Temos que saber se aquilo que é considerado como sendo “virtude” pela mentalidade revolucionária é, realmente, virtude. Vejam esta notícia: um padre pôs um gay fora da missa durante uma manifestação gay à porta da Igreja e passa a ser notícia de primeira página nos me(r)dia. Aqui, a virtude é o direito de uma minoria chatear quem estava a assistir à missa, exercendo os seus direitos de prática religiosa.
Depois, a “virtude” revolucionária assume um carácter absolutista: “o padre deverá responder à Justiça“. O padre não tem o direito de zelar pelos interesses da sua Igreja, rechaçando a entrada na dita de activistas que participavam numa manifestação política contra a sua religião. Segundo a “virtude” revolucionária, o padre deveria ouvir, ver e calar.


