perspectivas

Quarta-feira, 11 Maio 2011

A coragem necessária contra o politicamente correcto

A liberdade de expressão está longe de ser uma conquista definitiva na nossa sociedade. Grupos políticos de pressão, oriundos de diferentes quadrantes, tentam todos os dias restringir e limitar não só a nossa liberdade de exprimir as nossas ideias e opiniões, mas também ensaiam diariamente simulacros de repressão da expressão religiosa dos cidadãos.

Estas tentativas sistemáticas de reprimir a liberdade de expressão não podem ser tratadas nem resolvidas com a complacência de quem assume uma superioridade moral: pelo contrário, todos os meios necessários para assegurar a livre expressão ideológica, de todos e de cada um, não devem ser, à partida, colocados de lado.

O novo totalitarismo é essencialmente protagonizado por grupos ligados ao chamado “politicamente correcto”, que inclui os grupos radicais gayzistas, feministas e marxistas culturais em geral. São grupos muito activos do ponto de vista político, e que não olham a meios para atingir os seus fins. A resposta do cidadão comum deveria ser semelhante à que Mircea Eliade descreveu no seu livro “História das Ideias Religiosas” :

“(…) a fé inabalável e a força moral dos cristãos, a sua coragem perante a tortura e a morte, a qual foi admirada mesmo pelos seus maiores adversários (…)

Para todos os desenraizados do império (romano), para as vítimas de alienação cultural e social, a Igreja era a única esperança para alcançar a identidade e encontrar ou reencontrar um sentido para a existência. Visto que não existiam quaisquer barreiras sociais, raciais ou intelectuais, qualquer pessoa podia tornar-se membro desta comunidade optimista e paradoxal, na qual um cidadão poderoso, camareiro do imperador, se prostrava diante de um bispo que tinha sido seu escravo.

Muito provavelmente, nenhuma comunidade na História, nem antes, nem depois, conheceu uma igualdade, uma caridade e um amor entre irmãos tão grandes como aqueles que foram vividos nas comunidades cristãs dos primeiros quatro séculos.”

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2 Comentários »

  1. O novo totalitarismo é essencialmente protagonizado por grupos ligados ao chamado “politicamente correcto”, que inclui os grupos radicais gayzistas, feministas e marxistas culturais em geral.

    os cristãos pentecostais acabaram de vender uma igreja aos muslos.

    Comentário por - — Quinta-feira, 12 Maio 2011 @ 12:15 am | Responder


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