perspectivas

Segunda-feira, 17 Setembro 2012

O feminazismo e a construção paulatina do homofascismo

É tempo de o povo “acordar”, antes que seja tarde.

Teremos que dizer: “sou homófobo, com orgulho!”. Quando os putativos “direitos” dos fanchonos e fufas colidem com os direitos da paternidade biológica, a discussão e a tolerância acabaram!

1/ Uma mulher austríaca teve um filho de uma relação com um determinado homem.

2/ Mais tarde, essa mulher, mãe da criança, juntou-se a outra mulher em uma relação lésbica.

3/ As duas mulheres reclamaram o “direito” à adopção da criança junto dos tribunais austríacos, ou seja, reclamaram o “direito” de colocar o pai da criança fora dos seus direitos, na sua condição de pai, em relação à criança. Ou, por outras palavras: as duas lésbicas defenderam no tribunal austríaco a tese segundo a qual os direitos biológicos da paternidade do homem em relação ao seu filho constituem, em si mesmos, uma forma de “discriminação” em relação aos “direitos” das lésbicas e dos gays.

4/ o tribunal austríaco recusou o pleito das lésbicas, argumentando que se existe um pai biológico que se interessa pela criança e que paga a pensão de alimentos, o superior interesse da criança não permite a adopção por parte do par de lésbicas.

5/ perante a decisão dos tribunais austríacos, as duas vagabundas recorreram para o Tribunal Europeu dos Direitos Humanos, com o apoio do lóbi político gayzista europeu apoiado financeiramente pela Comissão Europeia de Durão Barroso, e apresentando a mesma tese: os direitos do pai biológico em relação ao seu filho são, em si mesmos, um factor de “discriminação” em relação à “orientação sexual” homossexual.

6/ este caso revela-nos, com uma evidência cristalina, que a homofobia terá que passar a ser novamente a norma cultural, sob pena de passarmos a viver numa sociedade surreal. Não há mais espaço para tolerância. Teremos que dizer: “sou homófobo, com orgulho!”. Quando os putativos “direitos” dos fanchonos e fufas colidem com os direitos da paternidade biológica, a discussão e a tolerância acabaram!

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7 Comentários »

  1. e esta mentalidade é ainda legal? devia ser processado por emitir tamanhos disparates , se não gosta não coma , mas decidir o que está certo ou errado em matéria de escolhas e preferencias sexuais , desde que sejam livres e respeitem a sua própria natureza , não sejam impostas por maiorias certas ou supostamente de acordo com normas da natureza quem nem sabem o que seja , não cabe a ninguém de perfeito juízo!!! deixe de considerações inuteis e vá arranjar uma vida, porque se calhar nem tem uma !!!

    Comentário por Ana Pombo — Terça-feira, 18 Setembro 2012 @ 12:00 pm | Responder

    • Aí veio à carga a PUTA da nova PIDE politicamente correcta que pretende policiar o pensamento dos cidadãos — o que me veio dar toda a razão em relação a este artigo!

      Você deve estar a precisar de “algo”, mas eu sou selectivo. Além disso, não gosto de fufas.

      Comentário por O. Braga — Terça-feira, 18 Setembro 2012 @ 12:30 pm | Responder

  2. Acho que aqui atrasado já disse isto com a devida vénia ao autor, mas, a verdade é que vem novamente a propósito:
    “Será que está tudo grosso?”
    Salva-se o tribunal, pelo menos, o que aqui não seria assim tão pacífico!
    Cumpts

    Comentário por Inspector Jaap — Terça-feira, 18 Setembro 2012 @ 5:11 pm | Responder

  3. Desgraçadamente, quando escrevi o meu comentário, não tinha lido o 1º, que aproveito para comentar agora, concordando 120% com o caro Orlando:
    1- Quanto ao conteúdo – E pensava eu que a Natureza tinha horror ao vazio! Mas que supina imbecilidade!
    2- Quanto à forma – Minha “senhora” vá aprender Português que ainda haverá por aí algumas professoras primárias dignas desse nome , e capazes de lhe ensinar os rudimentos da Gramática Portuguesa.

    Comentário por Inspector Jaap — Terça-feira, 18 Setembro 2012 @ 5:18 pm | Responder

  4. Até onde sei, a adoção unilateral não é ilegal (não o é no Brasil, e suponho que também não seja em Portugal e tampouco na Áustria). Se o padrasto ou a madrasta de um relacionamento heterossexual possui o direito de adotar o enteado ou a enteada, firma-se o mesmo direito aos casais gays. Apenas lamento pelo baixo nível dos comentários, pautados apenas em juízos de valor ofensivos e injuriantes.

    Comentário por Paulo Carvalho — Quinta-feira, 4 Outubro 2012 @ 10:33 pm | Responder

    • Você está a confundir as coisas, ou eu não me expliquei bem. Vou tentar explicar-me melhor.

      1/ eu faço um filho a uma mulher. Esse filho é registado como tendo um pai (eu) e uma mãe (ela).

      2/ entretanto, eu separo-me dessa mulher que assume legalmente o poder paternal.

      3/ eu, na minha condição de pai, cumpro as minhas obrigações, nomeadamente dando a minha parte do sustento da criança (pensão de alimentos) segundo o estabelecido por um tribunal.

      4/ essa mulher, ou seja, a mãe do meu filho, junta-se ou “casa-se” com outra mulher, assumindo um relacionamento sáfico ou lesbiano.

      5/ as duas mulheres pretendem agora retirar o meu nome, no registo civil, de paternidade da criança, ou seja, pretendem que o meu nome não conste da árvore genealógica da criança. É este o caso a que me refiro neste artigo, e é isso que essas duas lésbicas pretendem com a ida ao Tribunal Europeu dos Direitos Humanos.

      ¿Deu para entender?

      Não se trata de uma “adopção unilateral” ou de adopção de uma criança por um indivíduo enquanto tal. Trata-se, em vez disso, de duas lésbicas pretenderem retirar o nome do pai biológico da árvore genealógica de uma criança. E isso é fascismo puro e duro! E contra o fascismo gayzista, todos os adjectivos são válidos!

      Comentário por O. Braga — Sexta-feira, 5 Outubro 2012 @ 4:19 am | Responder


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