perspectivas

Segunda-feira, 6 Maio 2013

Para os liberais, o acto de parir é um mal em si mesmo

Na imagem abaixo podemos ler : “a mulher não é uma fábrica de bebés”. O slogan concede ao acto reprodutor uma conotação negativa. Para os liberais (de esquerda e de direita), o acto de dar à luz uma criança, entendido esse acto em si mesmo, não é positivo. O mais que podemos dizer é que, para os liberais, esse acto é eticamente neutro, ou seja, o seu valor é neutro.

Não se trata aqui de uma opinião de uma determinada mulher, ou de outra em particular, acerca do acto de parir: antes, trata-se de atribuir um valor universalum valor imposto a toda a sociedade — acerca desse acto natural. Não se trata aqui de dizer que uma mulher deve ter um filho em vez de dez: antes, trata-se de neutralizar eticamente o acto de nascer, e impor essa neutralidade a toda a sociedade independentemente do número de filhos que uma mulher possa ou queira ter. Estamos em presença de uma tentativa de normalização da neutralidade de um valor que decorre da lei natural e que é essencial para o futuro da sociedade.

Porém, o que é mais grave, é que os liberais que defendem essa neutralidade do acto de nascer são os mesmos que defendem a procriação medicamente assistida para todas as mulheres de uma forma irracional e indiscriminada, por um lado, e por outro lado defendem legalização das “barriga de aluguer” que vai criar um novo tipo de escravatura no terceiro mundo.

XX + XY = lei natural

XX + XX = procriação medicamente assistida

XY + XY = “barriga de aluguer”

feminismo sem parir 500 web

Sábado, 13 Abril 2013

Doreen Kimura e as diferenças entre os dois sexos

Filed under: cultura,feminismo,Livros — O. Braga @ 12:32 am
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Doreen Kimura

A

27 de Fevereiro passado faleceu a neurocientista canadiana Doreen Kimura, autora do livro “Sexo e Cognição”, edição de 2004 da Editora Gradiva, que os portugueses podem encontrar em qualquer livraria ao preço de 19 Euros.

O trabalho científico de Doreen foi extraordinário e podemos ler aqui (em inglês e em PDF) um resumo de duas páginas do resultado da sua investigação científica. Naturalmente que cientistas como Doreen Kimura nunca poderão ser citados por blogues naturalistas, darwinistas, politicamente correctos e que se reclamam da “ciência”, como é o caso do Rerum Natura. Doreen Kimura é um nome proibido pelo politicamente correcto.

O que é relevante no trabalho de Doreen Kimura é a confirmação da percepção objectiva ou intuitiva que o senso-comum tem das capacidades diferentes dos dois sexos — o que não significa que um sexo seja inferior a outro, por um lado, e por outro lado tem em conta o conceito de juízo universal e das excepções que confirmam a regra.

Perante o delírio interpretativo das elites políticas actuais, que pretendem fazer de conta que a realidade das diferenças sexuais não é aquela que é de facto, o trabalho de uma mulher cientista (e anti-feminista!) veio confirmar que se pode ter uma visão harmoniosa dos papéis diferentes dois sexos consentânea com a realidade e com a natureza.

Quarta-feira, 10 Abril 2013

Pátria é feminino

Filed under: feminismo — O. Braga @ 7:36 pm
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Na nossa língua, dizemos e escrevemos “a Pátria”, e não “o Pátria” — embora a palavra Pátria venha do latim masculino “Pater” (pai). A Pátria tem mais a ver com a mulher do que com o homem — se é que tem grande coisa a ver com o homem. A Pátria é o nosso Lar.

Quando o homem defende A Pátria, nada mais faz do que defender a preponderância do feminino na sociedade. A defesa da Pátria, por parte do homem, por exemplo, nas Forças Armadas, é a defesa da essência feminina da nação (outro termo feminino: A Nação).

Ora, o que está a acontecer é que a ideia intrinsecamente feminina de Pátria está a ser sujeita a uma obliteração radical por parte da Esquerda e, paradoxalmente, em nome da afirmação feminista da mulher.

«Eu considero o fenómeno chamado feminismo muito perigoso, porque as organizações feministas proclamam uma pseudo-liberdade da mulher, que, em primeiro lugar, deve aparecer fora do casamento e fora da família.

O homem tem o seu olhar para o exterior — ele tem que trabalhar, ganhar dinheiro — e a mulher deve estar focada no interior, onde estão as crianças, onde a está o lar. Se esta função importantíssima da mulher é destruída, então tudo será destruído — a família, ou se quiserem, A Pátria.

