Estudos científicos recentes demonstram que, mais importante que uma pré-disposição genética qualquer, e mais importante que o meio-ambiente ― em termos estritamente de “natureza onde se vive” ―, a cultura dos povos (ou de uma comunidade ou mesmo de uma família) assume um papel mais importante na estruturação dos comportamentos nos adultos. Isto significa, literalmente, que a cultura exerce uma influência interna que altera a expressão dos genes.
Portanto, o argumento segundo o qual a adopção de crianças por duplas de gays não interfere com o futuro comportamento das crianças nessa situação, está cientificamente desacreditado, ou seja, é uma mentira propalada pela agenda política gayzista. A adopção de crianças por gays tem como objectivo formatar os comportamentos sexuais ― independentemente das definições e pré-disposições genéticas! ― exercendo sobre a natureza genética e natural das crianças uma pressão cultural que as altere na sua expressão.




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Recomendo a leitura do livro “Nature via nurture”, de Matt Ridley. Em PT-BR o livro saiu como “O que nos faz humanos”. Nota: O autor se esforçou para não ter viés evolucionista neste livro, apesar de ele ser desta corrente.
Comentário por Marcos Ludwig — Domingo, 15 Novembro 2009 @ 8:46 pm