
(…) seria necessário apurar também os custos indirectos ou inerentes, como as pensões vitalícias e demais prerrogativas dos ex-Presidentes. Quando nos referimos ao caso português, estamos apenas a falar dos custos directos (em 2002 e 2003) da Presidência da República, sem evidentemente contar com os outros, dispersos por e diluídos em vários orçamentos. E mesmo assim, sem contar com essas despesas, dando de barato que o nível de vida é completamente diferente em Portugal e na Inglaterra, e mesmo considerando as contas do Estado português de há cinco anos, ter um Presidente ainda fica mais caro a cada um de nós do que aos ingleses ter uma Rainha!


