Este relato dramático revela bem como andam as pessoas nesta Europa “civilizada”; as pessoas vivem em stress contínuo, como sonâmbulas. A vida privada das pessoas é de tal forma cilindrada pela economia e pelos me(r)dia que elas já não sentem que têm uma vida privada: procedem como autómatos. Podemos dizer com pertinência que não fazem falta direitos humanos para os macacos; antes fazem falta direitos reconhecidos pelos macacos entre si, para os humanos.
Quinta-Feira, 24 Julho 2008
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