
Miguel Esteves Cardoso, “la crème de la crème” da intelectualidade lisboeta, interroga-se sobre se D. Afonso Henriques era panasca.
Com jeitinho, o MEC ainda vai chegar à conclusão de que D. Afonso Henriques, para além de um grande paneleiro, era pedófilo, e o facto de ter batido na mãe demonstra indícios claros de incesto reprimido e necrofilia em potência: para além de panasca, D. Afonso Henriques era pedófilo e necrófilo. Ademais, D. Afonso andou metade da sua vida a cavalo, o que indicia uma clara tendência para a bestialidade.
Há por aí alguém que dê esta dica ao Miguel Esteves Cardoso?
Nota: a notícia está ao lado da seta a vermelho, para o caso de não conseguirem ler.



Fartei-me de rir com o seu post. Mas o assunto é sério. Eu não li a notícia fabricada por este grandessíssimo aldrabão, que não tem ponta de vergonha. Este é mais um trabalho sensacionalista e indecente, com fins definidos e que lhe foi encomendado evidentemente. E também serve para vender a revista, como convém no Verão. É o que se chama dois em um. Pena que não tenha deixado um link para podermos ler as cretinices por ele inventadas. Há três espécies de entidades/grupos que estão na origem de todo o tipo de campanhas a nível global, mesmo as mais vís, todas com a mesma finalidade, a destruição das sociedades e das famílias: os dirigentes das seitas mundiais que as programam (e que são os verdadeiramente diabólicos); os oportunistas que as implementam localmente a mando dos primeiros (que são os governantes e os que com eles colaboram) e os que as disseminam (jornalistas, artistas, comentaristas, articulistas, artistas, escritores, sociólogos, politólogos, etc., a mando dos segundos), estes dois grupos fazem-no exclusivamente por dinheiro, mas exercem forte influência junto da opinião pública que neles confia; e os inocentes (as camadas mais humildes das populações, que é a maioria das gentes dos países) que acreditam religiosamente nos dois primeiros grupos e actuam por mimetismo. Este Cardoso pertence (nota-se à distância e já há muito tempo) em simultâneo aos dois primeiros grupos. Nem poderia ser doutro modo – vinha há tempos nas notícias que ele pertence à mesma religião dos mundialistas e pratica-a – limita-se portanto, tendo em conta o que escreve e diz, a ser coerente com ele próprio e com as suas origens. Se dúvidas houver sobre as intenções das seitas que mandam no mundo e de quem para elas trabalha, basta olhar para a degradação social dos países desenvolvidos e a situação desesperante em que se encontram os povos dos países ditos subdesenvolvidos e que se agrava dramàticamente dia a dia. E de como os vários governantes de todos estes países se estão perfeitamente nas tintas para a resolução dos problemas de uns e de acabar com o sofrimento dos outros, antes os deixam agravar-se o mais que podem. Foi há muitas décadas que secretamente se traçaram os planos para a destruição de metade da humanidade a médio prazo (através de doenças, guerras, fome, maremotos, terramotos e outras catástrofes artificialmente provocadas) e a outra metade submetê-la à escravidão. Nos E.U. estes métodos mundialistas iniciaram-se em força no início do século passado (mas já vinham de trás) estendendo-se a pouco e pouco ao resto do mundo sobretudo à sacrificada Europa. Em Portugal haviam começado um século antes e agravaram-se pela mesma altura, depois houve o interregno de paz conhecido e foram retomados em 1974/5 em beleza e prosseguem triunfantes. Hoje os métodos são cada vez mais sofisticados, diversificados e abrangem todas as áreas da sociedade de todos os países. Uns são mais malignos, outros mais benignos, mas só aparentemente porque todos vão dar ao mesmo. Este pelo qual Cardoso optou parece ser um dos benignos. A ideia é precisamente essa, que aparentem benignidade… Da literatura aos jornais e revistas, da escultura à pintura, da televisão ao cinema, do teatro aos concertos Rock. Escapam a Ópera e o Ballet. Por enquanto.
Comentário por Maria — Sábado, 26 Julho 2008 @ 8:58 pm
[...] Este trecho não é da autoria de Slavoj Zizek, mas poderia ter sido escrito por ele. [...]
Pingback por Citação « perspectivas — Domingo, 27 Julho 2008 @ 5:08 pm
Atenção:
Tenho recebido aqui comentários a insultar-me por este postal, quando as pessoas não se dão conta de que o postal é em si mesmo uma crítica ao MEC, que se diz “monárquico”. Com monárquicos destes, para que precisamos de republicanos?
Este postal é crítico. Se querem insultar, escrevam ao Miguel Esteves.
Comentário por O. Braga — Sábado, 30 Maio 2009 @ 10:30 pm