“
Unrest in Stockholm’s suburbs continued for a fourth night as rioters showed their anger over a police shooting a week ago by setting fire to cars and buildings and pelting emergency workers with stones.
As many as 30 cars burned in the Swedish capital’s southern suburbs, while 11 were set alight in the Husby area, north of the city centre, where the violence broke out four days ago, police spokesman Kjell Lindgren said by phone today. Police detained one person, a 16-year-old girl suspected of preparing an act of arson. That followed eight arrests since Tuesday….
Last night, firemen trying to rescue a restaurant in Skogaas were attacked by stone-throwing youths. Police officers were also attacked in Husby. Several other suburbs also reported vandalism and fires.” — (via)
Sexta-feira, 24 Maio 2013
‘Diversidade e enriquecimento cultural’, segundo a Esquerda
Quinta-feira, 23 Maio 2013
A Holanda já legalizou a poligamia por ‘uso e costume’
“Eine Ehe zwischen drei Personen ist in den Niederlanden nicht möglich, eine eingetragene Partnerschaft aber schon“, so Victor. Schließlich ist eine moderne Gesellschaft flexibel und erfindungsreich, auch zwischen Groningen und Zeeland.
„Wir sind zum Notar gegangen, alle in Hochzeitskleidung und haben uns gegenseitig die Ringe angesteckt“, so Victor, dem es natürlich nicht schwerfällt zu beteuern, daß es sich für ihn „nur um eine normale Hochzeit“ handelte.”
A notícia conta um caso de um cidadão holandês que se deslocou a um notário e registou o seu segundo casamento — leia-se, o homem casou com uma segunda mulher sem estar divorciado da primeira mulher e vive com as duas. E o notário reconheceu oficialmente o casamento polígamo.
A Holanda foi dos primeiros países do mundo a legalizar o “casamento” gay, rumo ao progresso da sociedade. E agora, na sequência desse progresso louvado por toda a esquerda anti-machista, a Holanda já reconheceu o casamento polígamo por “uso e costume”.
Nós, portugueses, que somos um povo atrasado quando comparado com holandeses ou belgas, só nos resta sair desta União Europeia “já e em força”.
Porque é que a Alemanha não sai do Euro?
Os alemães estão absolutamente convencidos que de são as vítimas dos “desmandos económicos” dos países do sul da Europa. Estão convencidos de que são eles que estão a sustentar os “porcos do sul”. Mas não é verdade.
A Alemanha financia 27% do fundo de resgate europeu, é certo; mas a França financia esse fundo em 20%, e a Itália e Espanha juntas financiam o fundo em 30%. E se fizermos as contas per capita — para saber quanto custa a cada alemão o financiamento do seu país ao fundo de resgate europeu —, os alemães ocupam o sexto lugar no esforço financeiro de todos os cidadãos dos países do Euro. Portanto, a história contada por Angela Merkel e pelo Schäuble aos seus concidadãos está mal contada.
A Alemanha não sai do Euro por várias razões, entre elas porque quer uma Europa alemã, em vez de querer uma Alemanha europeia. E se a Alemanha saísse do Euro, esta moeda desvalorizaria em relação ao marco alemão, tornando as economias do sul — que assim se mantinham no Euro — mais competitivas. Por outro lado, a dívida dos países do sul continuariam em Euros, o que faria com que a Alemanha tentasse remediar os prejuízos da sua Banca.
Com um Euro competitivo em relação ao marco alemão, o feitiço virava-se contra o feiticeiro ( leia-se, Alemanha). A dívida pública e privada dos países do sul, estando cotada em Euros, diminuiria em termos reais, o que faria com que a Alemanha tentasse evitar uma desvalorização do Euro em relação ao novo marco alemão para não levar uma banhada financeira e económica.
