E se um reformado trabalhou toda a vida para descontar para a sua reforma e tem o azar de morrer no primeiro ano de reforma, fica tudo lucro para o Estado de Passos Coelho: ou seja: nem o Estado paga o funeral do reformado com um mínimo de dignidade depois de o primeiro se ter abotoado com dezenas de anos de contribuições do cidadão, nem o cidadão goza a reforma por malogro do destino.
E são estes os “liberais” da nossa praça. Com “liberais” destes, prefiro o Partido Comunista.














