A Esquerda não conseguiu (até agora) controlar a economia, e pretende controlá-la no futuro através do controlo da cultura, nomeadamente impondo modelos culturais anti-natura que possam justificar, mais tarde, a imposição por via totalitária ― e portanto, irracional ― de uma determinada visão elitista da realidade.
Eu sou homófobo, com orgulho!
A homofobia é um estado natural no ser humano. Não há nada de errado em ser homófobo, até porque a esmagadora maioria das pessoas é homófoba; não temos que nos auto-flagelar por sermos homófobos ― era o que nos faltava!
Definição
Um homófobo é um ser humano que repele “a priori” qualquer tipo de possibilidade de um relacionamento sexual entre si próprio e outro indivíduo do mesmo sexo. Essa “possibilidade” inclui os relacionamentos privados que tacitamente aprovem, sob o ponto de vista cultural, esse tipo de relacionamento sexual.
Argumentação
Um homófobo é uma pessoa que racionalizou (utilizou a Razão) e compreendeu que a alternativa à homofobia é a homofilia ― a “homofilia” não é só uma questão de “tolerância” em relação aos gays; é essencialmente a aceitação consciente do acto homossexual.
Por isso, um homófilo é um indivíduo que, mesmo que se diga heterossexual, à partida não rejeita a possibilidade de vir a ter um relacionamento sexual homossexual, isto é, não descarta totalmente essa “possibilidade” ― consciente ou inconscientemente ―, nem essa possibilidade o repugna o suficiente para que possa ser homófobo. Um homófilo ou é um homossexual, ou é um bissexual assumido ou não-confesso (o que vai dar no mesmo).
O heterossexual pode sê-lo somente num determinado período da sua vida, em função de uma bissexualidade latente; o homófobo é sempre heterossexual, por uma razão que se liga à sua natureza. O “negócio” do homófobo é só e sempre com o sexo oposto.
Ser homófobo não é utilizar de violência ou discriminação pública contra os gays; isso seria irracional, para além de ser crime. Um homófobo é-o na medida em que racionalizou a questão da homofilia versus homofobia, e chegou a uma conclusão: por uma questão que se prende com a sua própria natureza, o homófobo só admite a possibilidade de relacionamentos sexuais com pessoas do sexo oposto.
Entre ser homófobo e ser homófilo, e depois de ponderada a questão, achei em mim todas as características da homofobia, e por isso assumo que sou homófobo, com orgulho.
Portanto, vamos deixar essa treta de ter complexos homofóbicos e vamos assumir a nossa homofobia natural, e com orgulho.
A adopção de crianças e a desnaturalização do futuro da sociedade
A questão do “casamento” gay não tem nada a ver com a homofobia ou com a homofilia, e tem tudo a ver com uma questão política. Trata-se de política pura e dura.
Conforme se viu ontem no programa da Fatinha, os defensores do casamento (em geral) presentes não quiseram ― ou tiveram receio ― de explicar o que está em causa realmente com a agenda política gayzista de engenharia social que José Sócrates e o Bloco de Esquerda adoptam.
Conforme referi num outro postal, a Constituição Portuguesa não viola direitos dos gays porque o artigo 13 coloca os direitos e deveres em âmbitos logicamente relacionados; portanto, o “argumento constitucional” gayzista é falso. Pelo contrário, a existir o “casamento” gay, o artigo 41 da Constituição passa a ser, na prática, revogado para a maioria dos portugueses, que passam a ter os seus direitos diminuídos para que uma pequeníssima minoria tenha direitos especialíssimos em função dos deveres que deveriam, em princípio, sempre acompanhar os direitos ― e isto não foi referido no debate da Fatinha.
