perspectivas

Sexta-feira, 29 Junho 2012

A experiência científica — e não a metafísica darwinista — demonstra que não existe um “ancestral comum”

“I’ve looked at thousands of microRNA genes, and I can’t find a single example that would support the traditional tree. The technique just changes everything about our understanding of mammal evolution”. — Kevin Peterson, cientista evolucionista

via Phylogeny: Rewriting evolution : Nature News & Comment.

A chamada “árvore da vida”, segundo o darwinismo, relaciona as espécies com um putativo ancestral comum. Mas a ciência descobriu, há apenas algumas décadas, o chamados micro-RNA; e a análise dos micro-RNA de diferentes espécies chegou a uma conclusão: a árvore da vida darwinista está errada, o que significa que a teoria da ascendência comum está errada.

A análise dos micro-RNA de diferentes espécies demonstrou que a evolução é tautológica, e por isso não é passível de uma explicação causal. Por exemplo, o princípio de identidade é tautológico: A = A; mas sendo tautológico, não deixa de ser, por isso, verdadeiro — não deixa de pertencer à realidade.

Isto é ciência, e não isto. Isto é a constatação de facto, e não uma teoria metafísica.

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