… mas esqueceu-se de que existem em Maputo dois cemitérios de soldados portugueses mortos em combate.
Sexta-feira, 20 Julho 2012
3 Comentários »
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… mas esqueceu-se de que existem em Maputo dois cemitérios de soldados portugueses mortos em combate.
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Se não existe nenhuma possibilidade de enraizar a ética no absoluto, todas as reflexões são inúteis e a lógica não existe.

“O regime [republicano] está, na verdade, expresso naquele ignóbil trapo que, imposto por uma reduzidíssima minoria de esfarrapados morais, nos serve de bandeira nacional — trapo contrário à heráldica e à estética, porque duas cores se justapõem sem intervenção de um metal e porque é a mais feia coisa que se pode inventar em cor. Está ali contudo a alma do republicano português — o encarnado do sangue que derramaram e fizeram derramar, o verde da erva de que, por direito mental, devem alimentar-se.”
--- Fernando Pessoa



«When the story of our era is written, it is the cultural battle that will count.
Capitalism and democracy may be the wave of the future, but the struggle to shape democratic society is anything but settled. The family is at the heart of that struggle.»
«Nós amamos a beleza dentro dos limites do discernimento político, e filosofamos sem o vício bárbaro da efeminação.»
― Tucídides
(frase atribuída a Péricles)
Tema: Rubric. Blog em WordPress.com.

[...] Ainda acerca da homenagem de Passos Coelho aos heróis da FRELIMO, e da sua não-homenagem aos combatentes portugues…: [...]
Pingback por Nacionalismo e liberalismo « perspectivas — Sexta-feira, 20 Julho 2012 @ 12:50 pm |
primeiro arruma-se a nossa casa, depois tenta-se arrumar a dos outros., A verdade é que os ex-militares das ex-colónias ainda estão vivos e o que é que o pais, Portugal, lhes deu ? Muitos deram tudo o que tinham e o que nãio tinham na guerra, até hoje oq eu receberam foi a exclusão. Mas continuamos a ser portuguêses, se deus perdoa porque é que nós não perdoamos ? Mas é dificil engolir.
Comentário por Manuel Arrais — Segunda-feira, 23 Julho 2012 @ 1:10 am |
O problema não é a homenagem de Passos Coelho aos mortos dos outros países; nisso não há problema. O problema é a não-homenagem aos nossos mortos, como se o soldado português caído em combate na guerra colonial fosse maldito, uma assombração que é preciso exorcizar.
Como disse, há em Maputo dois cemitérios com soldados portugueses mortos em combate na guerra colonial. Bastaria que Passos Coelho também lhes prestasse homenagem para que este postal deixasse de fazer sentido.
Infelizmente, como disse José Hermano Saraiva na sua última entrevista na RTP, “estamos a ser governados por gente menor”.
Comentário por O. Braga — Segunda-feira, 23 Julho 2012 @ 8:24 am |