Por outro lado, ficou patente na discussão ― e sem margens para dúvidas ― que as duplas de gays pretendem ― através do” casamento” gay ― adoptar crianças progénitas e não-progénitas. No primeiro caso, retirando à criança o direito saber (mais tarde, se assim quiser) quem é o seu pai biológico ― o que vai contra a lei actual exarada no Código Civil, nomeadamente o artigo 1847 e principalmente o artigo 1864 (e seguintes) que exige a necessidade do conhecimento da paternidade:
ARTIGO 1864º
(Paternidade desconhecida)
Sempre que seja lavrado registo de nascimento de menor apenas com a maternidade estabelecida, deve o funcionário remeter ao tribunal certidão integral do registo, a fim de se averiguar oficiosamente a identidade do pai.
Portanto, a lei portuguesa diz que não podem existir filhos sem pai biológico, vulgarmente chamados de “filhos-de-puta” (a não ser em casos excepcionais em que a impossibilidade do conhecimento da paternidade exista de uma forma objectiva), que é exactamente o que o movimento gay pretende que passe a existir no nosso país: filhos-de-puta.
Os gayzistas querem que voltemos ao tempo do “pai incógnito”, só para que as duplas de gays possam adoptar crianças. Já basta de tanta irracionalidade apresentada como sendo “modernismo”!
A adopção deve ser realizada no interesse das crianças, e não no interesse dos adultos. O senso-comum e a própria Natureza dizem-nos que uma criança deve ser educada num ambiente em que estejam presentes as figuras do pai e da mãe (ambos os sexos).
A preocupação dos gays são as crianças (o futuro) que eles não querem contribuir para que nasçam ― e que subliminarmente condenam quando dizem que “o casamento não serve para procriar” ― em razão da índole dos seus relacionamentos; e só isto revela o cinismo repugnante de uma agenda política que é essencialmente totalitária e que pretende desresponsabilizar as famílias naturais, e dotar o Estado de uma tutela totalitária sobre as nossas crianças, isto é, sobre o nosso futuro. Esta é a visão da república totalitária de Platão que retira as crianças do ambiente natural onde deveriam crescer e ser educadas, para as colocar sob a tutela de um Estado totalitário.
A esquerda não conseguiu (até agora) controlar a economia, e pretende controlá-la no futuro através do controlo da cultura, nomeadamente impondo modelos culturais anti-natura que possam justificar, mais tarde, a imposição por via totalitária ― e portanto, irracional ― de uma determinada visão elitista da realidade. O problema é político, e o que está por detrás dos apelos mais ou menos histéricos à comiseração em relação aos gays é uma agenda política definida e há muito tempo identificada. Só cai na esparrela quem quer. Por isso, e pelas nossas crianças, vamos a ser homófobos com orgulho!
Ler também: Agenda política gay: «Quem não é homófilo é “lélé da cuca”»










Da primeira à ultima letra, concordo.
Mais, adoptar crianças devia estar completamente fora de questão. Seja qual for a forma.
Como ficou demonstrado pelo meu amigo, seja porque razão for, a homosexualidade é um comportamento desviante, imoral e amoral. Portanto não metam as crianças nestas “gayolisses”.
E já agora que tal convencer esses anormais que é um nojo ver a meio do dia no jardim da Praça de D. Luis, na 24 de Julho em Lisboa, 2 trintões sentados num banco de jardim, ao colo um do outro, a fazer, o que se fosse entre um homem e uma mulher, eu continuaria a a condenar.
1a
Comentário por Luis Fatal — Terça-feira, 17 Fevereiro 2009 @ 5:15 pm
Homófoba com orgulho. E acima de tudo defensora de todas as crianças.
Logo, subscrevo totalmente – «A adopção deve ser realizada no interesse das crianças, e não no interesse dos adultos.»
Comentário por matrix — Terça-feira, 17 Fevereiro 2009 @ 11:15 pm
A decadência: http://noticias.sapo.pt/lusa/artigo/9335736.html
Comentário por matrix — Terça-feira, 17 Fevereiro 2009 @ 11:59 pm
Matrix descobre cada notícia…!!! É uma bomba! E não é de excluir que mais esquemas desses existam por aí, aberta ou camufladamente.
