perspectivas

Segunda-feira, 28 Julho 2008

A virtude revolucionária

«A mentalidade revolucionária é essencialmente a inversão do sentido do tempo, a arrogância psicótica de interpretar o presente e o passado à luz das virtudes imaginárias de um futuro hipotético.»Olavo de Carvalho

Temos que saber se aquilo que é considerado como sendo “virtude” pela mentalidade revolucionária é, realmente, virtude. Vejam esta notícia: um padre pôs um gay fora da missa durante uma manifestação gay à porta da Igreja e passa a ser notícia de primeira página nos me(r)dia. Aqui, a virtude é o direito de uma minoria chatear quem estava a assistir à missa, exercendo os seus direitos de prática religiosa.

Depois, a “virtude” revolucionária assume um carácter absolutista: “o padre deverá responder à Justiça“. O padre não tem o direito de zelar pelos interesses da sua Igreja, rechaçando a entrada na dita de activistas que participavam numa manifestação política contra a sua religião. Segundo a “virtude” revolucionária, o padre deveria ouvir, ver e calar.

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