Não é por acaso que chamamos à Rússia A Pátria

— patriarca Vladimir Kirill, chefe da Igreja Ortodoxa Russa, citado aqui.

Segunda-feira, 8 Abril 2013

Margaret Thatcher e o feminismo

Filed under: feminismo — O. Braga @ 5:46 pm

“The feminists hate me, don’t they? And I don’t blame them. For I hate feminism. It is poison.”

Margaret Thatcher web

Quinta-feira, 21 Março 2013

Kansas define a fertilização como início da vida humana

Filed under: aborto,feminismo — O. Braga @ 6:49 am

O parlamento do estado federal norte-americano do Kansas aprovou uma lei, numa proporção de votos de 92 contra 31, segundo a qual se estabelece que “a vida humana começa com a fertilização do embrião”, e que “os interesses dos nascituros em relação à vida, saúde e bem-estar devem ser protegidos”.

Sábado, 9 Março 2013

A maioria dos políticos europeus actuais são esquizofrénicos ligeiros ou psicóticos

‘It’s an equation where the answer is so often rigged because, whichever way you look at it, the solution ends up being the mother doing more of the caring, and the father doing more of the earning – even if that isn’t what the young couple wants.

‘She gets the year-long maternity leave; after that, the expectation is she’ll continue to be the primary carer – so she’s the one who goes part-time. Lower pay, fewer shots at promotion. Work less, earn less.

It’s heartbreaking to watch women who feel forced to lower their ambitions for themselves. And it’s heartbreaking to see fathers missing out on being with their children.

‘As a father, I find the outdated assumption that men should go out and work and women should stay at home and look after the children frankly absurd.’

via Clegg attacks 'absurd' idea of mums not dads staying at home to bring up children in attempt to repair damage to Lib Dems | Mail Online.

O liberal inglês Nick Clegg (que faz parte do governo de outro psicopata, David Cameron) defende a ideia segundo a qual as pessoas (homens e mulheres) realizam sempre, e somente, os seus projectos de vida mediante uma profissão de classe média-alta: por exemplo, ser um advogado, um engenheiro ou um político. Por outras palavras, uma profissão de classe média-alta é definida por ele como a condição da “vida boa” (em termos aristotélicos) e da felicidade.

nick clegg webPor isso, Nick Clegg lamenta que as mulheres não possam ter, todas elas, acesso à “vida boa” tal qual definida por ele. Uma mulher que seja mãe e tenha uma licença de maternidade de 1 ano (como parece acontecer no Reino Unido) é uma condição absurda e limitadora da “vida boa” para essa mulher. Para Nick Clegg, a maternidade é um mal em si mesma, na medida em que, alegadamente, impede o acesso da mulher à “vida boa”. Para ele, a licença de maternidade de 1 ano deveria ser tirada pelo pai da criança para que a mãe tivesse acesso à “vida boa”.

Para Nick Clegg, a vida boa significa que todas as mulheres do mundo devem ter acesso a uma profissão de classe média-alta (a tal “vida boa”). E como 95% da mulheres em todo o mundo não têm essa “vida boa”, Nick Clegg diz que o mundo é injusto.

Para Nick Clegg, é muito bom que a mulher não tenha que ficar em licença de maternidade (paga pelo Estado) de 1 ano para cuidar da criança; mas ao mesmo tempo, Nick Clegg diz que é uma desgraça que o pai não fique em casa em licença de maternidade, em substituição da mãe.

Ou seja, segundo Nick Clegg, a mulher dever ter acesso à “vida boa” deixando a criança em casa com o pai que a substitui na licença de maternidade. Por isso, para Nick Clegg, um pai substitui perfeitamente uma mãe de uma criança logo após o nascimento desta. O corolário da mundividência de Nick Clegg é que se toda a gente — homens e mulheres — tem o direito de ter a tal vida boa, então ninguém ficaria em casa a cuidar da criança que seria entregue aos serviços da SS (Segurança Social); mas como as mulheres da SS (Segurança Social), que cuidariam das crianças, não seriam da classe média-alta, Nick Clegg continuaria eternamente a lamentar a injustiça do mundo.


Segundo o psiquiatra suíço de renome, Eugen Bleuler, o esquizofrénico na sua forma simples inclui os excêntricos de diversos tipos, nomeadamente os políticos que querem “mudar o mundo”. Quando virmos um político que diz que quer “construir um mundo melhor”, estamos sempre e invariavelmente em presença de um esquizofrénico ligeiro (de tipo Nick Clegg), ou mesmo em presença de um esquizofrénico paranóico (tipo Hugo Chavez ou pior). E quando não são esquizofrénicos simples ou paranóicos, os políticos são psicóticos no sentido do delírio interpretativo segundo o psiquiatra Paul Sérieux.

