perspectivas

Quarta-feira, 26 Agosto 2009

O aquecimento global antropogénico e a maçonaria

A maçonaria é uma associação criminosa. Se tivermos que resgatar a dignidade humana encostando os maçons a um paredão de fuzilamento, é nossa obrigação fazê-lo.

Hoje, toda a gente já sabe que o aquecimento global não é devido ao CO2 antropogénico; toda a gente sabe que sempre existiram mudanças climáticas no planeta ainda antes do aparecimento da vida há 4 mil milhões de anos. Toda a gente sabe disso, mas a classe política e uma certa elite cientificista controlada pela política ― manipulando os me®dia ― fazem de conta de que toda a gente não sabe. Quando as elites se apercebem de que alguém se revolta contra os seus projectos de Poder, numa primeira fase fingem ignorar a revolta, numa segunda fase ridicularizam os revoltosos chamando-lhes “teóricos da conspiração”, e por último, quando as tácticas anteriores falham, utilizam a força bruta para impôr o seu projecto de Poder.

Quando se nos apresenta um novo movimento ideológico, o que normalmente se faz é saber se as ideias sustentadas por esse movimento têm razão de ser, isto é, impõe-se uma análise lógica às ideias propaladas por esse movimento. Caso se verifique que esse movimento ideológico não é racional, ou seja, entra em contradição com as leis elementares da lógica, temos que saber quais são as origens ideológicas desse movimento se o quisermos compreender ― e para isso temos que fazer outro tipo de análise: a gnoseológica ou epistemológica. Dei o exemplo aqui, através de um esquema, da evolução gnoseológica que deu origem ao desconstrutivismo de Derrida.

holocausto

A definição das raízes ideológicas do actual movimento ambientalista misantrópico e ecofascista, é difícil, porque depois da queda do muro de Berlim e depois da capitalização da China, vivemos numa época de sincretismos. O sincretismo ideológico esconde naturalmente as origens das suas ideias. Por exemplo, é fácil chegarmos à conclusão de que Che Guevara se inspirou ideologicamente em Trotski, que por sua vez se inspirou em Lenine e em Marx. Mas como podemos explicar a comunhão de ideias entre Al Gore ou George Soros ― ambos plutocratas inveterados ― com as ideias de Francisco Louçã ou Jerónimo de Sousa ― o primeiro trotskista, e o segundo estalinista ― em matéria de ambientalismo misantrópico? Das duas uma: ou o aquecimento global antropogénico existe mesmo e então assumi-lo é uma questão de racionalidade, ou então temos que saber por que carga-de-água pessoas aparentemente tão distantes ideologicamente comungam da defesa da mesma impostura.

A resposta a esta pergunta é simples: o sincretismo ideológico é uma característica da maçonaria; o sincretismo é o fundamento da própria religiosidade maçónica, é o alfa e o ómega da religião da maçonaria. Porém, as origens da misantropia filosófica existem independentemente de um eventual sincretismo ideológico contemporâneo, e não existem dúvidas nenhumas de que a maçonaria sempre esteve no cerne e na origem de ideias misantrópicas, como o malthusianismo (Malthus).

A obsessão anti-humanista da maçonaria revelou-se através do movimento eugenista que aconteceu e cresceu desde que o Positivismo se instalou na Europa. Porém, o resultado das actividades eugénicas e maçónicas resultou, de forma inconveniente, no contrário daquilo que tinha sido pensado pela elite maçónica: com o nazismo, o eugenismo maçónico encolheu as garras. De igual modo, é sabido que a judaico-maçonaria internacional financiou o regime de Hitler enquanto este se preparava para a guerra, tendo resultado, esse financiamento, no holocausto: a judaico-maçonaria financiou o próprio holocausto de milhões de judeus.
Sabemos que, simultaneamente com o financiamento de Hitler, a judaico-maçonaria emprestou dinheiro ao regime de Estaline ― o que incomodou Trotski e constitui a verdadeira questão ideológica que separou este último daquele. A segunda guerra mundial foi meticulosamente preparada pela judaico-maçonaria internacional.

Nomes como Rockefeller ou Rothschild, que defendem abertamente a redução coerciva da população mundial através de um totalitarismo global, pertencem à judaico-maçonaria. As lojas maçónicas portuguesas vivem em subordinação ou “obediência maçónica” em relação à pior espécie de criminosos que existe na face da Terra ― é gente que defende que a população da Terra deveria ser dizimada em 1/3, desde que eles não façam parte dos dizimados.

Em nome da liberdade, penso que a maçonaria deveria ser sujeita a investigações policiais a nível global para se saber das conexões entre essas associações secretas e a comunidade política e científica. Sinceramente, eu acredito que um maçon ou é um doente mental ou um criminoso.

A maçonaria é uma associação criminosa. Se tivermos que resgatar a dignidade humana encostando os maçons a um paredão de fuzilamento, é nossa obrigação fazê-lo.

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