques qu’il imposait par la force, supprimant tous ceux qui n’étaient pas conformes.” »

Traduzindo:

“A lei da penalização da homofobia vai introduzir “pela primeira vez depois do fim do fascismo de há 70 anos, um crime de opinião que evoca os tempos negros e conturbados, há muito vencidos e que se acreditava estarem resolvidos, das ideologias de Estado. Dos tempos em que o Estado identificava as posições ideológicas que eram impostas à força, suprimindo todas aquelas que não estavam em conformidade.”


Estamos perante um novo fascismo que se entranha na cultura antropológica através da propaganda como, por exemplo, a propaganda política do “Faz sentido o Nuno morrer para levantar a questão da coadoção”. É uma narrativa que apela à emoção — assim como os fascistas do século XX apelavam à emoção da populaça para fazerem valer os seus pontos de vista — no sentido de uma lobotomia geral totalitária.

Quinta-feira, 14 Agosto 2014

A Gaystapo e a adopção de crianças por pares de invertidos: ¿A criança não tem pai biológico?

 

O lóbi político gayzista “ILGA” publicou hoje um vídeo que pode ser visto abaixo.

Cerca do minuto 1:15, a amiga da mãe biológica diz o seguinte:

“Se acontecesse alguma coisa à criança e a tivesse que a levar ao hospital, iam perguntar quem eu era. Apresento o cartão de cidadã da criança, e eu não estou lá. Está lá só o nome da mãe biológica… e eu? Estou onde? Não estou em lado nenhum…”

Admira-me que a RTP tenha transmitido este documentário. A RTP anda a brincar com assuntos sérios à custa dos contribuintes portugueses.

O Código Civil português estipula que não podem haver filhos de pai incógnito. Ao que parece, aquela criança é filha de pai incógnito — o que vai contra o espírito da lei.


Artigo 1835 do Código Civil

1. A paternidade nos termos dos dos artigos anteriores contará obrigatoriamente do registo do nascimento do filho, não sendo admitidas menções que a contrariem.

(…)

Artigo 1865 do Código Civil — Averiguação Oficiosa

1. Sempre que possível, o tribunal ouvirá a mãe acerca da paternidade que atribui ao filho.

2. Se a mãe indicar quem é o pai ou por outro meio chegar ao conhecimento do tribunal a identidade do pretenso progenitor, será este também ouvido.

3. No caso de o pretenso progenitor confirmar a paternidade, será lavrado termo de perfilhação e remetida certidão para averbamento à repartição competente de registo.

4. Se o presumido pai negar ou se recusar a confirmar a paternidade, o tribunal procederá às diligências necessárias para averiguar a viabilidade da acção de investigação de paternidade1.

5. Se o tribunal concluir pela existência de provas seguras da paternidade, ordenará a remessa do processo ao agente do Ministério Público junto do tribunal competente, a fim de ser intentada a acção de investigação.

 


No caso concreto das duas amigas (uma das quais é mãe da criança), pode ter acontecido que o tribunal não tivesse ouvido a mãe biológica — como estipula a alínea 1. do artigo 1865 —, talvez porque a juíza estivesse com diarreia ou o juiz estivesse com o penso.

Se a mãe biológica foi ouvida pelo juiz ou pela juíza, o que aconteceu certamente é que a mãe biológica se recusou a indicar a identidade do pai biológico — e não há nada na lei que obrigue a mãe biológica a indicar a identidade do progenitor da criança. Parece certo que a mãe da criança não quis revelar o nome do pai que ela sabe bem quem é, porque em Portugal não é permitida a inseminação artificial in vitro em mulheres solteiras.

Portanto, estamos perante uma lésbica que engravidou de um homem e não quis identificar o pai da criança no tribunal. Ou seja, estamos perante alguém que quis criar um facto para, a partir dele, criar uma norma jurídica: a perfilhação da criança por parte da sua amiga.


