perspectivas

Domingo, 9 Março 2014

A cibernética e o amor politicamente correcto

Filed under: feminismo,politicamente correcto — orlando braga @ 5:20 am
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Imaginem que um homem apaixona-se por uma mulher, e para estar seguro da sua idoneidade como futura esposa, vai tentar saber em quantas camas ela já dormiu em outras tantas cambalhotas com outros homens. Parece um amor absurdo, mas não é.

Em Inglaterra, as mulheres agora  “podem pedir à polícia que verifique se os seus companheiros têm antecedentes de violência doméstica ou de outro tipo, segundo uma nova legislação que entrou hoje em vigor”.

É o amor politicamente correcto: em vez de a mulher namorar o homem durante algum tempo até perceber o mínimo acerca da índole dele — ela conhece-o de manhãzinha, vai à polícia à tardinha e, se não houver alarde, dá a cambalhota à noitinha. 

E depois, a culpa é sempre do homem…

Terça-feira, 29 Outubro 2013

A idiota perigosa e útil

 

Edite Estrela pegou no “trabalho” da organização de origem americana “International Planned Parenthood Federation” (IPPF), delegação de Bruxelas, assumiu-o como se fosse dela e apresentou o chamado Relatório Estrela no parlamento europeu.

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Domingo, 20 Outubro 2013

Edite Estrela: uma mulher execrável

 

Edite Estrela é a autora de um relatório que pretende transformar em lei, para todos os países da União Europeia:

1/ o aborto como um “direito humano”;

2/ a restrição, ou mesmo proibição, da objecção de consciência em relação ao aborto por parte dos profissionais de saúde;

3/ negação do princípio do papel principal dos pais na educação sexual dos seus filhos (ver § 47 do documento);

4/ e, finalmente, a imposição da “educação sexual” (dentro e fora da escola) segundo os critérios do chamado Standards for Sexuality Education in Europe, que reza assim:

Children aged 0-4 should be informed about: “enjoyment and pleasure when touching one’s own body”, “early childhood masturbation”,different family relationships”, “the right to explore gender identities”, “the right to explore nakedness and the body, to be curious”, etc. and they should develop “curiosity regarding own and others‘ bodies” and “a positive attitude towards different lifestyles”.

Children aged 4-6 should be informed about “enjoyment and pleasure when touching one’s own body”, “early childhood masturbation”, “same-sex relationships”, “sexual feelings (closeness, enjoyment, excitement) as a part of all human feelings”,“different kinds of (family) relationship”, “different concepts of a family”, and should develop “respect” for those different lifestyles and concepts.

Children aged 6-9 should go on learning about “enjoyment and pleasure when touching one’s own body (masturbation/self-stimulation)”, but they also should be informed about “different methods of conception” and “the basic idea of contraception (it is possible to plan and decide about your family)”

Children aged 9-12 should be informed about “first sexual experience”, “orgasm”, “masturbation”, and should learn to “make a conscious decision to have sexual experiences or not” and “use condoms and contraceptives effectively”.

Sábado, 31 Agosto 2013

A piropofobia da Adriana Lopera e a psicologia do piropo

O jornal Púbico publica algumas frases de Adriana Lopera, a piropófoba do Bloco de Esquerda , como segue:

“O assédio verbal é uma frase que um homem diz a uma mulher no espaço público, na rua. Por exemplo, num metro cheio, ninguém diz nada porque sabe que está a fazer algo de errado. O piropo, algo bonito, que um amigo ou um companheiro nos diz baseia-se numa relação humana“,

“Está a falar do nosso corpo, da nossa estrutura física, é sobre nós, vindo de um estranho e nós não pedimos opinião. Isso é agressão verbal“.

Há pessoas muito amargas e amargadas pela vida, e não há nada mais a fazer senão tentar compreender essa amargura. Parece ser este também o caso de Adriana Lopera, feminista encardida do Bloco de Esquerda. Vamos desconstruir os seus (dela) pseudo-argumentos.

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Sexta-feira, 30 Agosto 2013

Duas lésbicas do Bloco de Esquerda querem proibir os piropos

“Ó Jóia!, vem cá ao Ourives!” (piropo)

piropo-masculino.jpg

Chego a sentir pena das lésbicas, tão frustradas são por não terem homem. E em função dessa frustração inconsciente, querem proibir as mulheres em geral de qualquer contacto com homens. A verdade é que o piropo não é só masculino: a mulher também tem a sua forma peculiar de piropo que passa por uma abordagem indirecta, ao passo que o piropo masculino é directo.

piropo-mulher.jpg

O Bloco de Esquerda é um partido político incoerente: por um lado, é o paladino da expressão pública desbragada e incontrolada do desejo homossexual e das paradas gay; mas, por outro lado, quando se trata dos relacionamentos entre os dois sexos, pretende proibir a expressão pública do desejo.

Muitos casamentos felizes e famílias unidas começaram com um piropo. Ele há piropos e piropos.

