perspectivas

Quinta-feira, 23 Maio 2013

A herança de Luís Filipe Meneses em Gaia

Filed under: A vida custa,Esta gente vota — O. Braga @ 7:04 pm
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Hoje fui as serviços municipalizados da empresa Águas de Gaia pagar a água e constatei que havia imensa gente a pagar facturas vencidas para repor o fornecimento de água depois de corte do abastecimento.

Em Portugal inteiro, o local onde se paga mais por metro cúbico de água é em Gaia. Mesmo que não exista consumo nenhum, o cidadão de Gaia paga sempre por mês entre 15 a 20 Euros de impostos à empresa Águas de Gaia “gerida” por Luís Filipe Meneses. Ou seja, em Gaia não é preciso consumir água para pagar um balúrdio de impostos. E Luís Filipe Meneses diz que é liberal…

Os portuenses que se ponham a pau. A herança de Luís Filipe Meneses em Gaia não augura nada de bom se ele ganhar a Câmara Municipal do Porto. Não há cu que aguente os impostos de Menezes. A Câmara Municipal de Gaia é uma “casa a arder”.

luis filipe menezes napoleao 300 web

Quarta-feira, 22 Maio 2013

A classe política e os privilégios dos corcundas

“O socialismo, em vez de ser uma libertação económica, é uma ausência completa de liberdade. O socialismo torna extensivo a toda a gente o servismo da maioria. Não são os escravos que querem libertar-se: são os escravos que querem escravizar tudo. Se eu sou corcunda, sejam todos corcundas.

É esta a razão por que, sem querer mas sabiamente, a Natureza fez o Homem construir o privilégio. (…) Bem diziam os homens da Idade Média, concebendo a liberdade, não como um direito, mas como um privilégio.”

— Fernando Pessoa, “Cinco Diálogos Sobre a Tirania”, Obras em Prosa, Tomo III, edição do Círculo de Leitores, 1975.

Hoje, e ao contrário do que defendeu Fernando Pessoa, a liberdade é entendida exclusivamente como direito no seu sentido negativo (só considera o indivíduo e exclui a sociedade e a nação), ou seja, a liberdade negativa é considerada pelas elites políticas como um direito.

Podemos classificar a cultura política actual em duas categorias.

1/ a negação dos determinismos naturais em nome da autonomia e da liberdade.

el corcunda png web 350Decorre daqui o obscurecimento do conceito de “equidade” que implica a existência dos “direitos dos corcundas”, e, em vez disso, acontece a imposição da “igualdade” da “corcunda para todos”.

Há na actual elite política uma contradição fundamental: por um lado, recusa as diferenças naturais em nome da liberdade negativa e da autonomia do indivíduo; e, por outro, lado cria diferenças artificiais através do Direito Positivo que tendem a limitar a liberdade e a autonomia da maioria dos indivíduos.

E a negação ontológica das diferenças naturais — em nome da igualdade, da liberdade e da autonomia do indivíduo — entre os corcundas e os outros, são utilizadas para impor a condição de corcunda a toda a gente, quanto mais não seja por mimetismo cultural. É nisto que consiste a nova tirania do politicamente correcto. E esta contradição fundamental é propositada, e baseia-se no instrumentalização política de dissonância cognitiva da maioria do povo.

Uma coisa é o facto de os corcundas terem direitos naturais, que lhe são devidos pela lei natural e pelo Direito Natural; outra coisa diferente é exigir que os direitos dos corcundas sejam iguais aos de todas as outras pessoas, transformando os direitos dos corcundas em privilégios, porque a maioria das pessoas não é corcunda. O problema é o de saber se os corcundas, apenas em função do seu estatuto natural, devem merecer privilégios.

2/ a subversão do conceito de “servismo da maioria”, segundo Fernando Pessoa.

O servismo da maioria era, segundo Fernando Pessoa, a condição voluntária do servo: a maioria era serva porque aceitava a sua condição como sendo natural. O servismo da maioria, segundo Fernando Pessoa, era o estatuto natural da maioria.

Hoje, com a actual classe política, já não podemos falar no “servismo da maioria”, mas antes na “servidão da maioria”. A servidão é imposta à maioria pela elite política em nome da putativa e alegada erradicação do servismo da maioria.

E enquanto os privilégios da aristocracia, atribuídos na Idade Média, eram consentidos pelo servismo da maioria, ou seja, eram reconhecidos como válidos pelo povo enquanto privilégios (e não eram direitos), os privilégios actuais atribuídos aos corcundas são impostos coercivamente pela elite política à maioria como sendo direitos. Passamos a ter uma elite de corcundas com privilégios que entram em conflito com os direitos da maioria entendida enquanto sociedade e nação.

O princípio da “igualdade, da liberdade e da fraternidade” é hoje um instrumento essencial e fundamental para a construção de uma nova tirania.