Quando uma mulher, com filhos, se divorcia do seu marido e volta a casar com outro, a situação do segundo marido em relação aos filhos da sua esposa é exactamente a mesma se ele (o segundo marido) for ao hospital com um dos filhos da sua actual esposa e mãe biológica — porque o segundo marido não perfilhou nem pode perfilhar os filhos da sua actual esposa, uma vez que as crianças foram previamente perfilhadas pelo pai biológico (o primeiro marido dela).

Portanto, o que está aqui em causa não é adopção, mas antes é a perfilhação.

O que o lóbi político gayzista (vulgo “Gaystapo”) pretende é que um dos elementos de um par de homossexuais possa perfilhar um filho biológico do outro elemento da parelha, à revelia do espírito da lei que diz que “o tribunal ouvirá a mãe acerca da paternidade que atribui ao filho”.

Ou seja, e em resumo: o que a Gaystapo pretende é instituir a legalização do estatuto de “filho da puta”, por um lado, e por outro lado pretende erradicar a árvore genealógica das crianças.

Estamos perante uma tentativa de uma revolução antropológica delirante, através de engenharias sociais psicóticas.

Nota
1. por exemplo, fazer testes de ADN ao putativo pai e ao filho.

Quinta-feira, 7 Agosto 2014

O pânico cultural criado pela ditadura gayzista

 

Um professor americano de língua inglesa foi despedido depois de se ter referido, no seu blogue, às palavras “homófonas”. O dono da escola (privada) alegou que o prefixo “homo” da palavra “homófono” poderia ser confundido com “homófobo”.

“A social media specialist for a Utah language school that teaches English to non-native speakers says he was fired for writing a blog post about homophones—words that sound the same, but carry different meanings—because his boss was afraid readers would think it was about “gay sex.”

Language School Blogger Fired for Writing About Homophones

Segunda-feira, 4 Agosto 2014

A evidência da ligação do lóbi político homossexual à tentativa de legalização da pedofilia

Filed under: homocepticismo,Homofascismo,Homofobia,Homofobismo — O. Braga @ 7:23 pm
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“Paedophilia Information Exchange (PIE) était une organisation fondée en 1974, issue du lobby homosexuel, et destinée à obtenir la légalisation de la pédophilie. Son président, Keith Hose, était également impliqué dans le Gay Liberation Front. En 1975, Keith Hose a tenu un long discours en faveur de la pédophilie au cours du congrès annuel de Campaign for Homosexual Equality (CHE).”

Du lobby homosexuel au lobby pédophile au Royaume-Uni : histoire de scandales politiques

Terça-feira, 15 Julho 2014

A SIDA/AIDS é monstruosamente homófoba, reaccionária, conservadora e ignorante

 

A SIDA é ignorante; e homófoba!, (todos os homófobos são ignorantes).  

gayroller-webNo seguimento de uma “explosão da epidemia” homófoba que atinge os “grupos de risco” que são vitimas da homofobia da SIDA, a OMS (Organização Mundial de Saúde) recomenda que “homens que têm actividade sexual com homens” tomem medicamentos retrovirais — à custa de todos os contribuintes homófobos —, como “método suplementar de prevenção”, para que dessa forma se possa atenuar a homofobia da SIDA.

Actualmente, e devido ao conceito homófobo de “SIDA”, os pobres homossexuais — que não passam de vítimas da SIDA homófoba — têm 19 vezes maior risco de serem contaminados, quando comparados com o resto da população que é, por definição, também homófoba. Por isso, a OMS (Organização Mundial de Saúde) aconselha que os homossexuais tomem diariamente uma pílula que combina dois tipos diferentes de retrovirais — para além do preservativo —, alegadamente no sentido de diminuir os riscos de contaminação de 20 a 25%, o que alegadamente significa “evitar um milhão de novas infecções homófobas nos próximos dez anos”.

Os retrovirais diários contra a homofobia da SIDA serão pagos, como é óbvio, pela esmagadora maioria da população que é homófoba e ignorante.

