perspectivas

Terça-feira, 21 Agosto 2012

O tal Jorge Martins Ribeiro e a recusa da paternidade

«A lei portuguesa devia reconhecer aos homens o direito de recusar a paternidade de um filho nascido contra a sua vontade. A tese está contida na investigação A igualdade na decisão de procriar, defendida por Jorge Martins Ribeiro, no âmbito do mestrado em Direitos Humanos na Universidade do Minho.

Na óptica do investigador, é uma questão de igualdade. “Do mesmo modo que a mulher tem o direito legalmente reconhecido de abortar ou não abortar, perante uma gravidez não planeada, o homem deve poder decidir se quer ou não ser pai”, sustenta.»

via Homens devem poder recusar paternidade – Sociedade – PUBLICO.PT.

Estamos a falar de um indivíduo que está a tirar um putativo mestrado, embora de “mestrado” só tenha o nome. Por vezes, neste país confunde-se “mestrando” com “menstruado”.

A lógica do “menstruado” é esta: uma injustiça dá sempre direito a outra injustiça. Neste caso, o utilitarismo do crápula Ribeiro já não se aplica apenas e só ao aborto do nascituro: é também extensível à criança já nascida. Com jeitinho, o cabrão acaba a defender o infanticídio.

A cultura da irresponsabilidade faz parte intrínseca da academia. Academia = irresponsabilidade. Salvo raras excepções, quando se olha para um académico vislumbramos hoje o aborto intelectual, a besta humana, a cavalgadura doutorada, o facínora imaginativo e o psicopata com um alvará de inteligente.

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2 Comentários »

  1. Por vezes pergunto-me: será que vale a pena pôr os nossos filhos no ensino superior para debitar merda deste calibre?
    Este gajo é como uma porta. O pai não tem qualquer direito de escolha se quer ser pai ou não, essa questão ultrapassa-o e nenhuma lei (ou amostra de lei) pode originar esse direito de escolha. Apenas numa putativa sociedade evoluída tais desmandos e burrices são realidade. E eu disse bem, putativa sociedade evoluída.

    O ensino superior está minado pelo neognosticismo que pretende que o homem é filho do macaco e não de Deus. Que tristeza de sociedade, só à bastonada….

    Comentário por Filipe Crisóstomo (@Skedsen) — Terça-feira, 21 Agosto 2012 @ 2:32 pm | Responder

    • Cada vez mais me convenço que “só à bastonada”.

      Comentário por O. Braga — Terça-feira, 21 Agosto 2012 @ 4:25 pm | Responder


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