perspectivas

Terça-feira, 9 Dezembro 2008

A conjugação de esforços entre a Esquerda radical e a Banca internacional

João Paulo II chamou a nossa atenção para os riscos de um holocausto ambiental através da multiplicação de atentados cada vez mais insidiosos contra quem defende e tenta fazer respeitar a vida humana. É neste contexto que a esquerda radical e a judaico-maçonaria plutocrata internacional, aliados nos mesmos objectivos, começam já a atacar e a perseguir as instituições religiosas em geral, e a Igreja Católica em particular.

OConselho Mundial do Futuro (sigla: WFC, de World Future Council) foi fundado por um biólogo (não poderia deixar de ser) esquerdista radical sueco de nome Jakob von Uexkull, que tem a dupla nacionalidade alemã e sueca, e que vive na Alemanha. Este senhor foi um activista feroz do Green Peace nos anos oitenta. Esse grupo de esquerdistas radicais infiltrou-se tão bem nas instituições europeias em Bruxelas que passou a comandar a agenda ecologista da União Europeia.

Em princípios de Novembro de 2008, a “Comissão de Justiça Para o Futuro” do WFC ― com ramificações e influências no Tribunal Penal Internacional em Haia ― reuniu-se com magistrados do Tribunal Internacional de Justiça e Tribunal Internacional Penal, com sede em Haia, Holanda, para tratar da definição do que consideram ser os “crimes contra as futuras gerações” e possíveis procedimentos judiciais através da justiça internacional contra aqueles que esse grupo esquerdista radical considere serem “criminosos ambientais”. Naturalmente que George Soros, Rockefeller, Rothschild, et al, estão completamente fora de suspeitas por parte do WFC, pois é a judaico-maçonaria plutocrata internacional que financia a “esquerda” radical europeia.

Porque é que a Comissão Europeia, que é comandada por Bilderberg e pela plutocracia judaico-maçónica internacional, acolhe tão bem estas ideias e organizações radicais ditas de “Esquerda”?

Em primeiro lugar porque a Esquerda radical ― mais conhecida como “Esquerda Caviar” ou “Esquerda Lacoste” ―, da esquerda marxista tradicional só lhe ficou o marxismo cultural da Escola de Frankfurt, a que se convencionou chamar de “politicamente correcto”.
O marxismo cultural foi “recuperado” pelo sistema neoliberal global e colocado ao seu serviço, isto é, o marxismo cultural é hoje um instrumento político ao serviço da plutocracia internacional coordenada pela judaico-maçonaria. É neste contexto que Barack Hussein Obama foi eleito presidente dos Estados Unidos, com o apoio da judaico-maçonaria banqueira internacional.

Em segundo lugar, porque o marxismo cultural serve convenientemente os interesses da Nova Ordem Mundial programada por Bilderberg, como podemos constatar através da comunhão de interesses entre o radical WFC e a agenda de Bilderberg.


O que está em causa é a implementação por via totalitária global de uma política inter-estatista baseada numa concepção utilitarista da sociedade, em que os mais pobres do mundo desaparecerão através de políticas eugenistas sistémicas. O que está em causa é a ganância de uma elite plutocrata que não vê com bons olhos a partilha dos recursos do planeta, a que se lhe juntou o radicalismo politicamente correcto herético-ateísta protagonizado pelos naturalistas herdeiros da agenda política eugenista de Huxley, Margaret Sanger, Ayn Rand, o nazismo eugenista, Dawkins, etc. Os primeiros fazem parte da agenda política da judaico-maçonaria; os segundos da Esquerda radical marxista cultural ― ambos unidos nos mesmos objectivos, embora por razões diferentes. Não é a primeira vez que a judaico-maçonaria se alia à esquerda radical: Hitler foi financiado pelos banqueiros americanos para poder preparar a segunda guerra mundial.

Entre as políticas eugenistas sistémicas contam-se já liberalização do aborto no Ocidente e a eutanásia infantil em prática na Holanda. Inseridos nesta perspectiva eugenista do mundo, está também a celebração cultural do niilismo homossexual e as políticas de esterilização massificada das populações mais pobres e indefesas do planeta. Isto não é “teoria da conspiração”: já está a acontecer.

Os ecofascistas radicais de Esquerda ― ou ecologistas fundamentalistas ― trabalham com afã para servir os seus patrões: os grandes banqueiros mundiais. Para isso, propõem projectos de esterilização em massa e de liberalização do aborto até ao fim do tempo de gravidez, tendo como único objectivo a administração dos recursos do planeta em beneficio de uma elite.

João Paulo II chamou a nossa atenção para os riscos de um holocausto ambiental através da multiplicação de atentados cada vez mais insidiosos contra quem defende e tenta fazer respeitar a vida humana. É neste contexto que a esquerda radical e a judaico-maçonaria plutocrata internacional, aliados nos mesmos objectivos, começam já a atacar e a perseguir as instituições religiosas cristãs em geral, e a Igreja Católica em particular.

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