e todos, todos se vão
Galiza ficas sem homens
que possam cortar teu pão
Tens em troca
órfãos e órfãs
tens campos de solidão
tens mães que não têm filhos
filhos que não têm pai
Coração
que tens e sofre
longas ausências mortais
viúvas de vivos mortos
que ninguém consolará»
O poema da autoria da galega Rosália de Castro, escrito no século XIX. Música e interpretação de Adriano Correia de Oliveira. Foto “picada” aqui.















