perspectivas

Quarta-feira, 15 Agosto 2012

A política demográfica irracional da União Europeia

«Britain and the rest of the European Union are ignoring a demographic time bomb: a recent rush into the EU by migrants, including millions of Muslims, will change the continent beyond recognition over the next two decades, and almost no policy-makers are talking about it.

via Muslim Europe: the demographic time bomb transforming our continent – Telegraph.

Lidar com a realidade revela o reaccionário, e ser progressista é exactamente fazer de conta que a realidade não existe.

A esquerda, aliada à plutocracia internacional, está a destruir os países da União Europeia, ou melhor, está a destruir a cultura antropológica desses países confiando em um ideário de reforço de uma religião de Estado secularista. Existe na esquerda uma certeza absoluta acerca futuro — tal como os profetas da Bíblia e os da Idade Média tinham a absoluta certeza do futuro.

A esquerda, aliada a Bilderberg, pensa que lidar com o Islão é a mesma coisa que lidar com a cristandade, e utilizou a imigração islâmica massiva para justificar o ateísmo de Estado contra os cristãos. Para esquerda, não há diferenças substantivas entre as duas religiões. E assim como a religião secular de Estado “meteu os cristãos na ordem” em países como a Inglaterra ou a França, pensa a esquerda que lidar com o Islão “são favas contadas”, e que os muçulmanos se submetem ao ateísmo de estado com a mesma humildade que os cristãos fizeram.

Em Espanha, 14% dos bebés nascidos em 2007 são de famílias muçulmanas. A população islâmica na Europa duplicou nos últimos 30 anos, e em 2015 duplicará uma segunda vez. Em Bruxelas, os 7 nomes mais frequentemente dados a crianças recém-nascidas são Mohamed, Adam, Rayan, Ayoub, Mehdi, Amine e Hamza. Entram na UE e por ano, cerca de dois milhões de muçulmanos (todos os anos).

E depois vemos sítios anti-islâmicos de direita defender o “casamento” gay, o que revela o total desnorte e desorientação da massa cinzenta europeia e ocidental.

Em Portugal, o palhaço do Passos Coelho — com o devido respeito pelos palhaços, que apenas representam no circo — recusa-se a reconhecer o óbvio: é preciso rever a lei do aborto, e é necessária uma política especifica da família; precisamos de um ministério da Família e Segurança Social. A família terá que ser uma prioridade política.

Vemos os dignitários da União Europeia falar em “integração” dos muçulmanos. Como é que se pode integrar 25% da população da União Europeia em 2030 e que estão concentrados em apenas três ou quatro países da Europa? Segundo previsões, por exemplo na cidade inglesa de Birmingham, os brancos ingleses serão uma minoria já em 2026; em França, os muçulmanos serão a maioria da população em meados deste século.

Não existia minoria melhor integrada do que os judeus na Alemanha antes da II Guerra Mundial. Os judeus alemães estavam perfeitamente integrados na cultura, na economia, nas finanças e na vida política e social alemã, e ainda assim não foi possível evitar o holocausto. E depois, vêm-nos dizer que a integração dos 25 milhões de muçulmanos actuais, concentrados em 3 ou 4 países da União Europeia, são de “integração fácil”, quando a própria religião islâmica recusa a ideia de integração?!!!

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