A matéria tratada é perigosa, e deve ser sujeita a censura. Devemos censurar aquilo que nos convém censurar, e fazer a propaganda daquilo que nos interessa. A hipótese de este livro alguma vez ser publicado em língua portuguesa é remota, e este como outros livros, deverão ser queimados nos autos-de-fé do futuro.
“Erudite and impassioned – an act of faith and of resistance to the insidious claims of the post-Christian and post-liberal state.”
F. C. Decoste, Professor of Law, University of Alberta
A brilliant exposé of the implications of same-sex marriage – and a compelling analysis of what it will take for society to reclaim the birthright of freedom it has lost in a reckless social experiment.
To some, same-sex marriage is evidence that society has finally come of age. To others, it is yesterday’s issue, posing no danger to traditional marriage. To still others – McGill University’s Douglas Farrow among them – it has turned civil society on its ear, creating a new political situation in which several things are no longer clear:
- Is the state the property of the citizenry? Or are citizens, with their cherished personal associations, including marriage, now the property of the state?
- Who “owns” the children, now that natural parenthood had been replaced by legal parenthood?
- Is the family still “the natural and fundamental group unit of society,” as the Universal Declaration of Human Rights claims? Or is the concept of the “natural” moribund?
- What is marriage for, anyway?
Douglas Farrow is associate professor of Christian Thought at McGill University in Montreal. He is the editor of Recognizing Religion in a Secular Society and co-editor, with Daniel Cere, of Divorcing Marriage.
Um dos argumentos mais “poderosos” de quem defende o “casamento” gay é o de que este não afecta em nada as famílias naturais (homem e mulher), limitando-se a estender aos gays os mesmos direitos. Este argumento baseia-se na ideia de que existe uma discriminação na exclusividade do casamento entre um homem e uma mulher. Farrow desmantela de uma forma sistemática e científica este argumento.
Não só o casamento, mas a rede familiar, passa a ser uma construção legal controlada pelo Estado. O casamento e a família passam a ser vistas como “criaturas do Estado” em vez de serem instituições naturais. «O “casamento gay” transforma cada homem, mulher e criança em escravos do Estado, tornando as ligações humanas em meras construções legais à disposição de um Estado com fortes tendências totalitárias».
Mas o casamento e a família não são as únicas vítimas do “casamento” gay: em termos gerais, são os fundamentos éticos da sociedade que estão em perigo, na medida em que discrimina e desvaloriza o casamento religioso — entre uma mulher e um homem — considerando-o como de “segunda-classe”, por parte do Estado. Um must-read.




Poucos são os que têm coragem de defender a instituição Família nos dias de hoje. O paradigma familiar ainda tem chances de manter-se caso as vozes dos indignados se façam ouvir. Não sou contra os gays; sou contra a sociedade que pretendem estabelecer com anuência de todos. O problema começa bem cedo, quando as nossas crianças são instruídas a serem tolerantes com as diferenças e acabam sendo simpatizantes por falta de melhor informação. Além de que a rebeldia (de crianças e adolescentes) não quer informação, quer apenas brigar pelo que as figuras que admiram lhes passam como verdades. Assim como a minha geração foi criada temendo o inferno, a geração de agora é criada defendendo a igualdade de direitos, sem importar muito aonde levam esses direitos ou essa igualdade.
Comentário por Delfina — Sexta-feira, 15 Agosto 2008 @ 7:29 pm