Em vez de sermos machistas, vamos ser realistas

Infelizmente, já morreram cinco bombeiros este Verão, na luta contra incêndios. Desses cinco, duas foram mulheres bombeiras. Vamos fazer um simples exercício hipotético.

bombeira-250-web.jpg Se, por exemplo, em todo o país, 90% dos bombeiros forem homens, e se tivermos 3 mortes de homens, então: 3/90=0.033. A probabilidade de um bombeiro morrer num incêndio é de 0,033:1.

E sendo que 10% dos bombeiros são mulheres, e se tivermos 2 mortes de mulheres, então: 2/10=0,2. A probabilidade de uma bombeira morrer num incêndio é de 0,2:1 – ou seja, 6 vezes maior do que um bombeiro. Uma bombeira corre seis vezes mais risco de morte do que um bombeiro.

Contudo, eu penso que esse risco é maior ainda, porque a percentagem de bombeiras pode ser menor do que 10% do total. Se a percentagem de bombeiras for, por exemplo, de 5% do total, o risco de morte de mulheres no combate aos incêndios é 0,6:1, ou seja, 18 vezes maior do que nos homens.

As bombeiras devem estar na retaguarda da “guerra” ao incêndio, e não na linha da frente. Quando os bombeiros colocam as suas mulheres na linha da frente, estão a cometer um crime moral, para além de ser uma manifestação de cobardia por parte dos homens.

Uma mulher não é um homem. Será muito difícil compreender isto?!

Terça-feira, 6 Agosto 2013

Feminismo: “quem aborta não é sempre uma mulher”

Uma feminista que dá pelo nome de Lauren Rankin, e que alegadamente é “a feminist writer and activist, and is a current graduate student in Women’s and Gender Studies at Rutgers University”, escreveu aqui o seguinte:

« The last month has been particularly brutal for abortion rights activists and women’s health advocates, as state after state has proposed and/or passed various bills that restrict abortion access and undermine abortion care. In response, there has been a re-energized reproductive rights movement, with many across the nation stating that they “Stand With Texas Women” or “Stand With North Carolina Women.” But in this response, abortion rights activists have overlooked and dismissed a very important reality: Not everyone who has an abortion is a woman.

Abortion is so often framed as a women’s issue by both those who advocate for abortion rights and those who seek to dismiss abortion as frivolous. And for abortion rights, a movement that took root in the late 1960s and early 1970s, this makes sense. Prior to a deeper understanding and problematizing of gender and the way that it works, in our social construction, only women had abortions because only women could get pregnant. But in 2013, we should know better, and we need to do better. »

Em suma, segundo o texto, há seres humanos que parem mas que não são mulheres; e, por isso, nem sempre quem aborta é mulher. Por exemplo, uma “mulher que diz que é homem” não é mulher, e por isso, quando essa “mulher que diz que é homem” aborta, não se trata de uma aborto de uma mulher, mas antes trata-se de um aborto de uma mulher que diz que ela própria é homem.

Ou seja, há homens com útero e ovários. E há mulheres com pénis e testículos, e estas últimas são mulheres que não abortam. Em contraponto, os homens com útero e ovários já abortam. Há mulheres que não abortam por determinismo biológico porque têm pénis e testículos, e há homens que, por um determinismo biológico e porque têm útero e ovários, já têm o “direito” a abortar.

Portanto, o aborto não depende do determinismo biológico. Mas, em contrapartida, depende do determinismo biológico. O que se passa é que o determinismo biológico não é o determinismo biológico: em vez disso, é o determinismo biológico.

O determinismo biológico é uma construção social excepto quando não é uma construção social. E a biologia já não é uma construção social quando é determinante na construção do conceito segundo o qual há pessoas que parem e não são mulheres.

Eu tenho extrema dificuldade em classificar “isto” sem recorrer ao psiquiatra Júlio Machado Vaz, que deverá ter concerteza uma tese genial para explicar “aquilo”. Só lentes académicos, como por exemplo Lauren Rankin ou Júlio Machado Vaz, têm a capacidade de explicar coisas tão complexas quanto estas.

Quarta-feira, 31 Julho 2013

A marcha das putas

« Na Marcha das Vadias, em Copacabana, diversas encenações ilustraram os apelos feitos pelas feministas. Uma delas chamou a atenção por seu teor altamente polémico, pois os envolvidos utilizaram a imagem da Nossa Senhora como objecto sexual. A cabeça da Santa virou uma espécie de consolo. Em seguida, os manifestantes quebraram as imagens e as cruzes. Por fim, uma manifestante pegou o que sobrava de uma cruz, colocou camisinha em sua base e a enfiou no ânus de seu parceiro de encenação. Tal acto assustou até mesmo outros manifestantes que não esperavam tanta ousadia. Uma delas disse que colocaria uma máscara para não ser reconhecida, já que receava represálias no trabalho. »

Ler o resto aqui.

a-marcha-das-putas.jpg

Segunda-feira, 6 Maio 2013

Para os liberais, o acto de parir é um mal em si mesmo

Na imagem abaixo podemos ler : “a mulher não é uma fábrica de bebés”. O slogan concede ao acto reprodutor uma conotação negativa. Para os liberais (de esquerda e de direita), o acto de dar à luz uma criança, entendido esse acto em si mesmo, não é positivo. O mais que podemos dizer é que, para os liberais, esse acto é eticamente neutro, ou seja, o seu valor é neutro.

