
O João Miranda, para além de “blasfemo”, incorre no pecado do politicamente incorrecto; está a precisar de uma reciclagem, ou de uma estadia num campo de recuperação para revisionistas. Um dia destes, ainda lhe fecham o blogue.
Adenda: em relação a este post:
- A razão principal porque a SIDA (e outras maleitas sexo-infecciosas mortais) se propagam mais entre os homossexuais do que entre os heterossexuais masculinos é… a mulher. A mulher é, por natureza, menos promíscua que o homem, isto é, a mulher escolhe, é selectiva por natureza, porque segue o instinto da transmissão dos melhores genes à sua descendência. É a mulher que define a prole, e não o homem. As pessoas complicam o que é simples.
Mesmo com a “libertação” da mulher moderna, esta característica feminina não se perdeu. A “libertação” da mulher teve como resultado uma menor afluência aos prostíbulos por parte dos homens (principalmente a malta mais nova) porque encontram nelas mais “abertura cultural ” nos relacionamentos sexuais. Contudo, essa “abertura cultural” feminina moderna está longe de ser promíscua — salvo as excepções que confirmam a regra.
Nos relacionamentos homossexuais masculinos, o que se passa é exactamente o contrário: a promiscuidade e os excessos não têm limites, por razões que têm a ver com o próprio instinto masculino sem censura da Razão (“o que interessa é um buraquinho quentinho, nem que seja o cu de um porco”). Os verdadeiros homossexuais, geneticamente identificados como anomalias, andam por cerca de 1% da população; o resto, ou são resultado de um determinado tipo de educação que receberam durante a primeira infância (pai ausente – mãe possessiva), ou são aculturados na adolescência (ser “gay” como uma “identidade”, uma moda, e até uma “heresia” para chatear o padre da paróquia). - A ideia de Desmond Morris de que os homossexuais têm mais imaginação que os heterossexuais, faz-me lembrar o cliché de que os músicos (ou os poetas; ou os escritores, etc.) que se drogam são mais criativos do que os que não se drogam.
- A ideia de neotenia de Morris, que segundo ele, está presente nos homossexuais, não se aplica, porque a neotenia é a retenção de características físicas juvenis em adultos; ora, sabemos que as características físicas da maioria dos adultos homossexuais nada têm de “juvenis”; a maior parte deles não se distingue dos heterossexuais. Essa coisa de misturar sociobiologia (link) com sociologia, psicologia e com antropologia, é uma estupidez de todo o tamanho.
- Com um texto tão longo e, a passos, impreciso, fiquei (salvo erro) a saber que sou um dos “intelectuais” visados. Se assim for — e dado o conteúdo do postal — assumo o epíteto com muita honra.




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1: também.
2: a realidade demonstra a “ideia” (lobbies gay no teatro, na literatura, etc.).
3: será, quando muito, uma opinião “de todo o tamanho”.
4: olhe que não.
Comentário por JPG — Terça-feira, 17 Junho 2008 @ 12:19 pm
2. “lobbies gay no teatro, na literatura, etc.” não significa a demonstração de uma realidade (factos). É só ver os Nobel da Literatura e ver quantos são homossexuais. A ideia passa e a malta aceita porque não reage, e porque convém ao libertarismo de esquerda e direita ( que controlam os me®dia ). Em Portugal, o expoente máximo da pintura (Júlio Pomar) nada tem de homossexual — pelo contrário
; e todos os expoentes máximos da arte portuguesa em geral alinham pela heterossexualidade. O que aparece na televisão e nos programas dos “baiões” é arte a martelo, mas devo confessar que a teoria gay está muito bem construída (para incauto cair nela). O problema é que, qualquer dia, quem não der ares de paneleiro não vende uma peça de arte.
3. Repare-se nos argumentos contra os factos explanados postal do Blasfémias: nada ou quase nada; revolta; ranger de dentes. Contra os factos, insulta-se quem os apresenta em vez de tentar provar que os factos são falsos. E isto também é opinião.
Desmond Morris é desmentido pela maioria dos cientistas: a homossexualidade tem a) base genética – biológica numa pequena minoria (cerca de 1%), b)tem uma base educacional na primeira infância, seja por violação pedófila ou pai ausente, e agora através da “educação” nas escolas, e c) uma aculturação na adolescência, quando a identidade de género pode sofrer uma crise, e os pederastas sabem bem disso.
Comentário por Orlando — Terça-feira, 17 Junho 2008 @ 12:47 pm