“Os Jornais Público e Expresso (14. 02. 2004) noticiam um acordo, formado entre os partidos da maioria e o Governo, sobre a obrigatoriedade das Farmácias dispensarem a pílula do dia seguinte (PDS). Esta medida contida numa resolução a ser aprovada no dia 3 de Março, inscrever-se-ia nas medidas de combate das causas do aborto, “a montante”. Assim se procura reforçar a afirmação, proporcionada nas sessões de esclarecimento efectuadas pela APF e quejandos nos Centros de Saúde e nas escolas – com patrocínios abundantes deste Governo – de que esta pílula diminui o número de abortos.”
Ler o resto em Logos: Obrigatoriedade de Participar em Homicídios no Dia Seguinte.
Um aspecto que não foi referido no artigo é o facto de a pílula-do-dia-seguinte ser uma bomba química, extremamente prejudicial à saúde da mulher. E tal como acontece com a pílula anti-conceptiva, a pílula-do-dia-seguinte falha se a mulher estiver a tomar antibióticos, o que significa que “o aborto segue dentro de momentos”.
Se este governo é de direita, para que é que precisamos da esquerda?!















