Em vez de um referendo popular sobre o “casamento” entre duas avantesmas, o movimento gay prefere o plebiscito que celebre, sob o ponto de vista sócio-cultural, a cultura gay (ficheiro PDF). O que o activismo político gay pretende não é perguntar à sociedade o que pensa sobre este assunto: é antes impôr à sociedade a celebração cultural de um determinado estilo de vida através de um plebiscito elitista e unilateral, promovido pela ILGA e outras organizações para-pedófilas [não esquecer que a NAMBLA pertenceu, atá há pouco tempo atrás, à ILGA INTERNACIONAL].
O gayzismo pensa que vence a sociedade pelo cansaço. Vamos dizer a essas organizações políticas que o que nos move são convicções. Acreditamos numa sociedade em que o núcleo familiar é composto por um pai, uma mãe e pelos filhos. E dizer que um gay pode sempre casar, se assim o quiser, com uma mulher [se esta quiser]; ninguém proíbe um gay de se casar.
A legislação portuguesa já prevê direitos ― que eu considero excessivos ― em relação às uniões dos gays: a lei 7/2001 foi recentemente alterada para acrescentar ainda mais direitos às uniões gay. Mas eles ainda não estão contentes, nem nunca estarão: querem o “casamento”, como se duas pessoas do mesmo sexo se pudessem casar. Querem-nos impôr o absurdo cultural; querem destruir o senso-comum dos portugueses; querem destruir a cultura portuguesa. E depois do casamento”, vão querer adoptar crianças, e passarão outra vez a existir crianças de “pai incógnito”, como acontecia no tempo do “arroz de quinze”. E depois da adopção, vão querer o casamento na igreja católica; e depois do casamento na igreja católica, vão querer ser ordenados padres e freiras; e depois disso tudo, vão querer que seja obrigatório por lei ser homófilo e aderir à cultura gay.
A expressão do desejo gay é, por si mesma, uma questão de identidade, e portanto, é uma questão de vida ou de morte ― ela não pode ser negociável de maneira nenhuma, e assume a forma de um direito incondicional e inalienável. Por outro lado, a repulsa do hetero em relação ao acto homossexual é considerada pelos gayzistas como uma forma de violência inaceitável, e portanto, é classificada de “crime” ou “doença mental”.
Em resumo: a agenda política gay tem como objectivos:
- eliminar qualquer tipo de repulsa pelo acto homossexual por parte dos heterossexuais, o que significa a construção de uma cultura virtual de predominância homossexual ― sublinho: virtual, na medida em que se trata de formatar coercivamente uma cultura, e não da alteração (o que é impossível) da biologia humana ― , por um lado,
- e decretar por lei o exclusivismo dos gays ao direito à repulsa sexual, por outro,
o que transforma a agenda política gay num projecto totalitário e elitista cultural extremamente perigoso.
Dê uma olhada em: The Gay Report: Pesquisa de Hábitos Sexuais Gays




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