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Uma nova lei do estado americano da Califórnia, aprovada Segunda-feira passada, vai impor que todos os candidatos a serviços do estado respondam a uma pergunta: “você é gay?”. Se a pessoa se declarar “gay”, tem implicitamente preferência na adjudicação dos serviços a que se candidata.
Este tipo de lei não impõe apenas uma “quota para gays” no acesso ao trabalho: impõe uma preferência clara em relação a um determinado tipo de comportamento sexual. Podemos assistir a fenómenos do tipo: um homem casado e com três amantes [mulheres], com 15 filhos, vai rapar os pêlos do peito, dos braços e das pernas, vai furar as orelhas para usar brinquinhos, vai menear as cadeiras num andar bamboleante, vai ensaiar poses bichonas em frente ao espelho — tudo para conseguir um trabalho no estado. Em Portugal, esta lei já está em vigor, embora não seja oficial. Para que um homem possa trabalhar para algumas empresas do estado — por exemplo, na RTP — tem que ter uma “mãozinha marota”, e uma “dicção afectada” de “tipo Joana Amaral Dias”. Hoje, o Estado não pergunta se um homem é casado e tem filhos para sustentar; em vez disso, preocupa-se em saber se o homem é gay. |
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Quarta-feira, 2 Maio 2012
Queres trabalhar para o Estado? Então tens que ser gay!
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