Eu penso que se deveria retirar o termo “homofobia” dos dicionários, e proibir que se falasse de “homofobia” em público, para que automaticamente a SIDA desaparecesse. Porque tudo isto é uma questão de linguagem: se o conceito de “homofobia” não existisse ou fosse proibido, a SIDA também não existiria!

Quinta-feira, 22 Maio 2014

A anulação do "casamento" gay

 

A anulação da legalidade do “casamento” gay nunca deverá ser objecto de anúncio prévio: só será anunciado depois do fait accompli. Toma-se o Poder e anula-se. Da mesma forma que a legalização do “casamento” gay não foi objecto de consulta popular, a sua ilegalização deverá ser apenas anunciada post facto.

Sexta-feira, 2 Maio 2014

O parlamento inglês é controlado por invertidos

 

Uma candidata inglesa ao parlamento europeu, pelo partido English Democrats, afirmou publicamente que existe um excesso de invertidos no parlamento inglês. Julia Gasper disse que existem centenas de fanchonos no parlamento, em todas as posições importantes e prestando favores uns aos outros.

homo-fascismSendo que os fanchonos constituem cerca de 1,5% da população — denunciou Gasper —, a proporção justificaria eventualmente cerca de 10 deputados; no entanto, existem centenas de panascas no parlamento inglês, o que constitui uma violação da democracia.

Este fenómeno de estiolamento da democracia inglesa — através da crescente influência de um partido homofascista não declarado e que não concorre abertamente às eleições, e que se mantém como eminência parda do sistema político — já não é só um fenómeno inglês: países como o Canadá, os países anglo-saxónicos em geral, os países nórdicos da Europa, parecem sofrer do mesmo tipo de estiolamento. E até em Portugal começam a aparecer sinais de alarme: se contarmos os deputados e deputadas invertidos, e se compararmos proporcionalmente em relação à população portuguesa, verificamos que existe já essa tendência em Portugal.

Sexta-feira, 4 Abril 2014

O problema é político, e só pode ser resolvido com um partido político

 

A forma como o pasquim Público noticiou a demissão de Brendan Eich, da empresa Mozilla, por pressão do lóbi político gayzista, é inacreditável:

“Em 2008, Eich financiou a campanha contra a legalização do casamento entre pessoas do mesmo sexo na Califórnia. Uma polémica que renasceu no início da semana passada, quando a Mozilla o nomeou para o cargo de director-executivo, contrariando a tradição de uma empresa conhecida pela diversidade e pela promoção da open source.”

Ou seja, segundo o pasquim Público, a “tradição da diversidade” só pode existir com um pensamento único imposto pela Gaystapo. Isto só lá vai “à bomba!”; ou então, através de um movimento político organizado. Quando o lóbi político gayzista, respaldado pelo marxismo cultural (ler o ensaio de Herbert Marcuse sobre o conceito de  “tolerância repressiva”), consegue demitir um CEO de uma grande empresa — então só resta à sociedade a organização de um partido político de sinal radicalmente contrário. Ou seja, neste contexto, a homofobia passa a fazer todo o sentido e recomenda-se!

gay-inquisition-web

Entretanto, um membro do Conselho de Administração da World Vision foi obrigado a demitir-se devido à pressão da Gaystapo e da Ingaysição. Meus caros, isto só lá vai à paulada! Chegou-se a um ponto tal que a coisa já não vai com falinhas mansas: tem que se organizar a paulada sistemática! Nós somos a maioria!

O gayzismo é um movimento totalitário — o homofascismo — que se caracteriza pelo ódio, intolerância, anti-liberalismo, e perseguição inquisitorial. O caso de Brendan Eich é o princípio de uma série de casos que se seguirá; e não pensem que este caso não terá repercussões em Portugal e na União Europeia. Segundo a Lei da Impossibilidade de Mérito, “o que aconteceu a Brendan Eich não acontecerá a você, caro leitor; mas se acontecer, você merece-o!”.

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