Recebi um email que transcrevo parcialmente:
Sou monárquico por uma questão de sentido prático e por ser nacionalista ― “nacionalista integral” no sentido defendido por Teixeira de Pascoais, e não no sentido tradicionalista. Numa altura em que as identidades culturais dos países se desvanecem devido à “internacionalização” promovida pela Nova Ordem Mundial maçónica e plutocrata, o Rei é um símbolo identitário que nos mantêm ligados às nossas origens históricas e culturais, e que, de certa forma, combate um Presentismo politicamente correcto, que pretende fazer da História, tábua-rasa.
Por outro lado, não esquecer que entre o visigodos, o rei era literalmente eleito pelas Dietas. A tradição manteve-se, e o Rei português continuou a ser “eleito” em Cortes, isto é, continuou a ser sancionado pelas classes sociais representadas nas Cortes; a aclamação do Rei em Cortes tem um cunho sancionatório que não pode ser ignorado e que foi mistificado pelo republicanismo maçónico. Mais: no princípio da nacionalidade (I Dinastia), os títulos nobiliárquicos não eram transmissíveis por herança: um conde não transmitia automaticamente o título à sua descendência; essa transmissão, a existir, teria que ser sancionada pelo Rei e pelas Cortes.
É esta a monarquia que defendo: Rei “eleito” (aclamado pelo parlamento constituído pelos deputados eleitos pelo povo).




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