Comentário por Henrique — Quarta-feira, 18 Fevereiro 2009 @ 8:02 am
Es cierto. El movimiento por derechos gays se ha encargado de convertir lo racional en irracional. No es lógico que se le permita a parejas gays adoptar hijos.
Comentário por Prometeo — Quarta-feira, 18 Fevereiro 2009 @ 10:07 am
Havias de ter ido ao Prós e Contras. Estavam lá umas senhoras que te gostariam de fazer a folha!!!
Se ser homófobo é ter atracção pelo sexo oposto (desde que compostinho) e não ter atracção alguma por pessoas do mesmo sexo, então também sou homófobo!!!
Comentário por Peixoto — Quarta-feira, 18 Fevereiro 2009 @ 3:16 pm
O Orlando é uma verdadeira Némesis para o preconceituoso (pseudo)intelectualismo canhoto.
A explicitação dos conceitos pode ser uma verdadeira surpresa para alguns.
O politicamente correcto não resiste à dúvida sobre a masculinidade/feminilidade para a maior parte das pessoas.
Agora só é necessário fazer passar esta mensagem para as cabecinhas dos portugueses e das portuguesas que se consideram hetero – mas de uma forma suave, mesmo insidiosa, para não provocar reações de vitimização dos alegres (gays).
Já agora… porque chamarão estes tristes a si mesmos, alegres?
Comentário por zedeportugal — Quarta-feira, 18 Fevereiro 2009 @ 4:19 pm
Tremenda arrogancia desses desgraçados que acham q podem subverter a ordem natural. Mas infelizmente nesse sistema
regido pelo mal eles tem vez e voz.
Comentário por nmae — Sábado, 18 Abril 2009 @ 4:59 pm
não percebi o porquê “Um homófobo é um ser humano que repele “a priori” qualquer tipo de possibilidade de um relacionamento sexual entre si próprio e outro indivíduo do mesmo sexo”. se o conceito “a priori” carece de experiência então como pode um individuo “a priori” saber se e homofobico?! a minha questao n se prende com a convicção mas sim pela forma como e expressada. segundo o dicionário online priberam homofobia define-se como “Repulsa ou preconceito contra a homossexualidade ou os homossexuais”, sendo preconceito definido como “1. Ideia, conceito formado antecipadamente e sem fundamento sério.2. Estado de abusão, de cegueira moral.3. Superstição.”, superstição como “1. Sentimento de veneração religiosa fundada no temor ou ignorância e que conduz geralmente ao cumprimento de falsos deveres, a quimeras, ou a uma confiança em coisas ineficazes.2. Opinião religiosa fundada em preconceitos ou crendices.3. Presságio que se tira de acidentes e circunstâncias meramente fortuitas”, etc. posto isto como e possivel “a priori” saber-se ou não que algo esta certo ou nao e que bases morais e ideologicas suportam esse conceito?! se parte de um preconceito, como pode ser um conceito “a priori” ?!
ate breve…
Comentário por David Sousa — Sábado, 6 Junho 2009 @ 2:02 am
Resposta: o “a priori” não é aqui aplicado no sentido kantiano mas no sentido de “princípio de identidade”.
Em lógica, chama-se “princípio” a uma proposição [que reflecte uma realidade] “a priori” ― no sentido de que são postas no início da discussão, e cuja dedução hipotético-dedutiva não pode recuar além de um determinado limite e de verdadeiros elementos basilares do conhecimento.
Um “princípio” não depende de nada (a contradição, a identidade, o axioma). Por exemplo, [desde o direito romano] aquilo que cabe a cada cidadão em sociedade é anterior (prévio) à propriedade, e esta última é uma consequência do “princípio de identidade” do ser humano entendido como tal [em função da sua definição como ser humano]. Por isso é que o feto humano não pode ser propriedade de ninguém senão de si mesmo, porque o princípio de identidade é anterior à propriedade. No caso da identidade [que é anterior, também, à cultura] da esmagadora maioria dos seres humanos [heterossexuais], o desejo está de acordo com esse princípio de identidade que se liga directamente à natureza das coisas [realidade].
