Estou a preparar um postal sobre o Conservadorismo, e sobre como os valores conservadores ― não só na economia como na cultura ― voltaram à ordem-do-dia depois do descalabro financeiro internacional.
Ainda hoje ouvi o Peres Metelo justificar na TSF as grandes concentrações internacionais à volta dos Bancos Centrais, que são privados, dando como exemplo para as “vantagens da concentração transnacional”, o caso da bancarrota da Islândia. O Peres Metelo pratica a demagogia: estamos a falar de um país (a Islândia) com menos população do que Vila Nova de Gaia (!) e cujos Bancos nacionais viviam exclusivamente da especulação financeira, num país que praticamente não têm indústria. Se é isso que o Metelo quer transformar Portugal ― um país sem produção e sem uma economia real ― pois está no bom caminho com a sua propaganda nos me®dia.
Hoje está na moda falar na “diversidade da Natureza”: biodiversidade “disto” e “daquilo” ― tudo menos diversidade cultural humana, o direito à diferença e à cultura nacional, isto é, a diversidade que se defende para o mundo animal irracional é parcialmente negada ao ser humano (pelo menos na área cultural nacional). Vejam estes dois vídeos sobre os desígnios da ONU para as tradições e culturas nacionais, utilizando como testa-de-ferro, a UNESCO:
- http://www.youtube.com/watch?v=uXAY8U1Cozs
- http://www.youtube.com/watch?v=5bfd5MNozlc




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