O termo “condenar à vida” é equivalente àquela utilizada pelos defensores do aborto que tentam justificar o aborto livre utilizando o termo “abortar por amor”. “Abortar por amor” é um contra-senso, é uma estupidez, assim como é uma estupidez dizer-se que “se condena alguém à vida”. A vida é um direito, e não algo a que eu possa condenar alguém — nem podem tirar a vida a alguém em meu nome, porque a partir do momento em que a eutanásia é legalizada, cometem-se assassínios em nome da sociedade em geral.
O problema da eutanásia é uma questão de princípio. Eu escrevi aqui:
O autor do blogue foi buscar uma fotografia (não sei se é uma montagem muito conveniente) para tentar justificar moralmente a eutanásia. A institucionalização da eutanásia levará a monstruosidades, assim como a legalização do aborto já levou a abortos em Espanha fora de tempo. A estratégia da “heresia” é concatenada: o tal partido holandês também defende a eutanásia livre.




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