
A imoralidade e corrupção dos governos em Portugal está em processo contínuo evolutivo, por via da interferência da União Europeia na gestão nacional. Sentindo-se protegidos pelo leviatão do Directório das potências militares europeias, os políticos nacionais ganham a confiança e o respaldo necessários para fazer da ética política tábua-rasa, para criarem condições para um sistema de privilégios de casta que se alimenta na permuta que se estabelece entre a subserviência canina aos desígnios do leviatão, e a corrupção e o tráfico de influências em roda-livre. O Tratado de Lisboa dá a esta classe de políticos as garantias de segurança que um qualquer Mugabe almejaria: em caso de revolta popular organizada com apoio das forças armadas nacionais, as forças armadas estrangeiras ― por exemplo, as espanholas ou/e francesas ― podem ser chamadas a repôr a ordem imoral e letárgica que agrilhoaria a nação portuguesa.
A divisão de ideias principalmente religiosas, no país, está em curso, faz parte da ideologia do leviatão.
A desnacionalização é evidente.