A domesticação jacobina da Igreja Católica

Em entrevista à TVI24, o truculento, diabólico e laicista jacobino Augusto Santos Silva afirmou que o novo cardeal de Lisboa, D. Manuel Clemente, tem que ser igual ao “cardeal colorido”. Porque “quem se mete com os jacobinos, leva!”.

Terça-feira, 21 Maio 2013

O Bloco de Esquerda nada tem contra as jumentas!

Filed under: Esta gente vota,politicamente correcto — O. Braga @ 7:16 am
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O trabalhador agrícola Carlos Romero, de 32 anos, que foi preso ao ser flagrado em uma “posição comprometedora” com a jumenta chamada “Doodle”, disse que a lei da Flórida que proíbe sexo com animais é inconstitucional.

Segundo o jornal “Ocala-Star Banner”, o advogado de Romero destacou que a legislação humilha o indivíduo, tornando sua conduta sexual privada um crime. — via : ‘Apaixonado por jumenta’ diz que lei que proíbe zoofilia é inconstitucional

Camaradas e camarados!

O Bloco de Esquerda nada tem contra a vida privada (e, no masculino, contro o vido privado) dos indivíduos e das indivíduas. O Bloco de Esquerda é a favor do progresso (e, no feminino, progressa) e da autonomia (e, no masculino, autonomio) dos cidadãos e cidadãs, no sentido da procura da sua felicidade (no masculino, felicidade).

A criminalização das orientações sexuais é uma herança cultural reaccionária da Igreja Católica e das forças políticas conservadoras. O exemplo do camponês Carlos Romero, uma vítima (um vítimo) da repressão fascista (faxisto) da Igreja Católica e dos seus acólitos reaccionários, impõe-nos a obrigação de lutar pelo Amor independentemente das orientações sexuais.

As leis fascistas que proíbem o Amor, independentemente das orientações sexuais, são humilhantes para os indivíduos e para as indivíduas. A humilhação dessas pessoas parte da Igreja Católica, que procura impedir a felicidade (masculino, felicidade) dos seres humanos e não-humanos — porque uma jumenta é um cão que é um gato que é um peixe que é uma baleia que é uma criança.

Camaradas! A conduta privada de um indivíduo e de uma indivídua não pode ser considerada um crime — salvo se o Bloco de Esquerda estiver no Poder e decidir o contrário. Mas se o Bloco de Esquerda estiver no Poder, não terá em conta o fascismo da Igreja Católica, e irá criar a instituição do casamento para todos, em que o pobre e infeliz camponês Carlos Romero, reprimido pelos tabus sexuais católicos, terá o direito à sua felicidade e ao Amor.

A luta continua! A vitória é certa! Conhecemos o futuro!

A Autoridade de Direito de Francisco José Viegas

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Francisco José Viegas alardeia a sua autoridade de direito desprovida de autoridade de facto. Ler aqui.

Segunda-feira, 20 Maio 2013

O blogue Estado Parido e a recusa da paridura

O blogue Estado Sentido é um exemplo, entre muitíssimos, de um grupo de pessoas que não estão preparadas para discutir mais nada que não seja a politica politiqueira e a vidinha do Jet Set. Por exemplo, este “postal” faz eriçar os pêlos púbicos do traseiro (vulgo “Cuelhos”):

“O natural é aquilo a que um está habituado.”

Segundo este raciocínio, o canibalismo entre as tribos remotas da Papua, ou a excisão feminina entre as tribos berberes e em determinadas culturas islâmicas, é natural porque se está habituado. Ou um indivíduo habitua-se a “papar” criancinhas e a pedofilia passa a ser natural. É tudo uma questão de uso e de hábito. Esta gente é tão burrinha (graças a Deus) que não pára um minuto para pensar antes de escrever qualquer coisa.

“No entanto, todos estamos acostumados à ideia de paternidade e maternidade. Vulgo mãe e pai.”

Segundo este raciocínio, um indivíduo nasce dos testículos do pai e dos ovários da mãe por uma questão de hábito; ou, por uma construção social e cultural, e apenas por essa razão, é que dizemos que “temos pai e mãe”. Digamos que um tipo “habitou-se a ter pai e mãe”, porque também poderia ter nascido, por exemplo, da barriga de uma perna de Zeus e dos colhões de um touro.

“Impedir casais homossexuais de adoptar, argumentado com o direito das crianças a terem um crescimento ”normal” é tão inválido como dizer que a normalidade existe.”

Segundo este raciocínio, e se a normalidade não existe, não existem normas. As normas — sejam jurídicas ou morais — definem uma normalidade. Norma versus normalidade: ambas as palavras têm a mesma raiz etimológica. Certo? Uma norma define uma certa normalidade. O que eu não percebo é por que razão se estabelece uma norma para os pares de invertidos poderem adoptar crianças ao mesmo tempo que se diz que a normalidade não existe.