Quinta-feira, 7 Março 2013

O behaviourismo aplicado à educação das crianças

Na Escócia, uma organização política esquerdista defende a ideia segundo a qual os brinquedos para os meninos contribuem para a violência contra as mulheres. Esta conclusão “moderna” é baseada no behaviourismo, que é uma forma de Positivismo. Para além disso, a defesa dessa posição incorre na falácia lógica non sequitur.

“Gender stereotyping, which is a big factor in sustaining inequality, begins at birth and continues through childhood, with children’s choices being limited to those thought ‘suitable’ for boys or girls.”

via ‘Axe boys’ and girls’ toys to curb violence against women’ | News | The Christian Institute.

O mundo moderno ocidental eliminou a ética baseada na metafísica, nomeadamente nas escolas. Citando a ironia de Fernando Pessoa:

“Chegamos a um ponto da civilização em que há tais exigências de imoralidade, que daqui a pouco toda a gente é decente por falta de espírito de sacrifício”.

Naturalmente que Fernando Pessoa ironiza, de um modo corrosivo que lhe é peculiar. Ao eliminar a ética metafísica, o mundo moderno arranjou um problema gravíssimo para si próprio; e por isso reduz toda a realidade humana a um formalismo positivista e, para fundamentar o absurdo, nega a própria lógica.

Domingo, 3 Março 2013

A pessoa é um conceito a priori e independente da experiência

Ainda há quem acredite na racionalidade desta União Europeia.

Feto com 12 semanas

Feto com 12 semanas

Quando o “direito à vida” está inscrito na declaração dos direitos humanos que a União Europeia diz defender, nomeadamente através do Tribunal Europeu dos “Direitos Humanos”, e simultaneamente se reconhece o “direito” ao aborto a pedido discricionário da mulher, já não é possível escamotear e esconder a contradição.

A política pode afirmar que uma coisa é, e simultaneamente não é. Os políticos são livres de dizer o que quiserem; mas a liberdade dos políticos não erradica a racionalidade; a liberdade não elimina a verdade — a não ser que os direitos humanos apenas tenham um valor ilusório e não devam ser levados a sério. Dizer que um embrião ou um feto não são ontologicamente humanos, só lembra ao diabo (e parece que o diabo, de facto, existe).

O problema surgiu com o Iluminismo, e nomeadamente com Kant que definiu assim a “pessoa”: “a pessoa é aquele sujeito cujas acções podem ser imputadas”. A pessoa tem que ter uma autoconsciência contínua: “Aquilo que tem consciência da identidade numérica de si próprio, em vários momentos, é uma pessoa”. É baseado nesta concepção kantiana de “pessoa” que Peter Singer defende o “direito” de uma mãe matar o seu filho depois do nascimento, enquanto a criança “não tem consciência da identidade numérica de si própria”; e é segundo esta concepção de pessoa que a política actual defende já a eutanásia coerciva das “pessoas” dementes.

Kant entrou em contradição com a sua própria teoria, porque confundiu um conceito a priori (a categorização de “pessoa”) com um conceito a posteriori e empírico (a classificação empírica do ser, em termos de compreensão e de extensão).

Mas não podemos apenas culpar Kant: a própria Igreja Católica, durante muito tempo, defendeu a ideia segundo a qual, durante um determinado tempo de gestação, o feto não tinha alma; e ainda hoje a Igreja Católica não considera a possibilidade de um funeral condigno de um feto abortado espontaneamente. Portanto, o mal é geral e generalizado.

Retomando Kant: das duas uma: ou colocamos o embrião/feto em uma categoria a priori de pessoa, e então a autoconsciência passa a ser apenas uma das muitas características ontológicas do ser humano. Ou classificamos a posteriori o embrião/feto em uma lógica exclusivamente empírica, em termos de compreensão e de extensão, e então podemos eleger, como válida e de forma discricionária, apenas uma só ou uma parte do conjunto, mas quaisquer características ontológicas do ser humano. A contradição de Kant consistiu em misturar ou confundir, no que diz respeito à “pessoa”, o conceito a priori, por um lado, com o conceito a posteriori, por outro lado,


Defender a vida humana é tentar ser coerente, até ao limite do possível, com o conceito a priori de pessoa — porque da experiência humana, no sentido da techne grega, resulta sistematicamente o erro; e não devemos errar no que respeita à vida humana sob pena de estarmos a colocar em risco a nossa própria vida. O empirismo diz-nos hoje o seguinte:

“Scientific investigation has proven to be a persuasive pro-life tool by shedding light on the humanity of the unborn child. Science has shown a baby’s tiny heart begins to beat by 21 days after conception and that by 20 weeks fetal age a baby is capable of feeling pain.”

via New research shows brain connectivity begins in utero | LifeSiteNews.com.