A saída da Alemanha do Euro faria com que o BCE [Banco Central Europeu] ficasse fora do controlo da Alemanha, por um lado, e por outro lado faria com que a taxa de desemprego na Alemanha entrasse pelos dois dígitos adentro, enquanto que a taxa de desemprego nos países do sul da Europa baixaria. São estas as razões por que a Alemanha não sai do Euro. Enquanto a desgraça dos outros dura, a Alemanha sai a ganhar. Ou “piri-piri no cu dos outros é chupa-chupa”.
Quarta-feira, 22 Maio 2013
Dominique Venner e a Igreja Católica
O texto testamentário de Dominique Venner incui o seguinte trecho:
“I am healthy in body and mind, and I am filled with love for my wife and children. I love life and expect nothing beyond, if not the perpetuation of my race and my mind. However, in the evening of my life, facing immense dangers to my French and European homeland, I feel the duty to act as long as I still have strength. I believe it necessary to sacrifice myself to break the lethargy that plagues us. I give up what life remains to me in order to protest and to found.
I chose a highly symbolic place, the Cathedral of Notre Dame de Paris, which I respect and admire: she was built by the genius of my ancestors on the site of cults still more ancient, recalling our immemorial origins.”
Podem ler aqui o resto do texto, em PDF.
Dominique Venner diz que respeita e admira a catedral de Notre Dame apenas por duas razões: 1/ foi construída pelos génios seus (dele) ancestrais; e 2/ foi construída (alegadamente) no sítio dos cultos antigos e pagãos do neolítico. Esta foram as duas razões invocadas por Dominique Venner para suicidar dentro de uma catedral católica. O simbolismo do Cristianismo está totalmente ausente em Dominique Venner.
Ambas as alegações não são verdadeiras. Quem dirigiu a construção da catedral de Notre Dame foram mestres maçons que nem sequer eram franceses de origem étnica, e que foram contratados por exemplo em Itália (o estilo gótico surgiu em Itália), e outros mestres maçons eram oriundos do médio oriente. E, por outro lado, não está provado historicamente que o sítio da construção da catedral tenha sido anteriormente um sítio de culto pagão.
Dominique Venner poderia, por exemplo, dar um tiro na cabeça em frente ao parlamento francês, ou suicidar-se em frente ao palácio presidencial do Eliseu. Mas em vez disso, e não sendo ele católico, Dominique Venner resolveu suicidar-se dentro de uma igreja católica. Este tipo de actos de uma certa “direita” — que não é direita propriamente dita porque é socialista ou colectivista, e que não é conservadora porque renega o valor do Cristianismo na edificação da civilização europeia — apenas prejudica a luta dos católicos (e dos cristãos e conservadores em geral) contra o marxismo cultural que alimenta o actual politicamente correcto.
O acto de Dominique Venner revela que a Europa precisa de uma nova direita que respeite a história, as tradições e os costumes, e que respeite a separação do Estado em relação às religiões, mas que não seja a “direita socialista” e laicista (*) de tipo Frente Nacional de Marie Le Pen, por um lado, e que, por outro lado, coloque em cheque a actual “direita” do PPE (Partido Popular Europeu) que mais não é do que uma extensão da esquerda radical e jacobina.
Terça-feira, 21 Maio 2013
A direita Goldman Sachs é contra a saída do Reino Unido da União Europeia
A direita Goldman Sachs, controlada pela ideologia do Banco com o mesmo nome, é contra a independência e soberania dos países da Europa.
« Kevin Daly, part of the investment bank’s economic team, has concluded that a British departure from the EU would result in a “loss/loss scenario” in which both the UK and the rest of the bloc would be damaged.
But in a note to investors, Mr Daly added that Goldman does not expect an in/out referendum because the Tories first need to win an outright majority and, the bank reckons, “at this stage, this doesn’t appear likely”. »
Sábado, 11 Maio 2013
Quem tiver depósitos em Bancos espanhóis que retire de lá o dinheiro !
“Europe said that Greece was the first and last such restructuring, but then there was Cyprus. Spain is holding off further recapitalisation of its banks in anticipation of the arrival of Europe’s banking union, which it hopes will do the job instead. But if the Cypriot precedent is anything to go by, a heavy price will be demanded by way of recompense. Bank creditors will be widely bailed in. Confiscation of deposits looks all too possible.”
