Têm-se falado ultimamente na blogosfera sobre “grupos de risco” da SIDA.
Para existirem “grupos de risco” susceptíveis de contrair a SIDA, deve (logicamente) existir um “grupo sem risco”. Os “grupos de risco” são os seguintes:
- pessoas que têm relações sexuais desprotegidas fora de um relacionamento monogâmico estável;
- homossexuais masculinos;
- bissexuais e parceiros (as);
- utilizadores de drogas por via intravenosa;
- pessoas que partilham agulhas ( drogas, tatuagens, piercings );
- heterossexuais que têm mais do que um (a) parceiro (a) sexual;
- pessoas que necessitam amiúde de transfusões de sangue;
- imigrantes de regiões do globo com alta incidência de casos de HIV (África, por exemplo);
- pessoas que têm relações sexuais com qualquer um dos grupos acima referidos;
- pessoas que têm relações sexuais com alguém com SIDA ou infectado com o HIV;
- crianças que nascem de mães com SIDA (neste caso, o grupo de risco é composto pelas mães nesta condição, e não as crianças que não têm culpa nenhuma).
Portanto, concluímos que existem, de facto, “grupos de risco”, e que do único “grupo sem risco” fazem parte as pessoas que não pertencem aos “grupos de risco” supracitados ― e essas pessoas “sem risco”, de facto, existem (embora, cada vez mais, social e culturalmente discriminadas).



Pois é…Não ser de um grupo de risco não exclui você de contrair a doença. Vide o Glaucoma, onde pessoas negras e diabéticas são o grupo de risco, o que não significa que brancos não contraiam.
Comentário por bebeto_maya — Sábado, 5 Julho 2008 @ 4:34 am