perspectivas

Quarta-feira, 4 Julho 2012

Paul Krugman anda muito preocupado com a Europa

Filed under: economia,Europa — orlando braga @ 9:04 am
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Finalmente, abogó porque el Banco Central Europeo garantice la monetización masiva de la deuda española y defendió que la inflación ayudará a salir de la crisis. Sobre este último punto, negó que sea un “robo” o un “impuesto” promover activamente la subida general de los precios. Añadió también que las expectativas vinculadas a la moneda común pueden alterarse sin grandes contratiempos ya que, en esencia, “no valen nada”. Según Krugman, abrazar la “austeridad” y rechazar las tesis que expone en su último libro sería equivalente a destruir la moneda común.

via Krugman: "Bromeaba cuando pedí que se crease una burbuja inmobiliaria" – Libre Mercado.

Paul Krugman, em visita a Espanha, apoia o resgate da Banca espanhola, a monetarização massiva da dívida espanhola por parte do BCE [Banco Central Europeu] , e uma alta inflação para sair da crise. Ou seja: exactamente o contrário do que Angela Merkel defende. Não haverá possibilidade de meio termo?

  1. Parece-me claro que é necessária uma política de quantitative easing [monetarização], mas comedida e muito controlada.
  2. Quanto ao resgate da Banca espanhola, Paul Krugman parece esquecer-se de um detalhe muito importante: desde o colapso do Lehman Brothers, nos Estados Unidos já faliram cerca de 400 Bancos! E nunca vi o Paul Krugman defender o resgate desses 400 Bancos americanos falidos. Por isso, um Banco falido é como uma empresa falida: fecha-se e resolve-se o problema, embora com a garantia dos depósitos até 100.000 Euros.

    Parece-me que as receitas de Krugman para a Europa não são idênticas aos conselhos que ele dá a Barack Hussein Obama.

  3. A inflação alta é um imposto camuflado que atinge principalmente os mais pobres e os mais indefesos. Mas o tal quantitative easing controlado a que me referi acima, causará sempre uma inflação controlada e necessária, mas não alta.

Portanto, o caminho para a solução da crise está, nomeadamente, entre as posições radicais de Angela Merkel, por um lado, e de Paul Krugman, por outro lado. E se eu tivesse que optar por uma solução radical, então optaria pela solução islandesa.

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1 Comentário »

  1. Ora aí está! É engraçado como as grandes crises do mundo, se resolvem, as mais das vezes, com o senso-comum de uma diligente dona-de casa; mas, de tão perto do nariz, (quase) ninguém vê a solução (ou ninguém quer ver).
    Quanto aos americanos: mas qual é a surpresa? O remédio deles é para eles, e entretanto, apregoa-se uma outra receita que vai ao encontro dos interesses DELES e não da Europa, claro!
    O Sr. Krugman está na calha para receber uma medalha do Hussein. É que ele é mais eficaz a defender os interesses americanos no estrangeiro do que o exército do seu país, se é que me faço entender.
    Cumpts

    Comentário por Inspector Jaap — Quarta-feira, 4 Julho 2012 @ 10:52 am | Responder


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