Não se trata aqui de uma opinião de uma determinada mulher, ou de outra em particular, acerca do acto de parir: antes, trata-se de atribuir um valor universalum valor imposto a toda a sociedade — acerca desse acto natural. Não se trata aqui de dizer que uma mulher deve ter um filho em vez de dez: antes, trata-se de neutralizar eticamente o acto de nascer, e impor essa neutralidade a toda a sociedade independentemente do número de filhos que uma mulher possa ou queira ter. Estamos em presença de uma tentativa de normalização da neutralidade de um valor que decorre da lei natural e que é essencial para o futuro da sociedade.

Porém, o que é mais grave, é que os liberais que defendem essa neutralidade do acto de nascer são os mesmos que defendem a procriação medicamente assistida para todas as mulheres de uma forma irracional e indiscriminada, por um lado, e por outro lado defendem legalização das “barriga de aluguer” que vai criar um novo tipo de escravatura no terceiro mundo.

XX + XY = lei natural

XX + XX = procriação medicamente assistida

XY + XY = “barriga de aluguer”

feminismo sem parir 500 web

Sábado, 13 Abril 2013

Doreen Kimura e as diferenças entre os dois sexos

Filed under: cultura,feminismo,Livros — orlando braga @ 12:32 am
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Doreen Kimura

A

27 de Fevereiro passado faleceu a neurocientista canadiana Doreen Kimura, autora do livro “Sexo e Cognição”, edição de 2004 da Editora Gradiva, que os portugueses podem encontrar em qualquer livraria ao preço de 19 Euros.

O trabalho científico de Doreen foi extraordinário e podemos ler aqui (em inglês e em PDF) um resumo de duas páginas do resultado da sua investigação científica. Naturalmente que cientistas como Doreen Kimura nunca poderão ser citados por blogues naturalistas, darwinistas, politicamente correctos e que se reclamam da “ciência”, como é o caso do Rerum Natura. Doreen Kimura é um nome proibido pelo politicamente correcto.

O que é relevante no trabalho de Doreen Kimura é a confirmação da percepção objectiva ou intuitiva que o senso-comum tem das capacidades diferentes dos dois sexos — o que não significa que um sexo seja inferior a outro, por um lado, e por outro lado tem em conta o conceito de juízo universal e das excepções que confirmam a regra.

Perante o delírio interpretativo das elites políticas actuais, que pretendem fazer de conta que a realidade das diferenças sexuais não é aquela que é de facto, o trabalho de uma mulher cientista (e anti-feminista!) veio confirmar que se pode ter uma visão harmoniosa dos papéis diferentes dois sexos consentânea com a realidade e com a natureza.

Quarta-feira, 10 Abril 2013

Pátria é feminino

Filed under: feminismo — orlando braga @ 7:36 pm
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Na nossa língua, dizemos e escrevemos “a Pátria”, e não “o Pátria” — embora a palavra Pátria venha do latim masculino “Pater” (pai). A Pátria tem mais a ver com a mulher do que com o homem — se é que tem grande coisa a ver com o homem. A Pátria é o nosso Lar.

Quando o homem defende A Pátria, nada mais faz do que defender a preponderância do feminino na sociedade. A defesa da Pátria, por parte do homem, por exemplo, nas Forças Armadas, é a defesa da essência feminina da nação (outro termo feminino: A Nação).

Ora, o que está a acontecer é que a ideia intrinsecamente feminina de Pátria está a ser sujeita a uma obliteração radical por parte da Esquerda e, paradoxalmente, em nome da afirmação feminista da mulher.

«Eu considero o fenómeno chamado feminismo muito perigoso, porque as organizações feministas proclamam uma pseudo-liberdade da mulher, que, em primeiro lugar, deve aparecer fora do casamento e fora da família.

O homem tem o seu olhar para o exterior — ele tem que trabalhar, ganhar dinheiro — e a mulher deve estar focada no interior, onde estão as crianças, onde a está o lar. Se esta função importantíssima da mulher é destruída, então tudo será destruído — a família, ou se quiserem, A Pátria.

Não é por acaso que chamamos à Rússia A Pátria

— patriarca Vladimir Kirill, chefe da Igreja Ortodoxa Russa, citado aqui.

Segunda-feira, 8 Abril 2013

Margaret Thatcher e o feminismo

Filed under: feminismo — orlando braga @ 5:46 pm

“The feminists hate me, don’t they? And I don’t blame them. For I hate feminism. It is poison.”

Margaret Thatcher web

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