Um jovem criminoso e armado é morto numa perseguição policial. Acontece que esse jovem pertence a uma comunidade de um bairro social, o bairro da Quinta da Bela Vista em Setúbal. Segue-se um pandemónio que durou três dias e três noites, provocado pelos membros da comunidade do dito bairro, que incluiu a destruição de património público e privado, um pouco à guisa do que se passou com os tumultos de Paris de há um par de anos atrás.
A existirem pessoas envolvidas nos tumultos que não tenham a nacionalidade portuguesa, deveriam receber automaticamente guia de marcha para os países de origem. A existirem pessoas que tenham a nacionalidade portuguesa, não por nascimento em Portugal, mas adquirida através da lei ordinária que estabelece os requisitos da nacionalidade, esta deveria ser retirada e os prevaricadores recambiados para os países de origem.
A nacionalidade portuguesa atribuída a um imigrante não é uma obrigação do Estado português, é antes um privilégio que a nação, através do Estado, concede aos imigrantes que reúnam as condições para a adquirir. Se existirem imigrantes que adquiram a nacionalidade portuguesa e se tornem criminosos, a lei deveria permitir a reversibilidade da concessão da nacionalidade.
Posto isto, não aceito os argumentos da esquerda e da Igreja Católica que transformam o fenómeno do bairro da Bela Vista num simples problema económico-social, nem concordo com a opinião politicamente correcta do centrão político que diz que o problema é um “simples caso de polícia”.
Existem muitos bairros sociais por esse país fora habitados maioritariamente por portugueses europeus, e não vemos este tipo de distúrbios ilustrados pelas imagens deste postal. No Vale do Ave, no Vale do Tâmega, e um pouco por todo o norte de Portugal, grassa a pobreza e o desemprego entre portugueses indígenas, mas não vemos os brancos pobres a incendiar automóveis. O problema da Bela Vista é cultural e assume contornos de racismo por parte de minorias. A política multiculturalista dos governos do PS e do PSD transformou alguns bairros sociais em guetos onde se acumulam as minorias étnicas que desenvolvem culturas de ostracização da maioria. Temos hoje pretos que são muito mais racistas do que os brancos a quem a esquerda chama de racistas.

No bairro da Bela Vista em Setúbal existem 275 famílias a receberem do Estado uma média de 350 euros cada uma em subsídio de reinserção social, num total de 1,2 milhões de euros oferecidos pelo Estado só para essas famílias, que ou não pagam rendas de casa ou as rendas têm um valor simbólico. Eu tenho conhecimento de portugueses no Vale do Ave a quem acabou o prazo legal atribuível do subsídio de desemprego e passam agora miséria, mas não os vejo a incendiar automóveis.
Este tipo de guetos têm que ser “desmontados” e a sua população distribuída por outros bairros onde os habitantes oriundos de outras culturas se possam misturar culturalmente com portugueses europeus. Neste particular, presto homenagem ao autarca Luís Filipe Meneses que fez um trabalho excelente em Gaia, onde vemos bairros onde as minorias étnicas são entrosadas com a maioria europeia e sem problemas.





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Assino por baixo! É preciso chamar as coisas pelos seus nomes e não ter complexos de qualquer espécie.
Comentário por Henrique — Quarta-feira, 13 Maio 2009 @ 5:24 pm
Isto só irá piorar, digo isto, porque obviamente que os países mais industrializados estão num estado mais avançado de degradação e colonização por parte do terceiro mundo e ainda não houve um renascimento da consciência nacional, antes pelo contrário, as pessoas parecem cada vez mais patologicamente vergadas ao “white men’s burden”.
Cá discute-se a coisa nos meios de comunicação social como se trilhássemos história!:lol:
Nada se menciona de França e os magrebinos, Alemanha e os turcos, Inglaterra e os paquistaneses, Suécia ou Holanda…
Não aprendemos com o passado dos outros, estamos condenados a acabar da mesma maneira.
Comentário por Fenéco — Quinta-feira, 14 Maio 2009 @ 12:24 am