Porém, o empirismo já nos disse coisas diferentes acerca do embrião/feto, no passado. Só hoje se diz que o coração de uma criança bate aos 21 dias depois da concepção, e que um feto de 20 semanas sente dor. E não há razão absolutamente nenhuma para acreditarmos que este conceito empírico e a posteriori acerca do embrião/feto não possa ser revisto no futuro.

Considerar a autoconsciência como a única condição da definição de pessoa — e portanto, de ser humano — é como considerar, por exemplo, que uma pessoa tem que ter necessariamente duas pernas, e que, por isso, os pernetas não podem ser considerados pessoas. É reduzir a pessoa a uma determinada característica de ser e do ser; é defender a legitimidade do erro no que respeita ao conceito de vida humana; e é, sobretudo e no limite, colocar nas mãos das elites o direito de decidir sobre a vida e a morte de nós próprios.

Sábado, 2 Março 2013

Para aqueles que exigem a “mudança” na Igreja Católica

Tenho ouvido e lido opiniões mais ou menos radicais apelando à “mudança” na Igreja Católica, com a eleição do novo Papa. ¿ O que é que essa gente entende por “mudança”? “Mudança”, para essa gente, é defender que a Igreja Católica renegue os seus próprios princípios em matéria ética; ou seja, “mudança”, para eles, é a aniquilação da Igreja Católica.

¿ O que é “mudança”?

religião educação webMudança pode ser a modificação do sujeito, mediante uma metanóia qualquer; ou pode ser a transformação de uma coisa (ou de uma instituição) em outra diferente da anterior. Dizer que a transformação de uma instituição — por exemplo, a Igreja Católica — em outra instituição diferente é sempre boa, é incorrer numa falácia lógica conhecida por ad Novitatem. Mas algumas pessoas que aparecem na televisão a defender a “mudança” não têm a mínima noção do que estão a dizer quando defendem que “o novo é sempre melhor do que o antigo”. A verdade é que há coisas novas que são boas, e há coisas antigas que são boas.

O mais espantoso é ver agnósticos e ateus a exigir “mudança” na Igreja Católica. Se um indivíduo é ateu ou agnóstico, ¿ por que é que lhe interessa qualquer “mudança” em uma determinada religião? ¿ Por que é que não se preocupa, em vez disso, com uma mudança no dogmatismo darwinista que transforma a ciência em cientismo? (por exemplo).

…a mudança
muda conforme a mudança
da
mudança…

No dia em que um Papa concorde, por exemplo, com o aborto, a Igreja Católica acabou, porque acaba de negar o direito fundamental à vida que caracteriza o Cristianismo. Portanto, em relação ao aborto — e ao feminismo — não é possível qualquer “mudança” na Igreja Católica. E o mesmo aplica-se à eutanásia.

Dado que a Igreja Católica, para além do Direito Positivo, tem em consideração a lei natural e o Direito Natural, o “casamento” gay e a adopção de crianças por pares de gays nunca poderá ser aceite como equivalente ao casamento natural (entre uma mulher e um homem), por um lado, e à adopção de crianças por um casal em que os adoptantes assumem um papel e uma função análogas à da família natural da criança, por outro. No dia em que um Papa diga que o “casamento” gay é igual, ou idêntico, ou equivalente, ou semelhante, ou análogo, ao casamento natural, a Igreja Católica terá chegado ao fim dos seus dias.

E o tempo passa, e a “mudança” exigida pelos maiorais de hoje será diferente da “mudança” dos maiores de amanhã. A mudança muda conforme a mudança da mudança. Para o poder político, o que é verdade hoje será mentira amanhã. E no meio desta efemeridade da mudança e da instabilidade da verdade, a Igreja Católica foi, é, e será um porto seguro onde o Ser (Deus) se mantém sempre presente e num eterno presente, desde o início do universo.

Terça-feira, 26 Fevereiro 2013

Uma história sórdida de lésbicas e de bancos de esperma

Um homem e uma mulher nasceram de pais anónimos através de doação de esperma, e ambos foram educados por lésbicas: a mãe dele era lésbica vivendo sozinha, e a mãe dela vivendo com outra lésbica. Até à adultez, nem um nem outro sabiam quem eram os respectivos pais.