Portanto, o princípio de identidade do ser humano não depende de nada senão daquilo que é consentâneo ao ser humano como unidade psicossomática [maioritariamente] com as suas características específicas que o distingue das outras espécies. Por isso, não podemos confundir o ser humano com um bonobo ou com um chimpanzé.
Acho que ficou claro que o David Sousa confundiu o “a priori” de Kant com o princípio de identidade do ser humano que não depende de nada ― existe anterior à propriedade e à experiência humana.
No caso dos gays, o desejo gay é a própria identidade deles, eles não têm outra identidade senão o desejo [que mesmo entre eles é altamente subjectivo, como é evidente], e não as características psicossomáticas da espécie humana que esmagadormente constituem o tal princípio de identidade. Por isso é que eu considero que a pedofilia, a necrofilia, o sado-masoquismo, a homossexualidade, a copralalia, etc., são desvios comportamentais que por serem excepções corroboram o princípio de identidade maioritariamente definido pela natureza em relação à espécie humana.
Portanto, toda a construção do raciocínio que parte do “a priori”, no sentido dado por Kant, para abordar esta questão cai por terra.
Nota: levo 50 euros por hora para dar explicações de filosofia.
Comentário por O. Braga — Sábado, 6 Junho 2009 @ 9:16 am
esta quase a merecer os 50€… mas “desde a época do idealismo especulativo permanece vedado ao pensamento representar a unidade da identidade como monótona uniformidade e abstrair da mediação que impera na unidade. Onde tal acontece, a identidade é representada apenas abstratamente”. (http://www.filoinfo.bem-vindo.net/filosofia/modules/wordbook/entry.php?entryID=206) pensei eu, erradamente segundo me quer fazer parecer, que algo para ser entendido como bom ou mau necessita de confirmação “a posteriori”, ou seja “John Locke, admitindo que a reflexão é parte da experiência, deu uma base para o abandono da noção de conhecimento a priori”, ora não sei se vc alguma vez o experimentou, mas seguindo as suas convicções apreendo que não, uma relação homosexual, mas se “Um homófobo é um ser humano que repele “a priori” qualquer tipo de possibilidade de um relacionamento sexual entre si próprio e outro indivíduo do mesmo sexo” este pensamento “a priori” vem-nos de onde?! como e possivel um ser humano saber (a não ser com bases geneticas, mas essas dificies de provar) o que deve ou não fazer se a cultura e o que molda significativamente a acção humana. uma criança que nasça no meio do terror e da morte constante irá achar normal e “a priori” que matar outro ser humano não e condenavel?! … o desvio do assunto e significativo, mas considero mais produtivo (para mim) compreender o conceito, nem que se tenha de usar o homosexual como “cobaia”. “Convicções são mais perigosas para a verdade do que a mentira.” (Nietzche), e possivel “a priori” sustentar convicções?! ou elas ja existem independentes do que se deseja ou quer?!
Comentário por David Sousa — Sábado, 6 Junho 2009 @ 1:30 pm
A qualidade do que é idêntico [identidade] é um princípio, e nessa medida constitui um fundamento impossível de definir com mais precisão. A identidade representada “abstractamente” diz respeito à sua concepção metafísica, e não à lógica. O texto acima refere-se aos idealistas e tem uma conotação clara com a metafísica.
