Sair do governo agora seria colaborar com a estratégia do PSD do Pernalonga do “suponhetamos”:
“¿Suponhetamos que o défice era debelado e os objectivos atingidos em 2013? ¿Suponhetamos que a economia teria recuperado se não fosse a ruptura do CDS/PP?”
Portanto, contra a estratégia de Passos Coelho do suponhetamos, o que o CDS/PP tem que fazer não é sair do governo, lançando assim uma “bomba atómica”: em vez disso, tem que fazer uma guerra de guerrilha, à espera que os suponhetamos de Vítor Gaspar lhe expludam nas fauces.














