perspectivas

Segunda-feira, 23 Julho 2012

A adopção de crianças por pares de homossexuais e a conservação da sociedade

Gay activists continue to insist that the problems faced by children raised by same-sex couples are caused by the “homophobic” society in which they live. But why should we assume that even in a totally accepting society, permanently and purposefully fatherless or motherless children will simply “adjust”?

It is clear from case histories, even those from pro-gay sources, that the pain felt by children was deeply personal and internal – not caused solely by outside influences. Activists can change the laws, they can modify public opinion over time, but they cannot redesign the hearts of children or restructure their fundamental needs.

via MercatorNet: The loss that may not speak its name.

A ideia segundo a qual as crianças pequenas [infantes] não se apercebem da diferença de viverem com “dois pais”, ou “duas mães”, por um lado, e por outro lado de viverem com um pai e uma mãe — essa ideia está errada.

“The children, also, are forced to deny their feelings. They love their parents and depend on them, but they learn very quickly that their natural desire for their missing biological parent is not acceptable.

The child is not be able to voice his dissatisfaction with his situation, and at the same time will feel guilty for not being wholly grateful. The combination of parental denial and the child’s guilt will lead the children to conclude that there is something wrong with them.”

Seria análogo se disséssemos que “um infante ama o seu pai mesmo tendo consciência, ou sabendo intuitivamente, de que este é um assassino e uma pessoa muito violenta”. A relação de dependência afectiva e emocional entre um infante e um pai ou uma mãe, não significa que a criança não intua as anomalias do comportamento dos adultos ou do meio social onde vive.

A intuição de tipo bergsoniano — e não uma intuição empírica, porque a criança ainda não tem experiência, e não uma intuição racional porque a criança não dispõe ainda da ferramenta racionalista que se adquire através do ensino — da criança permite-lhe saber, embora de uma forma difusa, que algo de errado se passa com a sua situação de vivência com “dois pais” ou “duas mães”.

Portanto, não é verdade que uma criança pequena não saiba, de uma forma intuitiva, que não é normal ela ter “dois pais” ou “duas mães”. O que pode acontecer é que a criança reprima essa intuição, seja voluntariamente ou por auto-repressão, seja por acção directa dos “dois pais” ou “duas mães”.


Qualquer comparação ou mesmo analogia entre o mundo animal e o ser humano é uma falácia naturalista. Não podemos dizer que, porque existe comportamento homossexual em espécies animais irracionais, então o comportamento homossexual no ser humano é natural; mas também não podemos dizer que esse comportamento é anti-natural, porque de facto existe na natureza.

O que interessa saber é se um determinado comportamento — ou uma determinada subcultura, qualquer que seja — é boa ou má em termos de conservação da sociedade. O conceito de “conservação” é estóico e opõe-se à importância dada por Platão e Aristóteles ao prazer em termos de definição de felicidade. Para os estóicos, a conservação — tanto do indivíduo, como da sociedade — é parte integrante da felicidade do Homem, e não o prazer.

Qualquer comparação ou analogia entre o ser humano e o mundo animal é estupidez moderna.

O ser humano é o único animal que tem cultura, e basta este facto para que qualquer comparação — negativa e/ou positiva — com o mundo animal se torne absurda. O que interessa ao ser humano é saber se a sua cultura o conduz à sua conservação ou se, pelo contrário, é um factor de desintegração, decadência e destruição.

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1 Comentário »

  1. Por trás do gayzismo estão a esquerda política, os ateístas e os comunistas. Eles possuem táticas psicológicas extremamente eficientes para manipulação das massas e cooptação de adeptos e simpatizantes.

    Já vocês, os mártires que estão resistindo bravamente contra esse tsunami de depravação, são bem intencionados mas cometem muitos equívocos. Se vocês continuarem com essas teimosias de não aprenderem e de não usarem as mesmas táticas da esquerda, serão esmagados em todo o Ocidente.

    Se quiserem vencer os ateu-comunistas homófilos, deverão deixar de lado as diferenças religiosas, encampar todas as lutas sociais que eles monopolizaram para si. Isso significa que vocês devem assumir a frente da luta contra a pobreza e a opressão, e não deixar que os esquerdistas assumam essa liderança como vocês tem feito. O único modo de deter o terremotos esquerdistas no mundo atual é tomar a frente das lutas sociais.

    Comentário por Pilha Carregada — Quarta-feira, 1 Agosto 2012 @ 9:17 pm | Responder


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