Quando dizemos que o ser humano “fulano de tal” é único e irrepetível, estamos a atribuir o princípio de identidade em termos nominalistas [empirismo]. Quando dizemos que o ser humano, entendido em função da sua definição [todos os seres humanos], são seres únicos e irrepetíveis, estamos a falar no princípio de identidade universal [formalismo da lógica matemática] que junta os denominadores comuns a todos os seres humanos em potência [aquilo que objectivamente e maioritariamente é idêntico no ser humano, e não aquilo que é subjectivamente e minoritariamente idêntico no ser humano] .Naturalmente que há sempre excepções que confirmam a regra, mas essas excepções existem em função da acção da própria Ordem Universal ou Natural que impõe um princípio de identidade a todas as coisas.
Quando dizemos que o “David é português” afirmo do David uma qualidade que é outra coisa para lá dele, já que poderia ser afirmada em relação ao José ou ao Manuel [universalismo da lógica matemática], o que significa que o princípio de identidade restringido a cada ser humano em particular leva ao absurdo da pulverização da possibilidade de existência de qualquer tipo de identidade. Neste sentido, o nominalismo entra numa contradição insanável que é o de se concentrar no individual a tal ponto que a noção de individual se transforma num conceito infinito e portanto impossível de ser categorizado através do empirismo nominalista [o nominalismo nega-se a si próprio]
Ao contrário do nominalismo, a lógica clássica [ver o que escreveu o famoso matemático Hilbert] comprova que o cálculo das proposições restabelece o princípio de identidade [negado pelo nominalismo] através do “princípio do terceiro excluído” [Aristóteles] ― a disjunção de duas proposições implica a certeza de uma delas.
A definição do que é bom ou mau é uma questão da ética, e está só colateralmente relacionada com o princípio de identidade. Aquilo que é bom ou mau dava outro postal.
A repulsa em relação ao acto homossexual é inerente ao próprio princípio de identidade que caracteriza o ser humano normal, em que a expressão do seu desejo é consentânea com a sua realidade psicossomática (físico + psíquico). No caso dos gays, a sua identidade resume-se à expressão do seu desejo, uma vez que tudo o resto não condiz com o princípio identidade universal relativo ao ser humano.
É estranho que numa altura em que as coisas que se relacionam com a natureza [ecologia, etc.] ganham uma importância realçada, se atribua ao ser humano a necessidade de se desligar da própria natureza. Trata-se de uma contradição que denota a ignorância da população e a força da ideologia que consegue fazer com que as pessoas aceitem as contradições como sendo axiomas lógicos em nome do politicamente correcto. Se se desligar o ser humano da natureza, deixa de existir o princípio de identidade, e a identidade passa a ser um conceito infinito, o que se compara à teoria nominalista que atribui à matemática o valor de um simples jogo.
Quem tem convicções [neste caso] é quem defende que as convicções dos outros não se baseiam em princípios da lógica mas em ideologias.
Assinalo aqui, com prazer, a convicção de Nietzsche segundo a qual as convicções são mais perigosas para a verdade do que a mentira. Esta sua (dele) convicção faz com que ela mesma se aplique a ele, porque essa frase não tem nada de lógico e tudo de metafisico.
Comentário por O. Braga — Sábado, 6 Junho 2009 @ 9:03 pm
[...] Sou homófobo, com orgulho! [...]
Pingback por Lá vem a palhaçada carnavalesca gayzista outra vez… « perspectivas — Sexta-feira, 19 Junho 2009 @ 8:35 pm
Creio que os humanos deveriam se preocupar em mudar de rumo e, deixarem de falar, comentar e pensar no que os outros fazem. Vivemos todos na mesma casa; a terra. E queiram ou não, partilhamos todos o mesmo espaço, assim é, e sempre assim será. Portanto, falem, comentem, lutem para que há-ja sim, uma forma inteligente de estar no mundo. Deixem de ser mesquinhos arrogantes, como se fossem donos de alguma coisa, um dia vamos todos morrer… e aí como vai ser, será que valeu a pena falar de homofobia, homossexualidade etc? Creio que os humanos ainda não entenderam que -NÃO TÊM PODER- é a natureza que comanda, não somos nós. E se pensam o contrário, estão completamente ILUDIDOS. Vivam, aproveitem bem esta vida, porque não vão ter outra e deixem de falar nestes comportamentos humanos. Existem outros sim, que nós humanos nos devemos preocupar: hipocrisia, fome, corrupção e lutar para que tenhamos um planeta limpo.
