O que as pessoas têm que fazer é aprender a conviver com a consciência e com a culpa, o que significa a necessidade do uso da razão (lógica). Ou seja, através da razão aprendemos a perdoar os outros, e sobretudo a nós próprios no sentido em que interiorizamos a nossa acção no futuro. Segundo a religião cristã, podemos ser salvos até ao último minuto das nossas vidas: basta que nos arrependamos sinceramente, reconheçamos a nossa culpa, e sigamos em frente.
Quando a vivência emocional é de tal modo forte que ofusca a razão, surge então essa tentação contra-natura de erradicar a consciência e a culpa das nossas vidas. Essas pessoas que ignoram a culpa (e a consciência) conseguem ser mais infelizes do que outras que optam pelo reconhecimento da sua consciência e da sua eventual culpa.
A tentativa política (utópica! delirante!) de normalização da homossexualidade, para além de ser uma ideologia propalada pelas elites globalistas que partem de um autêntico mito do excesso de população (http://bit.ly/RfVJm8), é também o reflexo da procura da eliminação da consciência e da culpa.
Mas o que está por detrás da acção do politicamente correcto é ainda mais complexo e sofisticado, porque entra pela psicologia adentro: utilizando a tentativa da erradicação massiva da consciência e da culpa, as elites políticas pretendem relativizar a ética, retirando ao cidadão comum as referências de valores milenares e hierarquizadas que possam determinar o seu comportamento.
Ora, foi exactamente um processo político semelhante a este que se passou na Alemanha nazi.