— Spain is officially insolvent: get your money out while you still can
Domingo, 5 Maio 2013
Sábado, 4 Maio 2013
Sexta-feira, 3 Maio 2013
David Cameron levou uma banhada nas eleições autárquicas inglesas
O partido UKIP (United Kingdom Independent Party) de Nigel Farage desfez o Partido “Conservador” britânico, causando-lhe um rombo de que não há memória. O eleitorado conservador britânico puniu assim o “conservador” David Cameron (na foto ao lado, com cara de “quem levou e não gostou”) porque chegou à conclusão de que o Partido “Conservador” britânico já não conserva nada.
O UKIP (United Kingdom Independent Party) conseguiu mais de ¼ dos votos, arrebentado o Partido “Conservador”.Existem essencialmente duas razões para a derrota de David Cameron (porque se trata de uma derrota pessoal):
1/ David Cameron prometeu um referendo sobre a permanência na União Europeia, e não cumpriu;
2/ David Cameron insiste em legalizar o “casamento” gay contra a vontade da esmagadora maioria do eleitorado conservador.

Nigel Farage, festejando a vitória
Quinta-feira, 2 Maio 2013
O Euro quase oferecido
O BCE [Banco Central Europeu] baixou a taxa de juro de referência para um mínimo histórico de 0,5%. Um dia destes o BCE vai oferecer (sem juros) o dinheiro aos Bancos que, por sua vez, cobram juros de 7 a 10% às PME (pequenas e médias empresas).
Entretanto, o desemprego na Europa está assim:

Quarta-feira, 1 Maio 2013
Sobre a abdicação da rainha da Holanda
Não me referi aqui à cerimónia da abdicação da rainha Beatriz da Holanda em favor do seu filho, mas depois de muita coisa escrita vou ter que dizer alguma coisa.
Ser rei ou rainha num país como a Holanda que erradicou totalmente a lei natural do seu Direito Positivo, é uma indignidade.
Num país que legalizou o negócio da eutanásia “a pedido do cliente”, que transformou o aborto em anti-concepcional, em que o comércio e consumo de drogas é legal, em que a prostituição é negócio que paga IVA e declara IRS e IRC, em que a pornografia pode ser vista pelas crianças nas ruas das cidades, em que o Islamismo é protegido pela política e o Cristianismo é perseguido, em que o laicismo radical substituiu a tradição na lei, em que a História e as tradições são apagadas, em que crianças podem ser adoptadas por pares de invertidos, em que a procriação medicamente assistida deu lugar ao negócio sinistro das “barriga de aluguer”, em que a poligamia é tolerada, em que a pedofilia se organizou em um movimento político — neste país, qualquer monarca com dignidade já teria a abdicado por moto próprio, de si e de toda a sua descendência.
A monarquia holandesa é nada. Não tem valor nenhum. A monarquia holandesa é exactamente o oposto da monarquia no Liechtenstein que, esta sim, é um exemplo do que uma monarquia deve ser actualmente. Ser rei ou rainha na Holanda é ser uma espécie de palhaço fora do circo; é ter o mesmo valor de opinião da do papalvo mais grotesco; é não ter autoridade nenhuma, e um monarca sem autoridade (que não é a mesma coisa que Poder executivo) é uma contradição histórica e em termos.
Unrest in Stockholm’s suburbs continued for a fourth night as rioters showed their anger over a police shooting a week ago by setting fire to cars and buildings and pelting emergency workers with stones.
“Eine Ehe zwischen drei Personen ist in den Niederlanden nicht möglich, eine eingetragene Partnerschaft aber schon“, so Victor. Schließlich ist eine moderne Gesellschaft flexibel und erfindungsreich, auch zwischen Groningen und Zeeland.
O presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, defende numa entrevista a ser publicada no domingo a chanceler Angela Merkel face às críticas sobre a disciplina orçamental imposta pela Alemanha.