Clickem neste link e, vamos todos apreender a ser mais humanos e perceber que nós os humanos temos de facto uma inteligência limitada perante os erros constantes que cometemos na nossa vida. http://www.youtube.com/watch?v=tCVqx2b-c7U
Valentim
Comentário por wsharp9000 — Sábado, 20 Junho 2009 @ 12:49 am
Segundo Descartes ― e eu concordo ― “a indiferença em relação à realidade é a forma mais baixa de liberdade”. O que o wsharp9000 me pede é que eu abdique da maior parte da minha liberdade passando a ser indiferente ao que me rodeia. A única forma inteligente de estar no mundo é através do exercício pleno da nossa liberdade, que passa pela não aceitação da indiferença em relação à realidade total, que consiste no conjunto da realidade concreta e da realidade abstracta. Sem liberdade não há coragem, sem coragem não há esperança.
Não sei se consciente ou inconscientemente, o wsharp9000 trabalha para que essa liberdade do ser humano seja erradicada, defende a pior das ditaduras que é aquela que impõe a auto-censura da indiferença.
A arrogância e a mesquinhez são próprias de quem quer impôr uma ideia sem admitir discuti-la racionalmente. Aquele que me quer impôr como válido um determinado estilo de vida e uma cultura, ao mesmo tempo que tenta impedir a discussão dessa cultura comportamental ― essa pessoa é realmente a arrogante e mesquinha.
Quando se diz que o homem não tem poder e é a natureza que comanda, compara-se o ser humano a um bonobo ou a um chimpanzé. O homem distingue-se dos outros animais exactamente porque tem a liberdade que a razão lhe dá. Não existe liberdade sem razão. Dizer que é a natureza que comanda, é dizer que o homem não merece a liberdade e deve viver em ditadura controlada por uma pequena elite de iluminados.
As preocupações do ser humano não se devem limitar a isto ou aquilo consoante o que for politicamente correcto e imposto por uma elite que pretende ditar a consciência da sociedade. Os vícios privados têm consequências públicas , e o não reconhecimento desta realidade é a suprema forma de hipocrisia. Quando se critica Berlusconi e as suas orgias privadas com as suas amantes nuas na sua casa da praia, essa crítica é correcta porque Berlusconi é de direita e os seus vícios privados têm implicações públicas; quando se criticam outro tipo de vícios privados considerados “politicamente correctos”, então neste caso a crítica já é “hipocrisia” e já não existem consequências públicas? A tolerância do politicamente correcto é intolerante.
O que o Valentim ( wsharp9000) nos diz é o seguinte:
Se o leitor concorda com isso, assuma as suas responsabilidades, e não venha depois dizer que a culpa é dos outros.
Comentário por O. Braga — Sábado, 20 Junho 2009 @ 8:58 am
Nós humanos temos dificuldade em aceitar que não somos omnipotentes, é mais um dado que revela a nossa imperfeição. A nossa constituição biológica não foi e não é criada por nós, é nos imposta. Quando não queremos aceitar isso, então, a nossa natureza impulsiona um dado natural, o nosso pensamento, e ai começamos a interpretar e a florear o que os outros dizem; é a nossa criatividade de resposta que que é feita pela nossa inteligência/pensamento, para dar a volta ao que é óbvio. Não acredito na ditadura mas sim na disciplina, outro dado importante na nossa imperfeição porque naturalmente somos indisciplinados, e a nossa inteligência que se tem vindo a desenvolver ao longo destes 200 mil anos faz-nos controlar, porque caso contrario é o caos.
