Ontem estive a ouvi o sindicalista Carvalho da Silva (CS), o dirigente da CGTP, em uma entrevista na RTP2, patrocinada pelo jornal Público e pela Rádio Renascença. A certa altura, CS disse estranhar como é que num “país de católicos” se pode encontrar tanta diferença de rendimentos entre ricos e pobres. Naturalmente que os jornalistas não estavam no programa para comentar aquilo que CS disse, e é de notar também que CS acentuou a importância da Igreja Católica em um trabalho social assinalável em todo o país como o que está acontecer, por exemplo, com os trabalhadores despedidos da Delphi em Ponte-de-Sôr.
O último primeiro-ministro assumidamente católico que tivemos foi António Guterres ― o tal que instituiu o rendimento mínimo nacional ― e demitiu-se quando constatou o pântano da corrupção moral tentacular de um Estado controlado pela maçonaria. A partir daí, tivemos um PM ex-maoísta (Durão Barroso) que se passou para a direita neoliberal, e um ateu gayzista (José Sócrates). A sorte de Portugal é ter um presidente da república com valores cristãos e católicos, como é Cavaco Silva.
Portanto, o problema de Portugal não é o de ser “um país de católicos”, mas o de ser um país governado por anti-católicos coordenados pela maçonaria. Era isto que os jornalistas deveriam ter explicado a Carvalho da Silva.




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Ora … não podia estar mais de acordo!
Beijos
Comentário por Ashera — Terça-feira, 3 Novembro 2009 @ 1:18 pm