Ele e ela encontraram-se na universidade, apaixonaram-se um pelo outro e casaram-se depois de acabados os respectivos estudos. Quando chegaram aos 30 anos, já tinham três filhos. E para que ambos pudessem legar aos seus três filhos uma árvore genealógica, resolveram investigar e tentar descobrir quem eram os respectivos pais — os dadores anónimos de esperma. E descobriram que os dois (ele e ela) eram meio-irmãos, porque o dador de esperma foi o mesmo no caso dele e dela. Em resultado desta história sórdida, ele teve que fazer uma vasectomia para evitar ter mais filhos, mas não informou a mulher (a irmã!) da sua descoberta.

É isto que a nossa classe política inconsciente e amoral defende, de uma forma sistematizada, para o futuro da nossa sociedade.

When my wife and I met in college, the attraction was immediate, and we quickly became inseparable. We had a number of things in common, we came from the same large metropolitan area, and we both wanted to return there after school, so everything was very natural between us. We married soon after graduation, moved back closer to our families, and had three children by the time we were 30.

via Dear Prudence: My wife and I came from the same sperm donor. – Slate Magazine.

(mais…)

Segunda-feira, 18 Fevereiro 2013

Os “direitos” da Esquerda são leis da natureza

A petição Defender o Futuro que contesta as “medidas ideológicas” – como o casamento homossexual, o aborto e a mudança de sexo – legisladas pelo anterior governo, vai chegar nas próximas semanas à Assembleia da República. Apesar dos socialistas defenderem que este movimento não espelha o consenso com que a sociedade portuguesa recebeu estas alterações, a maioria PSD/CDS considera oportuno rever algumas matérias.

via PSD e CDS admitem discutir recuo na lei do aborto e do casamento gay | iOnline.

Uma das grandes vitórias culturais da Esquerda foi ter instituído na sociedade uma cultura dos “direitos irrevogáveis”, através da qual qualquer “direito” promulgado por uma qualquer lei esquerdista, por mais abstrusa, irracional ou anti-social que seja, passa a ser sinónimo de “progresso” e interpretada como uma lei da natureza. E qualquer tentativa de anular a irracionalidade de um “direito” em forma de lei é vista pela Esquerda como uma heresia.

Isabel Moreira

Isabel Moreira

A Esquerda — incluindo o Partido Socialista — diz que as leis anti-sociais socratinas foram promulgadas por um consenso que não existiu. Desde logo, o presidente da república vetou todas elas. E até mesmo a lei do aborto — que foi submetida a um referendo que não foi legalmente consequente, na medida em que uma esmagadora maioria dos portugueses optou pela abstenção (não se referenda a vida humana!) — esteve longe de qualquer “consenso” alargado.

A Esquerda serve-se do formalismo positivista do Direito para introduzir a aberração moral na lei, ao mesmo tempo que (Isabel Moreira) confunde propositadamente “paz social” com “paz podre” e dissonância cognitiva do povo. Não faz sentido, por exemplo, que uma pessoa idosa, que se desloque a um hospital, pague uma taxa moderadora, e que uma mulher que queira abortar “a pedido” discricionário não pague taxa nenhuma. Conclui-se que a visão de Isabel Moreira sobre a lei do aborto, por exemplo, é a de uma mente doente e que precisa urgentemente de tratamento psiquiátrico.

Adenda: Assine a petição “Defender o Futuro” e corrija o legado de José Sócrates

Quinta-feira, 31 Janeiro 2013

As prioridades educativas de François Hollande

O primeiro-ministro francês, Jean-Marc Ayrault, e o presidente francês François Hollande, apelaram a todos os ministros do governo socialista francês a comparecerem a um seminário acerca da “teoria de género”, organizado pela notória feminista Caroline de Haas.

François Hollande

François Hollande

Consta que nenhum ministro socialista faltou ao seminário para ouvir frases como esta:

“Les plaisirs sexuels des femmes sont importants : il est fondamental que chaque femme ait les moyens de connaître ce qui fait vibrer son propre corps, comme il est doux de vivre, seule, avec son, sa ou ses partenaires les délices du clitoris, comme il est enthousiasmant de sentir l’orgasme d’une femme au bout de sa langue !”

As conclusões do seminário serão a base da nova reforma educativa socialista francesa, destinada a crianças a partir dos 5 anos de idade, que agora irão ter em contra “a importância do clitóris” e o “orgasmo da mulher na ponta língua”.

São estas as prioridades da educação socialista.

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