Este palpite tem o condão de se assumir claramente como ficção. O problema são os palpites anunciados como verdades de punho por quem não tem provas e não soube conduzir o processo de investigação. E não me venham com o argumento da “disciplina” da polícia; se o polícia foi sujeito a pressões, em vez de botar palpites, deveria dizer — preto no branco — quais foram, de onde e de quem vieram essas pressões. Chamar os bois pelos nomes.
Terça-feira, 29 Julho 2008
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Exactamente como escreve, não se pode ser mais claro. Este caso da criança inglesa é muito mais complexo do que parece.
Comentário por Maria — Quarta-feira, 30 Julho 2008 @ 1:49 am