Quando um idiota chapado chega a secretário-de-estado da cultura, temos a radiografia do país

1/ Este argumentário começa com um sofisma que é contraditório em si mesmo: se a lei é geral (como diz o escriba), a norma não tem que se adequar sistematicamente a factos; e o que a lei da adopção por pares de homossexuais fez, foi adequar a norma ao facto. As leis não são feitas para casos de excepção. Em matéria de filiação, legisla-se para o maior número possível. Depois, os casos particulares encontram a sua solução por interpretação e adaptação das regras gerais (equidade).

A lei é geral e impessoal, e somente pela aplicação desta regra geral é que ela permite resolver os problemas individuais. A lei é a expressão do corpo social que institucionaliza referências legíveis por todos. E no caso da família e das crianças, a lei é guardiã da clareza da genealogia: a lei é a norma necessária e unívoca.

Privar uma criança da diferença sexuada entre o seu pai e a sua mãe, não é só privá-la das aptidões individuais: é também privá-la das diferenças estruturantes entre a posição paterna e a posição materna. É privá-la de um espaço ou de uma distância entre dois lugares e duas funções, é também privar a criança de um significante ou de uma representação “pai” e de uma representação “mãe” — a não ser que se chame “pai” a uma mulher ou “mãe” a um homem, o que é um absurdo orwelliano.

2/ Por outro lado, o escriba entra numa segunda falácia lógica: a inversão do ónus da prova. Não são os opositores da adopção por pares de invertidos que têm que provar seja o que for: pelo contrário, é quem defende a adopção que tem que fazer prova de que os pares de homossexuais são sempre um ambiente benéfico para a educação de uma criança.

Se eu digo, por exemplo, que “o homo sapiens sapiens, em 75 mil anos de existência, sempre se organizou societariamente de uma determinada maneira”, quem quiser alterar esse tipo de organização societária é que tem que provar a validade do seu argumento — e não vale aqui a inversão do ónus da prova.

Naturalmente que um burro carregado de livros, e que subiu na política à custa de lamber as botas aos donos do sistema, como é o caso de Francisco José Viegas, bate palmas a sofismas deste calibre. Como é que um idiota deste calibre pôde chegar a secretário-de-estado da cultura?!

3/ Outro argumento alegadamente a favor da adopção de crianças por pares de fanchonos é a falta de adoptantes. O escriba cita em inglês. Em países em que o “casamento” gay foi legalizado há mais tempo, surgiu um breve surto de adopções, mas rapidamente o entusiasmo de desvaneceu — porque a adopção é vista pelo lóbi político homossexualista como uma forma de afirmação cultural e social de um determinado estilo de vida (homossexual), sendo que as crianças são instrumentalizadas neste processo. Ou seja, o argumento segundo o qual a adopção gay vai ajudar sequer a resolver um pouco o problema das crianças instituídas é outro sofisma politicamente correcto.

4/ Outro argumento do escriba é o de que uma pessoa (um indivíduo), só por si, pode adoptar uma criança segundo a lei portuguesa. A instituição da adopção por um celibatário não é uma instituição necessariamente em conformidade com os interesses da criança, porque está em contradição com o princípio fundamental do Direito que é o da dupla linhagem da criança (paterna e materna). A adopção por um celibatário cria uma filiação unilinear.

Mas, apesar dos inconvenientes que tem, a adopção por um só indivíduo cria um problema menor do que a adopção por um par de homossexuais, porque mais vale a carência própria desta situação ser inscrita pelo Direito, do que fazer de conta de que se tratam de situações identicamente diferentes (equivalentes).

Na adopção, mesmo simples ou por um celibatário, não se trata apenas de educação mas também de filiação. A partir do momento em que se toca na filiação, toca-se na estrutura fundamental do humano. E o que os filhos da puta da classe política estão a fazer é a tocar na estrutura ontológica do humano.

O que me surpreende é que um burro que diz que “não é de esquerda”, e que é “liberal”, defenda ideias orwellianas deste calibre, e tenha mesmo chegado a secretário-de-estado de Passos Coelho. Isto diz quase tudo acerca de Passos Coelho.

Sábado, 18 Maio 2013

‘ O progresso da opinião pública ‘

“Quando aprovaram o casamento gay disseram que a adopção era um assunto completamente diferente. Depois passaram a argumentar que é apenas justo que os casais tenham todos os mesmos direitos de co-adopção, mas que a co-adopção é uma coisa diferente de adopção. Aprovada a co-adopção passarão a dizer que até já há casais gays que adoptam e que uns não podem ser discriminados em relação aos outros.” (via)

Através do “progresso da opinião pública”, a classe política acabará por convencer o povo de que uma pedra é um pau, um velho está a mais na sociedade e deve ser eutanasiado, uma criança recém-nascida “não é uma pessoa porque não tem consciência” e pode ser legal e legitimamente morta pela mãe, e que Estaline e Trotski eram boas pessoas.

