Para quem tem (ainda) dúvidas acerca do que aconteceria no nosso país ― no ordenamento jurídico e em termos de liberdades e garantias da maioria dos cidadãos ― se o “casamento” gay fosse legalizado ― contra a vontade do povo ―,
basta ver o que está a acontecer noutros países, e por isso leiam
este artigo (PDF).
De uma forma clara e que todos entendam:
O “casamento” gay e a liberdade religiosa não podem co-existir; ou temos “casamento” gay ou liberdade religiosa.
Quem defende o “casamento” gay alega que a fé religiosa é, ela própria, “uma forma de intolerância”, e a partir deste pressuposto dos activistas gay, qualquer tipo de co-existência entre as reivindicações dos gays e as diferentes religiões se torna impossível.
Portanto a realidade é esta, crua e nua: ou não há “casamento” gay e continua a existir liberdade religiosa, ou há “casamento” gay e as diferentes religiões serão criminalizadas e passarão a sofrer perseguições políticas.
Não se deixem enganar.
A ler: