perspectivas

Sábado, 26 Fevereiro 2011

Espantoso como eu concordo com a Isabel Stilwell !

Fiquei contente porque, pela primeira vez, concordo com a Isabel Stilwell. Afinal, o mundo ainda não está perdido.
(more…)

Sábado, 27 Novembro 2010

O social-fascismo jugular

Quando lemos o blogue jugular não nos devemos esquecer de que estamos em presença de uma ideologia social-fascista.
A mundividência do blogue Jugular é fascista e neonazi.

Uma psiquiatra radical de esquerda diz que “a dimensão espiritual e religiosa não é um acto terapêutico”. Desde logo, uma dimensão da realidade não é um “acto”; a psiquiatra não se sabe exprimir em português (“quem te manda a ti sapateiro, tocar tão mal rabecão”). Porém, é sabido que a inclusão da dimensão espiritual e religiosa na acção terapêutica é uma evidência científica; basta seguir o que se constatou em investigações científicas mais recentes.

O chavão “visão biopsicossocial da medicina” tem na sua base uma visão absurda da realidade: a sociobiologia. A sociobiologia pretende ser uma espécie de sociologia que engloba o ser humano e os animais em geral numa só área de investigação — ou seja, o ser humano é colocado, à partida, em pé de igualdade em relação a uma vaca, por exemplo. E é nesta equiparação e analogia que se espelha a concepção do mundo e da vida da referida senhora psiquiatra (o que, no caso dela, até compreendo).

É interessante constatar que a maior parte dos dementes sociopatas da esquerda radical estudaram ciências sociais — desde Francisco Louçã, ao gayzista-mor Vale de Almeida, até ao lesbianismo jugular.

A partir do momento em que o conceito de sociobiologia é considerado racional, legítimo e “científico”, a ética é minada por dentro, porque passa a ser legítima a utilização sistemática da falácia naturalista. O sofisma naturalista consiste em retirar conclusões morais a partir de um facto (natural) — por exemplo, os bonobos têm uma actividade homossexual constante, e portanto o comportamento homossexual nos seres humanos passa a ser moralmente válido; outro exemplo, o peixe-palhaço é transsexual, e por isso a transsexualidade passa a ser moralmente válida. A falácia naturalista, legitimada pela sociobiologia, elimina as hierarquias e categorias da ética e da moral, tornando-as totalmente arbitrárias.

E é baseando-se na falácia naturalista e na analogia (no nivelamento do ser humano pelos animais mais primordiais) do ser humano com um peixe-palhaço ou com um bonobo, que a psiquiatra diz que “a dimensão espiritual e religiosa não é um acto terapêutico”, porque é evidente que uma ameba não tem religião (pelo menos no sentido humano da palavra). O que a psiquiatra quer dizer é que o ser humano é uma espécie de “ameba evoluída”.

A mundividência do blogue Jugular é fascista e neonazi. Quando lemos o blogue jugular não nos devemos esquecer de que estamos em presença de uma ideologia social-fascista, o que significa uma nova estirpe das ideias nazis transmutadas e adaptadas ao nosso tempo. Resulta disto que o termo “feminazismo” faz todo o sentido quando aplicado ao blogue jugular.

Quinta-feira, 21 Outubro 2010

Osama Bin Laden opina sobre as portagens nas SCUTs

Filed under: A vida custa,cascais em linha,economia,josé sócrates,Política — orlando braga @ 10:22 pm
Tags: ,

(more…)

Segunda-feira, 30 Agosto 2010

O neo-jansenista Eduardo Sá e a república de Platão

A simples hipótese de o Estado poder retirar uma criança aos seus pais sob pretexto de que ela é gorda, revela a tendência para-totalitária do nosso sistema político, na esteira do que se está a passar em Inglaterra e noutros países europeus. Quero com isto dizer que essa hipótese nunca deveria ser previamente colocada, e o que serve como paradigma para iludir a opinião pública é a comparação feita, por gente como o Eduardo Sá, entre a obesidade e a violência física exercida sobre as crianças.
(more…)

Sexta-feira, 13 Agosto 2010

O movimento de defesa dos “direitos” dos animais e a crescente animalização da sociedade

Propaganda dos 'direitos' dos animais

Eu nunca fui a uma tourada, e raramente vejo uma na TV a não ser que seja “à Antiga Portuguesa”. Portanto, não se pode dizer que eu sofresse alguma coisa se as touradas fossem abolidas. Porém, a simples proibição de alguma coisa que é centenária e faz parte da nossa tradição tem que ser racionalmente fundamentada. Além disso, temos que saber quais são os critérios éticos das pessoas que defendem a proibição das touradas.

O que se está a passar com o movimento de defesa dos “direitos” dos animais é que este movimento se serve da reivindicação do bem-estar dos animais para colocar a vida do ser humano ao mesmo nível da de um touro (por exemplo). O que está por detrás do movimento de defesa dos “direitos” dos animais é uma ideologia eugenista, na linha ideológica de Margaret Sanger e do nazismo. A defesa dos “direitos” dos animais é, de facto, um movimento eugenista encapotado; a defesa dos animais nada mais é que uma forma de branquear uma agenda política que pretende a animalização da sociedade.

Reparem no outdoor à direita: faz sentido comparar os judeus no campo de concentração nazi com as galinhas, fazendo a equiparação e a equivalência de ambas as situações ??? Não dá para ver o tipo de gentalha que anima o movimento de defesa dos “direitos” dos animais ?