É tudo uma questão de “progresso da opinião pública”. O problema é se o progresso sai ao contrário.

Sexta-feira, 17 Maio 2013

La Vie en Rose na ‘direita’ portuguesa

Filed under: A vida custa,Esta gente vota — O. Braga @ 9:59 pm

Quando os políticos de “direita” recusarem conversas televisionadas amenas e sorridentes com radicais de esquerda, podemos começar a levá-los a sério.

Que morram do veneno que eles próprio venderam ao país

A minha posição em relação à greve dos professores é neutral. Se há professores a mais e crianças a menos, quem incentivou e aprovou o aborto livre e gratuito (pago pelo Estado) que os aguente. Que morram do veneno que eles próprios venderam ao país.

E isto ainda não é nada comparado com o que vem aí: a ideia segundo a qual os velhos também podem trabalhar e não precisamos assim tantos dos novos, vai rebentar na cara desta classe política. E quando a realidade lhes rebentar na cara também vou ser neutral, mesmo em presença de julgamentos sumários e fuzilamentos clandestinos.

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Quinta-feira, 16 Maio 2013

Paulo Corte-Real e a democracia entendida como ‘ditadura da maioria’

Democracia não é equivalente a ditadura da maioria, bem pelo contrário – e é por isso que é fundamental que exista e se aplique efectivamente uma Constituição que salvaguarde, nomeadamente, direitos fundamentais de minorias e princípios constitutivos do regime democrático. “ — Paulo Corte-Real, Presidente da ILGA (*)

1/ Paulo Corte-Real não diz o que a democracia é; apenas diz o que, na opinião dele, a democracia não é; e diz ele que 1/ “a democracia não é uma ditadura da maioria”, e que 2/ os “direitos fundamentais de minorias” opõem-se à “ditadura da maioria” que alegadamente não é democracia.

2/ Como é que havemos de pegar nestas “ideias” do líder homossexualista? O problema é que o líder político homossexualista português não define “democracia”, porque uma definição pela negativa não é definição propriamente dita. Por exemplo, o não-branco não é apenas o negro; ou seja, quando dizemos apenas que uma coisa “não é branca”, ficamos sem saber qual é exactamente a cor dessa coisa.

3/ Portanto, o que devemos saber é o que é a “democracia”, por um lado, e depois saber se, à luz da definição de “democracia”, esta é de facto uma “ditadura da maioria”; mas para isso temos também que definir “ditadura”. E finalmente, temos que saber o que são “direitos fundamentais”, sejam estes de minorias ou de maiorias, porque os direitos fundamentais não se aplicam só às minorias, nem são atributo exclusivo das minorias.

Em filosofia política, podemos definir “democracia” da seguinte forma: democracia é uma forma de soberania, segundo um tipo de organização política na qual é o povo — ou seja, o conjunto dos cidadãos sem distinção de classe, riqueza ou competência — que detém ou que controla o poder político.

(mais…)

A legalização do estatuto de filho de pai incógnito

A esquerda portuguesa — e alguns submarinos, como por exemplo Adolfo Mesquita Nunes — pretendem legalizar e normalizar o estatuto de filho de puta.

“O PCP vai votar favoravelmente, na sexta-feira, o projecto do PS sobre co-adopção por “casais” do mesmo sexo e abstém-se face aos diplomas do Bloco de Esquerda e “Os Verdes” sobre adopção por “casais” do mesmo sexo.”

Todos nós devemos estar atentos aos deputados do Partido Social Democrata e do CDS/PP que votarem favoravelmente esta lei.

Em finais da década de 1970, foi criada, por iniciativa da esquerda, uma lei que combatia a existência de crianças com “pai incógnito”. E eu achei muito bem. Hoje, a esquerda pretende que o estatuto de filho da puta passe a ser uma coisa digna e muito linda.

Declaração Universal dos Direitos da Criança

“A criança é registada imediatamente após o nascimento e tem desde o nascimento o direito a um nome, o direito a adquirir uma nacionalidade e, sempre que possível, o direito de conhecer os seus pais e de ser educada por eles.” — artigo 7, § 1

“Os Estados Partes comprometem-se a respeitar o direito da criança e a preservar a sua identidade, incluindo a nacionalidade, o nome e relações familiares, nos termos da lei, sem ingerência ilegal.” — artigo 8, § 1

“No caso de uma criança ser ilegalmente privada de todos os elementos constitutivos da sua identidade ou de alguns deles, os Estados Partes devem assegurar-lhe assistência e protecção adequadas, de forma que a sua identidade seja restabelecida o mais rapidamente possível.” — artigo 8, § 2

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