perspectivas

Sexta-feira, 10 Julho 2009

Um exemplo da imbecilidade feminista

feminismo

Isabel Stilwell é o exemplo acabado da imbecilidade feminista que contamina os me®dia. Repare-se como ela começa a sua crónica no Destak, com o título “Espermatozóides feitos em laboratório”: “Os homens vão passar a ser desnecessários”.

Naturalmente que a notícia vinda de Inglaterra é propalada com muito sal, pimenta e vinha-de-alhos. Basta uma consulta na Internet a sites científicos credíveis para se saber que não existe a mínima ideia se o “esperma” obtido “à inglesa” será fértil e se terá uma capacidade cromossómica normal. Na verdade, os cientistas sérios dizem que aquele “esperma” não funcionará, como gâmetas, de forma eficaz.

Mas partamos do princípio de que a Isabel Stilwell acreditou na verdade ― como se acredita hoje na verdade do aquecimento global devido ao CO2 provocado pela defecação dos bebés.

A ideia do “esperma” de laboratório é garantir ao homem infértil que o filho é dele. Porém, poderia dar-se o caso de uma lésbica querer ter a garantia de que o filho é dela e de mais ninguém.

A ser verdade o milagre do cientificismo, e na medida em que num caso análogo seria necessário um tratamento de fertilidade com base na clonagem de embriões ― na medida em que usando embriões que não sejam da mulher em causa seria o equivalente genético de se usarem células de um doador de esperma estranho a um casal ―, no seguimento da aplicação prática desta verdade cientificista, os embriões serão um dia criados por clonagem para serem expressa e posteriormente destruídos, para que homens inférteis e lésbicas possam ter crianças com o esperma criado a partir de células de embriões clonados e destruídos.

E no meio disto tudo, não ocorre a Isabel Stilwell outra abertura para a sua crónica me®diática: “Os homens vão passar a ser desnecessários”. Este tipo de conclusão primária só revela, de facto, a inferioridade recalcada e não assumida das mulheres feministas; são seres inferiores que se sentem como tal e sabem que assim são.

2 Comentários »

  1. Tenho de discordar do que disse sobre Isabel Stilwell.
    O título que escolheu era semelhante ao do anúncio da Universidade de Newcastle: Human sperm created from embryonic stem cells. Segue-se: “Os homens vão passar a ser desnecessários.” Mas o artigo continua “Se for um leitor pessimista é esta a primeira conclusão que tira do anúncio, feito pelos cientistas da Universidade de Newcastle, de que já é possível fabricar espermatozóides em laboratório. É um feito histórico, alegram-se, e que poderá permitir a muitos pais que o desejavam ser e não podiam, a possibilidade de terem um filho.” Mais adiante fala em “ajudar os casais que sofrem as consequências de uma infertilidade masculina a terem filhos que são geneticamente seus”. Com tudo isto, não posso acreditar que pense que aquela frase sobre os homens serem desnecessários não é uma conclusão precipitada, propositada e da qual, imagino, que a própria não partilha, antes de aprofundar o tema. Para mim, sinceramente, o tom de Stilwell nessa passagem parece-me de brincadeira. Seja como for, há poucas coisas que o ser humano consiga criar, pelo menos a partir do nada. Penso nas obras de arte mas também nos filhos. “Fazer filhos” é algo que se diz por aí, banalmente, sem pensarmos que se criam, sim, as condições para eles nascerem, uma vez que somos incapazes de criar tamanha complexidade e beleza. Depois, lá os “criamos”, sim, cuidando deles. Este esperma “criado” em laboratório de que falam os cientistas designa-se “In Vitro Derived” sperm – IVD. Isto mostra, mais uma vez, a falibilidade do ser humano, que somente consegue derivar, manipular, “criar” a partir de algo. Somos muito bons, mas temos limites que não queremos aceitar. Vivam o homem e a mulher! O que seria de nós sem ambos?…

    Comentário por Ana — Quinta-feira, 16 Julho 2009 @ 5:03 pm

  2. @ Ana:

    Eu parti do princípio da imbecilidade da escriba, mas o que a Ana me diz traça ainda um cenário pior. Então os leitores do Destak são obrigados a ler o anúncio da Universidade de Newcastle para pressuporem as intenções da senhora? Será difícil, Ana, ver que o seu argumento não tem pés nem cabeça?

    Então alguém abre uma noticia com uma frase como essa (“Os homens vão passar a ser desnecessários.”) e depois desata a escrever “pardais ao ninho”, e a Ana vem dizer que a primeira frase da notícia ― aquela que abre o comentário ― não tem importância nenhuma?

    Brincadeira?! Somos obrigados a supor que determinada pessoa está a brincar sem que diga expressamente ― no texto ― qual é a sua intenção quando escreve o que escreveu? Vivemos numa sociedade surreal?!

    Mais uma vez: procurem a verdade na Internet. Há quem queira censurar a Internet, mas por enquanto ainda podemos aceder a sites que nos dão o contraditório das teorias correctas de que pessoas como a mencionada e os me®dia em geral, porventura inconscientemente, ajudam a propalar.

    Comentário por O. Braga — Quinta-feira, 16 Julho 2009 @ 5:16 pm


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