perspectivas

Segunda-feira, 25 Junho 2012

Os animais ou criminosos, e a liberdade de expressão

Uma característica comum aos quatro personagens da imagem supra é a de — em nome da liberdade de expressão — terem criticado o nosso país entre estrangeiros, ou terem comprometido a ordem interna, ou terem levado a cabo políticas ruinosas para Portugal, contribuindo assim para o desprestígio internacional de Portugal.

Passos Coelho cometeu esse erro em Espanha e em espanhol, logo que foi nomeado líder do Partido Social Democrata, ao criticar o governo português entre espanhóis; convém que os portugueses conservem a memória.

José Sócrates, com a sua governação ruinosa que levou Portugal à bancarrota, deu o exemplo de como se pode reduzir o prestígio de um país a zero.

O Bloco de Esquerda de Francisco Louçã e o Partido Comunista de Jerónimo de Sousa têm contribuído, anos a fio, para o desprestigio do nosso país nos areópagos internacionais onde estão presentes, nomeadamente no parlamento europeu, onde têm sistematicamente tecido críticas não só a Portugal como país, mas também aos seus governos e a outros órgãos de soberania. Mas tanto o Partido Comunista como o Bloco de Esquerda foram mais longe: para além de contribuírem activamente para o desprestígio do nosso país, têm sistematicamente apelado à desordem pública — tudo isto em nome da liberdade de expressão.

Para Fernando Pessoa, qualquer um dos do Bando dos Quatro pertence ao “género de indivíduo que ou é um inferior análogo aos animais, em quem a hereditariedade prepondera sobre o meio [aqui é a hereditariedade a superar o meio], ou é um louco, um criminoso ou um génio [aqui é a variação (genética) a superar o meio].

Ora, dada a escassez de homens de génio, os que, sob qualquer pretexto — quase invariavelmente estúpido — que seja, procedem de modo que afectem ou possam afectar, o prestígio interno ou externo da sua pátria, ou são tipos inferiores e animais do homem, arrastados — pois a sua personalidade, que é nula, espontaneamente o nos pode conduzir a isso — por pseudo-ideias ou pseudo-ideais que tenham um apelo directo à sua animalidade; ou são degenerados mentais [loucos e semiloucos] ou morais [criminosos ou quase].” (in “Nacionalismo Liberal”)

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