Não imponho nada mas, quando leio e passo a transcrever:
“Mas o que é que querem afinal? Casamento? Direito ao sacerdócio católico? Poderem ser monges budistas? Casar com o cão ou com o gato? Adoptar crianças? “Chupar pica” na via pública? Apanascarem-se na rua? O que essas pobres almas querem, afinal ?!”
“Passa pela cabeça de uma pessoa normal ter orgulho em ser gay? Será motivo de orgulho de um homem que se preze “chupar picas” por aí ou “abafar palhinhas”? Orgulho de quê?!!! Essa gente não se enxerga?! O que quer essa pobre gente?”
(fim da transcrição)
Não me parece que seja eu a impor algo. Aqui sim, existe falta de tolerância, liberdade e moral.
Ser homofóbico, heterossexual, homossexual, transexual ou o que se quiser ser neste âmbito, é a nossa natureza humana na sua plenitude. Não concordo nem deixo de concordar, pelo simples facto que é intrínseco à nossa natureza. Com isso não quero dizer que seja uma anarquia e que o respeito pelos outros seja descurado. A discussão de quem é contra ou a favor se é certo ou errado é algo que não faz sentido para ambos os lados. Todos querem afirmar-se como seres absolutos da razão acerca de um comportamento puramente humano, com o qual temos de conviver juntos.
Portanto, insisto no que é importante para todos nós, a mudança por um mundo mais justo, inteligente e limpo. Não sou eu que o digo, mas sim o que a criação do nosso mundo nos tem transmitido ao longo dos 4 mil milhões de anos, existimos há apenas 200 mil anos mas somos a descendia desses 4. A felicidade de cada um, tem de ser a felicidade de todos nós, se não for assim, aí sim, continuamos a limitarmo-nos à fabricação de utensílios sem utilidade.
Eu não imponho nada do que já é imposto pela natureza, sou um humano com virtudes e erros, que aquilo que é hoje é um reflexo do que o mundo transmite e, que depois tenta limar o mais puro desta natureza que nos foi imposta, a mim e a todos.
Comentário por wsharp9000 — Domingo, 21 Junho 2009 @ 12:08 am
[...] Sou homófobo, com orgulho! [...]
Pingback por As consequências práticas do “casamento” gay na sociedade « perspectivas — Domingo, 21 Junho 2009 @ 4:04 pm
[...] ocorreu-me escrever este postal na sequência deste comentário. Deixe um [...]
Pingback por O sentido da vida « perspectivas — Quinta-feira, 25 Junho 2009 @ 11:02 pm
[...] Sou homófobo, com orgulho! [...]
Pingback por Através do “casamento”, a homossexualidade impõe-se como um princípio moral « perspectivas — Quarta-feira, 15 Julho 2009 @ 9:00 pm
Fiquei fã deste blogue, sem dúvida, não me canso de o ler.
É assim mesmo, nós temos que os aceitar enquanto eles nos repudiam?
Era o que mais faltava!
Comentário por alfabeta — Domingo, 2 Agosto 2009 @ 2:53 pm
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Pingback por “Casamento” gay: a irracionalidade abençoada « perspectivas — Quinta-feira, 1 Outubro 2009 @ 11:31 am
[...] Sou homófobo, com orgulho! [...]
Pingback por Não há paciência para aturar frozôs « A vida custa — Quinta-feira, 12 Novembro 2009 @ 7:45 pm
não existe essa de que,espirito de homen em corpo de mulher ou vice versa.O problema dos gays não esta em suas almas e sim em suas mentes doentes.na verdade prefiro crer que isso é uma provação,e todos os pedofelos,gays,assassinos e etc,que vencerem isso teram sua recompensa em um outro plano
Comentário por david lima — Quinta-feira, 10 Dezembro 2009 @ 7:28 pm
Quem concorda com a homossexualidade, pavimenta o caminho para a pedofilia.
Comentário por Mats — Sábado, 9 Janeiro 2010 @ 8:32 pm