« Aqui, sou absolutamente liberal: o Estado não deve cuidar nem da criação cultural, nem de ter comunicação social, nem de fazer jornalismo, nem de interferir no gosto. »
via ABRUPTO.
O José Pacheco Pereira mistura aqui uma certa “cultura intelectual” [Manifesto em Defesa da Cultura] com a cultura antropológica de um povo inteiro. Este tipo de enviesamento é lamentável e desonesto. Ele pega num manifesto absurdo para poder, assim, justificar o seu próprio absurdo. Aliás, está hoje na moda justificar-se uma qualquer irracionalidade mediante outra irracionalidade.
O José Pacheco Pereira serve-se da irracionalidade do Manifesto em Defesa da Cultura para poder justificar a alienação da RTP. Justifica uma asneira com outra asneira. Pensa ele que a formatação dos gostos deve ser deixada, de forma exclusiva, aos me®dia privados, em total roda livre como é evidente. “SIC oblige”.
Nem os liberais alemães, holandeses, ingleses, belgas, etc., defendem o que o José Pacheco Pereira e o PSD do Pernalonga e do corrupto Relvas [e não o CDS/PP] defende para Portugal . SIC oblige. Pelo menos é de louvar que o José Pacheco Pereira reconheça o seu dono, coisa rara nos dias que correm.














