
Au moins 100.000 Marocains résidant en Europe, victimes de la crise, auraient l’intention de retourner dans leur pays. Mais le gouvernement marocain ne le souhaite pas du tout :
« Le retour définitif de ces Marocains d’Europe entraînerait trop de problèmes d’intégration, d’éducation et de santé, d’après des sources du ministère chargé de la Communauté Marocaine résidant à l’étranger. »
O governo de Marrocos considera que o retorno ao seu país de origem de cerca de 100 mil marroquinos que vivem na Europa tem como consequência “problemas de integração”. Isto significa que o governo de Marrocos pretende ser pago pela União Europeia para “integrar” os seus próprios cidadãos na sociedade marroquina, depois de os ter deixado emigrar.
Para os países islâmicos, a integração de muçulmanos na Europa não é problema; mas a integração dos cidadãos emigrantes que retornam aos seus países de origem, já passa a ser problema que se resolve com dinheiro da Europa.