Um dos grandes defensores dos “direitos” dos animais é o australiano Peter Singer. No seu livro “Ética Prática”, Singer escreveu que a vida de um recém-nascido tem o mesmo valor da de um peixe. Por isso, escreve Singer, matar um recém-nascido não é assassínio e é tão imoral como esmagar uma lesma. No mesmo livro, Peter Singer escreve que sendo que o ser humano é tão animal como outro qualquer, o sexo entre seres humanos e animais não pode ser considerado como uma ofensa à dignidade humana.

Peter Singer inverteu o princípio do racismo nazi, adoptando o mesmo ódio anti-humano. Diz ele que a crença na dignidade do ser humano é especieísmo, e o especieísmo não é diferente do racismo. E como — continua Singer — o racismo é mau, a crença na dignidade humana também é má. Para Singer, o ser humano não tem mais dignidade do que uma mosca.

A ignorância é uma ajuda preciosa

O argumento do racismo foi também utilizado pelo movimento político gayzista e pela Gaystapo. As feministas radicais também o utilizam. Porém, comparar um ser humano negro a um boi ou a um cavalo, não lembra ao diabo: só pode vir da cabeça de um doente mental.

O que Peter Singer defende é uma forma de nazismo politicamente correcto — um neonazismo que fica bem, cai bem nas elites eugenistas que, o que é pior, se reproduzem.

Na minha opinião, só por defender pública e implicitamente o assassínio de recém-nascidos, Peter Singer deveria ir para a cadeia com julgamento sumário. Mas isso são contas de outro rosário…

Peter Singer é, obviamente, marxista. Mas não é só Peter Singer que faz parte do movimento de defesa dos “direitos” dos animais: os activistas homossexuais e a respectiva Gaystapo, as feministas (lésbicas incluídas) e os activistas pró-aborto, todos eles fazem parte do rol de activistas em prol dos “direitos” dos animais. Todos esses movimentos fazem parte do movimento revolucionário internacional e do marxismo cultural.

E eu, que não apreciava as touradas, passei a tolerá-las.

Terça-feira, 29 Junho 2010

Para José Pacheco Pereira, o populismo é o povo

Por vezes, a classe política comete erros e depois coloca-se na posição de vítima. É o que parece expressar este postal do José Pacheco Pereira.

A classe política parece estar sempre isenta de culpa, e quando o povo se revolta, é populismo. Qualquer revolta popular contra a incompetência ou mesmo iniquidade da classe política é automaticamente classificada de populismo. Trata-se de um mecanismo de defesa que José Pacheco Pereira herdou da sua formação maoísta — um tanto semelhante ao mecanismo de defesa do movimento político gay, que sabendo das suas contradições idiossincráticas, considera homofóbico tudo quanto se lhe opõe ou assuma uma posição crítica.

Para o Pacheco Pereira, antes a ditadura do que a implementação, no nosso sistema político, de mecanismos de democracia directa que ele considera uma forma de ditadura.

Se o povo fala e comenta contra o comportamento da classe política, para o Pacheco é um prenúncio de morte (ou a linguagem do norte, que vai dar ao mesmo). A revolta do povo é, para ele, apocalíptica; o povo devia comer e calar.

A classe política representa a inquestionável legitimação ética do mostrengo (imundo e grosso): “Quem é que ousou entrar nas minhas cavernas que não desvendo, meus tectos negros do fim do mundo ?!” — mas contra a lei do mostrengo, o povo ao leme tremeu e disse: “El-Rei D. João Segundo!”.

E segue o povo, em poema: “Aqui ao leme sou mais do que eu: / Sou um povo que quer o mar que é teu; / E mais que o mostrengo, que me a alma teme / E roda nas trevas do fim do mundo, / Manda a vontade que me ata ao leme, / De El-Rei D. João Segundo!”

José Pacheco Pereira parece não querer compreender que o problema não é o de os políticos ganharem muito ou pouco dinheiro, mas o facto de não existir transparência sobre aquilo — muito ou pouco — que os políticos ganham. Quando um político passa pelo limbo da governança para depois entrar no paraíso das super-empresas dos lóbis da cidade-prostituta, estamos concerteza em face de um novo mostrengo “imundo e grosso”.

Porém, para o Pacheco, quem é o povo para poder reclamar qualquer tipo de ética para a classe política? “Quem vem poder o que só eu posso, / Que moro onde nunca ninguém me visse / E escorro os medos do mar sem fundo?”

Quinta-feira, 3 Dezembro 2009

O que faz com que Pinto Balsemão defenda a agenda cultural do Bloco de Esquerda?

Francisco Pinto Balsemão não é só o militante nº 1 do PSD; é também o militante nº 1 do Grupo de Bilderberg em Portugal. (more…)

Sábado, 15 Agosto 2009

Vasco Pulido Valente e o scotch

Filed under: A vida custa,cascais em linha,Esta gente vota — orlando braga @ 7:15 pm
Tags: ,

vpv

Escrevi aqui:

Vasco Pulido Valente compara a monarquia da Carta à III república. Contudo, a hipocrisia de Vasco Pulido Valente consiste no facto de não dizer que, no tempo da monarquia da Carta, não havia fundos comunitários [nem gamelas em Bruxelas].

VPV interpreta a acção do 31 da Armada de uma forma que se substitui aos próprios protagonistas — como se ele soubesse exactamente o significado da acção. E faz juízos de valor em casa alheia.

O excesso de scotch dá nisto.

The Rubric Theme Blog em WordPress.com.

Seguir

Get every new post delivered to your Inbox.

Junte-se a 447 outros seguidores